02
Nov 14

Como escolher os seguros mais baratos

Há seguros para (quase) tudo. Mas há três que a generalidade dos portugueses têm: saúde, casa e carro. São garantia de protecção, mas não têm de ser um fardo no orçamento. O Negócios diz-lhe o que deve fazer para encontrar as soluções mais baratas, mas também os cuidados a ter.

1. Cuidado com a linguagem complexa dos seguros de saúde

Os seguros de saúde são provavelmente os mais complexos de todos, pela sua linguagem hermética e também pelo elevado número de coberturas e exclusões que apresentam. É difícil comparar estes seguros só tendo em conta o prémio, pois a preços diferentes estão associadas coberturas, exclusões e períodos de carência muito diversos.

 

"Os seguros de saúde são muito complexos e apresentam uma linguagem hermética", alerta Mónica Dias. Para a economista da Deco, os consumidores devem "fazer uma boa prospecção de mercado, procurar as coberturas que correspondem às suas necessidades e ter muita atenção às exclusões".

Devem começar por estabelecer critérios e ter atenção aos limites de capital, franquias e períodos de carência. "Se optar por seguro de grupo, nomeadamente através da entidade empregadora, poderá ter acesso a condições mais vantajosas, uma vez que a empresa tem maior poder negocial", frisa a especialista da Deco.

 

É importante ter em atenção que nenhum seguro de saúde cobre problemas já existentes. O consumidor deve ter cuidado no preenchimento da proposta de seguro e não omitir nenhuma informação, sendo o mais correcto e rigoroso possível.

 

2. No seguro da casa, o barato pode sair caro

A lei obriga a que os imóveis tenham seguro de incêndio. Mas esta pode ser uma das coberturas do seguro multirriscos habitação que pode, contudo, incluir outros problemas como roubo, tempestades, fenómenos sísmicos, responsabilidade civil, entre outros. O principal objectivo é segurar o valor do imóvel e do recheio da casa, no caso de um evento que provoque a sua destruição.

 

"A oferta é muito grande, por isso, o consumidor deve começar por fazer uma prospecção do mercado, adequando as coberturas do seguro às características do imóvel em questão", explica Mónica Dias, economista da Deco. O prémio a pagar por este seguro vai depender do valor do capital seguro.

 

Nesse sentido, o consumidor deve ser rigoroso e calcular quanto teria de gastar para comprar todos os bens novamente e avaliar o imóvel pelo valor de reconstrução. Em causa estará o risco de "em caso de sinistro, receber menos do que os bens valem ou a possibilidade de pagar prémios elevados desnecessariamente", diz a especialista da Deco.

 

3. Online é mais barato proteger o seu carro

Quem tem automóvel, tem de ter seguro. Mas o valor do prémio não tem de ser um fardo no orçamento familiar. Especialmente quando existe uma multiplicidade de companhias de seguro no mercado. Desde as tradicionais, há muito estabelecidas, até outras mais recentes, nomeadamente as companhias online.

 

Um seguro automóvel feito através da Internet tende a ser sempre mais barato, isto porque estas companhias transferem para os clientes a poupança que têm com o facto de não existirem custos de rede. Pagando o prémio anual todo de uma vez, especialmente se o fizer através de débito directo, o valor tende a ser ainda mais baixo. E se tiver mais do que um carro, poder ser mais barato juntá-los na mesma companhia.

 

O preço é sempre um factor a ter em conta. Mas não deve ser o único. Veja as coberturas. Nos seguros de terceiros, a responsabilidade civil obrigatória é de seis milhões de euros, mas no de "todos os riscos", está incluído o choque, capotamento ou colisão, furto ou roubo, e incêndio, raio ou explosão. Veja se precisa de todos. E também quanto terá de pagar em caso de activação do seguro. O ideal será ter uma franquia de 0%, ou seja, não ter de pagar nada, mas isso sai caro. Com 2%, o prémio baixa. E o custo não é assim tão elevado em caso de sinistro.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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27
Jun 14

Prémio médio do seguro automóvel cai 100 euros

O número de apólices de seguros inverteu a tendência de quebra, acompanhando assim a recuperação da economia portuguesa.

O número de seguros de acidentes de trabalho aumentou em 2013, bem como o número de veículos seguros na componente automóvel. Segundo a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), "os dados destes dois ramos relativos a 2013 e ao início de 2014 são especialmente interessantes neste contexto, com inversões de tendências que sugerem já os primeiros sinais de recuperação da nossa economia".

