30
Jun 10
30
Jun 10

Deco chumba seguros de saúde e ameaça processar companhias de seguros

"Parece ser desumano revelar a um consumidor que a maioria dos planos de saúde comercializados por cá são de pouca qualidade e um investimento com pouco retorno." Pode ser "desumano mas é a verdade", concluem os técnicos da Pro Teste depois de analisarem 77 planos de 20 seguradoras. Além de denunciarem "cláusulas abusivas" que a Deco quer ver retiradas ou avança com acções inibitórias.

 

"Vão ser contactadas as seguradoras e vai ser dado um prazo, não menos que 60 dias, para retirarem as cláusulas consideradas abusivas à luz da legislação contratual. E, se não o fizerem, avançaremos com acções inibitórias para os tribunais", disse ao DN Mónica Dias, economista que analisou os planos de saúde de 13 companhias . A AMA, Global, Groupama, Lusitania, Real, Sagres e Tranquilidade não quiseram participar.

 

Entre as cláusulas abusivas, está a concessão de um prazo reduzido ou nulo para o cliente reagir às alterações contratuais, por exemplo, o valor do prémio. Ou, quando o consumidor pede para pagar em 12 meses, é obrigado a fazer o pagamento por transferência bancária e sem direito a suspensão do mesmo. As situações já foram denunciadas ao Instituto de Seguros de Portugal e à secretaria de Estado do Consumidor.

 

Mas "abusivo" são, também, os prémios altos que as seguradoras exigem e o pouco que dão, considera aquela técnica . "Exclusões, períodos de carência, limite de idade e contratos anuais retiram grande parte da utilidade a estes produtos", justificam.

 

Há todo um conjunto de exclusões, nomeadamente operação à hérnia, transplantes, tratamentos de hemodiálise, de fertilidade e de sida, uma doença psiquiátrica ou epidémica ou, simplesmente, exames gerais "nunca são pagos", acusa a associação.

 

Para se ter direito ao seguro, é preciso pagar a anuidade esperar três meses para activar as coberturas, mas o período de carência depende da assistência médica. Por exemplo, 12 meses para um parto ou dois anos para tratar varizes e extrair amígdalas. Ou fazem perguntas que os técnicos da Pro Teste consideram ser da vida privada e já o denunciaram à Comissão Nacional de Protecção de Dados.

 

Mónica Dias considera que são poucas as perspectivas de melhoria no sector, a não ser que seja publicada legislação ou surjam novas seguradoras e produtos.

fonte:http://dn.sapo.pt

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24
Jun 10
24
Jun 10

Seguros de saúde em consulta pública até dia 23 de Julho

O Instituto de Seguros de Portugal colocou esta quarta-feira em consulta pública, e até dia 23 de Julho, o anteprojecto de Decreto-Lei que estabelece o regime especial dos seguros de saúde com cobertura graduada e dos seguros de saúde vitalícios. 

A ideia é «permitir a coexistência entre o regime comum seguro de saúde ¿ constante do regime jurídico do contrato de seguro ¿ e o regime de modalidades especiais de seguro de saúde agora introduzidas», refere o ISP em comunicado. 

Nos seguros de cobertura graduada é aplicado um conjunto de disposições mais exigentes quanto à configuração das prestações do segurador. Já nos seguros de saúde vitalícios, com duração para toda a vida, a maturidade dos preços comportáveis das coberturas só pode ser assegurada com um nivelamento dos prémios.

fonte:www.tvi24.iol.pt

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22
Jun 10
22
Jun 10

Seguro automóvel, negoceie e poupara certamente

Perante a questão, “Quero contratar um seguro automóvel. Mas, o que faz variar o prémio? E como posso pagar menos de seguro?” , a Associação de Defesa dos Consumidores (DECO) esclarece:

No seguro automóvel, o prémio da responsabilidade civil depende do capital, tipo de veículo e cilindrada. Em geral, as seguradoras definem três classes com tarifas diferentes para a apólice: até 1500, de 1500 a 2500, e mais 2500 centímetros cúbicos.

 

Nalgumas companhias, em vez da cilindrada, o preço é fixado a partir da relação entre peso e potência do veículo, o que é mais justo. No seguro automóvel com danos próprios, o prémio varia de acordo com o capital seguro (valor comercial do carro) e é actualizado todos os anos.

A idade do condutor, anos de carta, acidentes declarados e local de residência também influenciam o preço da apólice de seguro automóvel. A maioria das seguradoras agrava o prémio entre 40 a 100%, se o condutor tiver menos de 25 anos e carta de condução há menos de 2 anos. Outras recusam conceder o seguro automóvel.