 

A associação salienta a correlação existente nestes dois ramos da actividade seguradora, que registaram uma forte contracção em 2011 e 2012, com a actividade económica do País.

O número de apólices de acidentes de trabalho cresceu 0,3% em 2013, face ao período homólogo. Uma evolução que representa "uma inversão da tendência de erosão das apólices que vinha sendo padrão quase sistemático desde 2006 e que determinou o desaparecimento de mais de 10% dos contratos deste ramo até 2012", refere a APS em comunicado. Este crescimento não foi, no entanto, acompanhado pelo volume de salários seguros, que se manteve,pelo terceiro ano consecutivo, em quebra (-1,9%). Da mesma forma, o volume de prémios continuou a registar uma contracção acentuada (de 8% em 2013), pelo oitavo ano consecutivo, o que a APS justifica com a redução das tarifas médias.

Já o número de veículos seguros cresceu 1% em 2013 face ao ano anterior, e regista também um aumento de 0,9% já no primeiro trimestre deste ano, face ao homólogo. "No entanto, pelo terceiro ano consecutivo, e pelo oitavo nos últimos dez, o volume de prémios do ramo automóvel voltou a cair em 2013 (-5,8%), quedando-se pelos 1.478 milhões de euros", nota a APS. O que se justifica pela forte quebra dos prémios médios anuais, que na última década caíram de 319 para 213 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

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30
Mar 14

Deco alerta para 'prática ilegal' de seguradoras na comprovação de intempéries

A associação de defesa dos consumidores Deco alerta para a eventual prática ilegal de seguradoras que exigem comprovação de intempéries "amplamente divulgadas" para activação de seguros multirrisco-habitação.

Segundo a jurista da Deco Carla Varela, responsável do departamento de estudos da associação, as seguradoras poderão estar a incorrer em "práticas desleais e agressivas", e por isso "ilegais", quando exigem "um elemento de prova" perante fenómenos climáticos divulgados publicamente.

"Nas situações de conhecimento geral, em que o caso em concreto é amplamente divulgado, parece-nos que a exigência de mais um elemento de prova por parte da seguradora poderá consubstanciar uma prática desleal e agressiva, portanto, ilegal", disse, em declarações à Lusa.

Em causa estão situações como a de António Soares, residente na ilha do Faial, nos Açores, que teve danos materiais na sequência de uma tempestade que assolou a região no dia 13 de Fevereiro, tendo-lhe a sua seguradora solicitado uma "declaração meteorológica" para atestar a intempérie.

Em explicações à Lusa, António Soares referiu ter "desistido" de accionar o seguro devido ao valor "absurdo e exagerado" pedido pela entidade competente para a referida certificação, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

"Recebi um orçamento do custo da certidão meteorológica, para os dias 13 e 14 de Fevereiro, no valor de 101,90 euros, que achei um absurdo e um exagero", disse, referindo que o pagamento da franquia e da certidão "não compensavam" o prejuízo que teve e que "na altura não estava bem informado" dos seus direitos.

Em casos como este, a jurista da Deco reforça que "não é razoável" que as seguradoras façam recair os gastos dessa prova sobre o consumidor.

"Sendo certo que o ónus da prova até é do consumidor, a verdade é que para determinadas situações que, pelo impacto e dimensão, são amplamente divulgadas e do conhecimento geral não é e todo razoável que as seguradoras peçam, exijam estes certificados aos segurados, aos consumidores", disse Carla Varela.

Porém, em situações "mais pontuais", poderá haver necessidade de apresentação de elementos de prova, ressalvou a jurista, referindo que "em última instância", sempre que "não estão a ser respeitadas as condições contratuais", os consumidores podem denunciar e reclamar junto da entidade reguladora do sector, o Instituto de Seguros de Portugal.

Em relação aos preços praticados pelo IPMA, a jurista da Deco apela à "correspondência" entre o serviço e o valor cobrado.

"O que nos importa é a razoabilidade destes valores, na medida e que haja uma correspondência entre o serviço que é prestado e o que é cobrado ao consumidor, ou seja, uma justificação financeira e económica destes montantes", afirmou.

Segundo a tabela de preços praticadas pelo IPMA, publicadas a 05 de Março em Diário da República, as certidões meteorológicas para terra têm um custo fixo de 58,16 euros, com um custo variável, por dia, local e parâmetro (por exemplo, vento, precipitação, ondulação) de 9,40 euros. As certidões para mar junto à costa podem chegar aos 149,50 euros e as referentes a alto mar 172,50 euros.

fonte:Lusa/SOL

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25
Fev 14

Seguradoras admitem subir preços devido à frequência dos desastres naturais

As seguradoras estão «muito preocupadas» com a frequência e a intensidade crescente dos fenómenos de desastres naturais causados pelas alterações climáticas, admitindo que estão a ser feitos estudos que poderão influenciar o preço dos seguros em determinadas zonas.

«Estamos a notar que estes fenómenos têm uma intensidade cada vez maior e estão a provocar danos de grandes dimensões e a atingir muitas pessoas, portanto, é uma situação que nos preocupa muito, porque é uma cobertura que temos a noção que temos que dar aos cidadãos portugueses», afirmou hoje o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), Pedro Seixas Vale.

Por isso, a APS está a fazer «alguns estudos no sentido de verificar quais são as consequências e, dentro de muito pouco tempo, no próximo mês, será feita a apresentação de um estudo sobre as inundações em Portugal, analisando todo o território português», revelou o responsável, num encontro com jornalistas em Lisboa.

O objetivo deste levantamento acerca do risco de inundações no território português, que envolve a Faculdade de Ciências de Lisboa, é «ver qual é a probabilidade de haver inundações e da sua gravidade», assinalou Seixas Vale.

«Os resultados a que cheguemos, no que toca ao risco de inundações, devem mostrar que há algumas zonas em que é preciso ter imenso cuidado porque, se não se tiver esse cuidado, podem ter danos muito elevados, quer para as pessoas, quer para as empresas», realçou, acrescentando que o risco de terramoto é ainda maior.

Sobre o estudo sobre os riscos das inundações, o objetivo da APS é «ter uma informação mais correta», para que seja estabelecido «um preço mais justo de acordo com esse conhecimento», sublinhou.

Ao mesmo tempo, este levantamento visa «dar informação aos portugueses sobre os riscos que podem ter se fizerem construções em determinadas zonas».

As instalações junto às praias e aos rios são algumas das que têm sido mais afetadas nos últimos tempos em Portugal devido aos efeitos do mau tempo, pelo que os custos de fazer um seguro, por exemplo, para um bar de praia, deverão subir em breve.

«A frequência e dimensão dos desastres naturais são cada vez maiores e os custos vão ser cada vez maiores», admitiu Seixas Vale.

De acordo com o presidente da APS, «quem tem um acidente de dez em dez anos não está disposto a pagar o mesmo que quem tem acidentes todos os anos», pelo que fará sentido fazer uma distinção ao nível do preço dos seguros consoante o risco de ser necessário acioná-los.

E realçou: «Há um limite de solidariedade que nós temos»..
No ano passado, em janeiro, as seguradoras assumiram custos na ordem dos 100 milhões de euros devido ao mau tempo. Já este ano, também em janeiro, devido aos estragos provocados pelo temporal que assolou Portugal, os prejuízos para o setor ascenderam a 11,5 milhões de euros, de acordo com a informação existente.

 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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25
Jan 14

Guia: 8 dicas para poupar nos seus seguros

O início do ano coincide muitas vezes com a renovação de algumas apólices de seguros. Para evitar duplicações e conseguir reduzir a fatura a pagar, a seguradora Zurich apresenta oito sugestões para conseguir poupar com os seguros.
1. Reunir os seguros automóvel, casa, vida e saúde na mesma companhia de seguros. A maioria das seguradoras oferece condições mais vantajosas aos clientes com várias apólices. É uma forma de premiarem a fidelização dos clientes;

2. Analisar as coberturas que precisa e comparar a oferta. Irá começar, desde logo, a poupar se apenas contratar o que precisa, eliminando o que considera supérfluo. Anualmente reveja as coberturas e confirme se é necessário acrescentar ou eliminar alguma;

3. Seguro de acidentes pessoais poderá ser utilizado em vez do seguro de viagens e, em alguns casos, do seguro de saúde. A versatilidade do seguro de acidentes pessoais permite que este seja acionado em qualquer parte do mundo, cobrindo despesas de tratamento, acidentes rodoviários, incapacidade temporária (a Zurich, por exemplo paga até 360 dias de internamento sem franquias), cuidados intensivos e convalescença ou perda de bagagens;

4. Pagar viagens com cartão de crédito. Se utilizar cartão de crédito para pagar uma viagem já tem um seguro de viagem contratado. Confirme apenas quais são as coberturas concretas que já estão cobertas e se é necessária contratar mais alguma;

5. Tomar uma decisão informada. Antes de subscrever um produto é importante saber o que pretende e familiarizar-se com expressões como coberturas, exclusões, franquias, períodos de carência, limites de capital. Desta forma, poderá avaliar se está a contratar o que é obrigatório por lei e o que precisa ou se estará a pagar por coberturas que não utiliza;

6. Constituir uma poupança mensal fixa
. Dentro das possibilidades de cada um, poupar uma quantia fixa por mês irá permitir constituir uma poupança anual, que poderá ser destinada à reforma, a uma viagem, ou à educação, de acordo com as prioridades de cada um. Os dados da Associação Portuguesa de Seguradores confirmam que as contribuições para produtos de poupança dos seguradores cresceram 61% no primeiro semestre deste ano e 70% no que diz respeito aos PPR;

7. Pagar apólice anualmente por débito direto. Em geral, as seguradoras oferecem condições mais favoráveis aos clientes que optam por fazer o pagamento por débito direto, pois desta forma, asseguram o pagamento de forma mais eficaz. A opção pelo pagamento anual também garante, habitualmente, condições mais benéficas para o cliente;

8. Consultar um mediador profissional de seguros. Procurar um mediador de seguros é uma forma de poupar com os seguros, já que permite que um especialista analise especificamente as suas necessidades de proteção. Geralmente, as condições financeiras propostas também são mais favoráveis.

 

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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19
Jan 14

Dicas para baixar os encargos do seguro

Regatear, estar atento às promoções, escolher as coberturas certas e optar pelos mediadores são estratégias úteis.

1 Renegociar: Na altura de renovar o seguro faça uma ronda por outras seguradoras em busca de soluções mais em conta. Contacte os respectivos ‘call center' para pedir simulações para o mesmo nível de coberturas do seu seguro. Confronte a seguradora e procure renegociar as condições do seu contrato. Segundo Mónica Dias, a maior parte das seguradoras acaba por baixar o preço. "É a lei da concorrência", lembra. Se não lhe agradarem as condições sempre pode mudar de seguradora.

2 Alerta às campanhas: Face ao aumento da concorrência, as seguradoras realizam cada vez mais campanhas periódicas que podem oferecer condições mais vantajosas. Por exemplo, a OK!Teleseguros está a oferecer três meses do prémio do seguro auto nas subscrições que decorram até final de Fevereiro. Outra tendência recente é a oferta de descontos a quem subscreva outros seguros na mesma instituição. É o que acontece actualmente, por exemplo, com a OK!Teleseguros, a Direct e a Logo.

3 Coberturas à medida: Para quem quer um seguro "contra terceiros", Mónica Dias recomenda a inclusão da cobertura de responsabilidade civil obrigatória de seis milhões de euros, a assistência em viagem e a quebra isolada de vidros. Já o seguro de danos próprios deve prevenir as situações de choque, capotamento, incêndio, roubo, raio ou explosão. Actos de vandalismo e fenómenos naturais são extras que deve ponderar. Uma das coberturas desaconselhada é a de veículo de substituição. "É uma cobertura cara e só se justifica quando não há uma alternativa de transporte", refere Mónica Dias. A especialista da Deco recomenda ainda que a cobertura de danos próprios a partir dos 5/6 anos, sobretudo se o valor do carro não ultrapassar os 35 mil euros, deixa de fazer sentido face à desvalorização da viatura. Também deve analisar a franquia (valor que em caso de sinistro estará a cargo do segurado) pois uma franquia mais alta reduz o preço do seguro.

4 Recurso aos mediadores: Contratar um seguro através de um mediador pode ser mais em conta já que as seguradoras passam para os intermediários os custos de contratação em troca de comissões que podem rondar os 30%. Cabe ao mediador repassar este custo na sua totalidade para o cliente, ou apenas parcialmente. Esta será uma oportunidade para conseguir um prémio mais baixo.

5 Atenção à forma de pagamento: Na maioria das seguradoras, a opção pelo pagamento anual em vez de fraccionado é mais barata (a opção semestral fica, em média, 1% mais cara). Se o segurado optar pelo débito directo em vez do multibanco o preço também fica mais em conta.

 fonte:http://economico.sapo.pt/

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31
Out 13

Saiba como poupar com o seguro do automóvel

Ter seguro é obrigatório. Mas o valor do prémio não tem de ser um fardo no orçamento familiar.

Quem tem automóvel, tem de ter seguro para o utilizar. É uma despesa obrigatória, mas não tem um preço fixo. Há muitas companhias no mercado que oferecem valores atractivos. O Negócios dá-lhe algumas dicas que lhe permitem poupar alguns euros na altura de subscrever uma apólice. E que evitam despesas surpresa quando é preciso activar a protecção.

Uma das "regras de ouro" nos seguros, tal como nos serviços financeiros, é evitar a inércia. Ou seja, é obrigatório procurar. O ideal será tentar encontrar propostas junto de outras seguradoras. Tanto entre as de referência, como das que operam "online" que tendem a ser mais baratas já que transferem para os clientes a poupança por não existirem custos de rede.

Munido de várias ofertas mais atractivas do que a que tem actualmente, procure negociar com a sua companhia actual. Se for uma nova apólice, a lógica é a mesma: faça várias simulações. Tente negociar com a que apresenta a proposta que mais lhe agrada fazendo-lhe saber que tem prémios inferiores.

Uma das formas de pagar menos pela apólice será, escolhida a seguradora, fazer o pagamento por débito directo. A diferença pode chegar a 10% face ao pagamento no Multibanco. Além disso, deve optar por liquidar logo o valor total do ano, que também é mais barato. Face a um pagamento semestral, a poupança é, em regra, de 1% do valor do prémio.

Tenha o seguro certo

Quando vai contratar um seguro pode escolher entre a cobertura de terceiros ou de danos próprios (mais conhecida como "contra todos"). No de terceiros, a Responsabilidade Civil Obrigatória é de seis milhões de euros. No "contra todos", está incluído o choque, capotamento, roubo, incêndio, raio ou explosão. Actos de vandalismo e fenómenos da natureza, são extras. Pondere se necessita.

Nos seguros "contra todos" são aplicadas franquias em percentagem que determinam o valor suportado pelo condutor em caso de sinistro. O ideal será ter 0%, não pagando nada caso necessite do seguro, mas isso sai caro. Com 2%, o prémio baixa e o custo para o condutor não é tão elevado em caso de acidente. Contudo, depende do valor do automóvel. Uma alternativa pode ser optar por uma franquia em valor absoluto.

Muito importante na hora de fazer um seguro é identificar bem o que está segurado. A companhia identifica a viatura a segurar pela marca, o modelo, o motor, e a versão que tem, regra geral, implícito um determinado nível de equipamento que é considerado pela seguradora para definir o capital segurado. Mas se adicionou extras, a companhia não saberá, a menos que os discrimine para não ser penalizado em caso de sinistro.

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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24
Ago 13

Acidente automóvel mais fácil de regularizar sem declaração amigável

Doze seguradoras assinaram um acordo para facilitar a regularização de sinistros automóveis em que os intervenientes não assinem a declaração amigável.


Este acordo, assinado pela Açoreana, Allianz, AXA, BES Seguros, Fidelidade, Groupama, Império, Liberty, Ocidental, Ok!teleseguros, Seguro Directo e Tranquilidade, representa um alargamento da já existente indemnização direta ao segurado (IDS). Trata-se de uma convenção que permite à seguradora efetuar a peritagem, indemnizar o seu cliente e, posteriormente, reclamar esse valor à companhia do condutor responsável. 

Antes do acordo era preciso que ambos os intervenientes entregassem a declaração amigável, devidamente preenchida e assinada, com a identificação completa dos dois condutores e dos respetivos veículos, e com uma descrição do acidente (data, hora e local).

Ao abrigo do novo acordo, o sinistro pode ser participado através da apresentação do auto de ocorrência, da declaração amigável assinada apenas por um dos intervenientes ou através de outro meio escrito onde constem as matrículas dos veículos, a descrição do acidente e dos danos. O acordo é válido para acidentes ocorridos em Portugal, com um máximo de dois carros, e desde que os danos materiais não ultrapassem 15 mil euros. A seguradora paga a reparação ou a indemnização por perda total, bem como as despesas com remoções, reboques e recolhas.

Congratulamo-nos com esta medida e esperamos que as restantes seguradoras adiram rapidamente.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/m


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16
Ago 13

100 dias, 100 conselhos: como regularizar um sinistro automóvel

No caso de um acidente de viação com veículos de matrícula portuguesa, deve o tomador do seguro participar o sinistro à sua seguradora, o mais rapidamente possível, no prazo máximo de 8 dias, utilizando para o efeito a Declaração Amigável de Acidente Automóvel (DAAA), mesmo que o tomador de seguro não se considere responsável pelo sinistro. 

Para o efeito, deve preencher corretamente tal declaração, fornecer todas as indicações e provas documentais e/ou testemunhais relevantes para uma correta determinação das responsabilidades. O tomado do seguro deverá, ainda, tomar as medidas ao seu alcance por forma a evitar ou limitar as consequências do sinistro. 

Desde já se esclareça que a simples participação do sinistro não acarreta a perda automática do bónus. Ou seja, só será retirado ou reduzido o bónus, de acordo com a tabela de bónus/malus aplicável ao contrato, se a seguradora efetuar pagamentos ou se assumir obrigações perante terceiros, em virtude de responsabilidade do seu segurado na produção do acidente. 

Recebida a participação, a seguradora deverá, no prazo de 2 dias úteis, contactar o lesado para agendar a peritagem a realizar. Essa peritagem deverá estar concluída no prazo de 8 dias úteis, a não ser que seja necessário proceder à desmontagem do veículo, caso em que o prazo passa a ser de 12 dias úteis. No entanto, se a peritagem não se efetuar numa oficina indicada pela seguradora, os prazos referidos contam-se a partir do dia em que existe disponibilidade da oficina e autorização do proprietário do veículo.

A seguradora deve comunicar, por escrito, se assume ou não a responsabilidade pela regularização do sinistro no prazo de 30 dias úteis, contados a partir do termo dos 2 dias previsto para o contacto inicial. Caso assuma a responsabilidade, deverá apresentar uma proposta razoável de indemnização quando o dano seja quantificável, disponibilizando ao lesado, no caso do seu veículo se encontrar imobilizado, um veículo de substituição de características idênticas.

Porém, se a reparação se efetuar numa oficina indicada pelo lesado, o veículo de substituição apenas será disponibilizado pelo período necessário à reparação indicado no relatório de peritagem.

No caso de considerar que não pode ou não deve assumir a responsabilidade pelo sinistro, a seguradora deverá apresentar comunicação devidamente fundamentada da posição assumida.

No caso de o veículo responsável pelo acidente não tiver seguro deverá ser formalizada a reclamação, pelos danos sofridos, junto do Fundo de Garantia Automóvel. Esta entidade, instituída por lei, é a responsável pelo pagamento das indemnizações decorrentes de acidentes causados por veículos relativamente aos quais não existe seguro de responsabilidade civil válido ou eficaz.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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15
Ago 13

100 Dias, 100 Conselhos: como escolher um seguro automóvel

Entre 22 de Julho de 2012 e 21 de Julho de 2013, há registo de 522 mortos e de 1872 feridos graves nas estradas portuguesas, de acordo com os dados disponibilizados no site da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. A sinistralidade rodoviária é um flagelo que atinge a sociedade portuguesa desde há vários anos a esta parte e, por isso, nada melhor do que uma boa «almofada» ao contratar um seguro para acautelar qualquer eventualidade.

Mais do que o seguro de responsabilidade civil, o condutor deve ponderar a possibilidade de contratar um seguro de danos próprios, vulgarmente designado por «contra todos os riscos». Este género de apólice abarca os danos sofridos pelo veículo seguro, mesmo que o condutor seja responsável pelo sinistro. Choque, raio e explosão, colisão e capotamento, quebra isolada de vidros, furtos e roubos, atos de vandalismo, fenómenos da Natureza, privação do uso (conforme as opções da seguradora) e incêndio são algumas das hipóteses que o condutor deve ponderar.

Recorde-se que, a partir de 1 de Março de 1998, a atualização do valor do seguro de danos próprios, para efeitos de indemnização em caso de perda total, tem de ser modificado automaticamente pela seguradora, conforme tabela própria. Esta inclui como referências o valor de aquisição em novo ou a idade do veículo, salvo acordo expresso pelo segurado e pela seguradora.

Ao pensar que tipo de seguro quer, ou pode, fazer, tenha em atenção o seguinte: o seguro de responsabilidade civil é obrigatório (o básico, digamos assim) e se optar por um seguro de danos próprios deve atender ao valor comercial do carro. Se este for usado, pode não compensar subscrever um seguro de danos próprios¿

Atente ainda no valor da franquia que pode ser estabelecido no contrato de seguro e que corresponde à parte que sempre será da sua responsabilidade suportar em caso de sinistro.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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