 

Por vezes, para contornar a situação, os pais contratam-no em seu nome e declaram-se como condutores habituais. Não o aconselhamos: em caso de sinistro, a seguradora pode alegar falsas declarações e não pagar.

Se não encontrar uma companhia para contratar o seguro automóvel, reúna três declarações de recusa e apresente-as noInstituto de Seguros de Portugal, que nomeará uma seguradora para o seu seguro automóvel.

 

Para pagar menos de seguro, antes de contratar o seguro automóvel, faça simulações em várias seguradoras e compare o prémio.

As seguradoras on-line e telefónicas têm promoções temporárias. Depois de fazer a simulação on-line, ligue e tente negociar um prémio de seguro automóvel ainda mais baixo. Se contratar mais de uma apólice em simultâneo, pode obter um desconto considerável.

No seguro automóvel, a maioria das companhias cobra o fraccionamento semestral, trimestral ou mensal: se possível, pague o prémio de uma vez. Por fim, consulte um mediador. Regra geral, concede descontos de 20 a 25% num pacote de seguros.

fonte:www.observatoriodoalgarve.com

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21
Jun 10
21
Jun 10

Novo seguro agrícola só em 2011

A prometida revisão do sistema de seguros agrícolas, inscrita no Orçamento do Estado, só deverá acontecer no próximo ano. Segundo o DN apurou junto de fonte do Ministério da Agricultura, o Governo quer "ter pronto até final do ano" o novo sistema, o que significa que deverá abranger a campanha agrícola de 2010/2011. Isto, se tudo correr dentro do previsto.

 

Há muito reclamada pelas confederações de agricultores, a alteração do chamado Sistema Integrado de Protecção contra as Aleatoridades Climáticas (SIPAC) vai passar a integrar "novos riscos, entre os quais as chuvas persistentes e o escaldão". Esta mudança torna-se cada vez mais pertinente, à medida que as alterações climáticas expõem a agricultura - já de si extremamente dependente da imprevisibilidade climática - a uma maior vulnerabilidade.

 

A revisão em curso permite proteger melhor os produtores de incidentes climatéricos como o que aconteceu na madrugada de sábado, com a imprevisível queda de granizo, que afectou fortemente a produção de maçãs em Moimenta da Beira e que ameaça a economia agrícola da região (ver texto em baixo).

 

Mas as alterações previstas vão mais longe, abrangendo também os riscos relacionados com a produção pecuária e florestal. Já a piscicultura fica de fora.

 

Actualmente o seguro de colheitas protege os agricultores contra incêndios, queda de raio, explosão e granizo e abrange ainda coberturas complementares como tornado, geada, tromba de água ou queda de neve.

 

O presidente da Confedaração dos Agricultores de Portugal saudou a intenção do novo ministro da tutela, António Serrano, de avançar com a revisão da legislação. Até porque "o sistema de seguros actual só serve as seguradoras", considerou João Machado. Mas, acrescentou, "para que isso aconteça é necessário que haja vontade política, porque "há interesses financeiros em questão, que eu acho que é o que tem impedido a mudança do sistema". Segundo aquele dirigente associativo, " o sistema de seguro que temos não serve a ninguém a não ser às companhias, que recebem muito dinheiro do Estado e depois os agricultores não são protegidos por nenhuma cobertura que lhes interesse".

Olhando para os dados do Instituto de Seguros de Portugal, entre 2004 e 2007 os valores pagos em prémios pelos agricultores foram sempre mais de cinco vezes superiores às indemnizações recebidas.

 

Em 2006, por exemplo, os prémios pagos ascenderam a quase 648 milhões de euros, enquanto as seguradoras só indemnizaram 17 sinistros no valor de 30 656 euros.

 

A agricultura emprega cerca de 370 mil pessoas, sendo que o valor acrescentado bruto (VAB) da agricultura, caça e silvicultura, pesca e aquacultura representam cerca de 2,4% do PIB. Mas as exportações dos sectores agro-florestais e das pescas representavam em 2007 cerca de 13% das exportações nacionais.

fonte:http://dn.sapo.pt

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19
Jun 10
19
Jun 10

Proteja a sua casa com um seguro desde 104 euros

Um seguro multi-riscos para o seu imóvel pode custar-lhe entre 104 e 234 euros, consoante a seguradora e as coberturas contratadas.


Incêndios, inundações, roubos, tempestades e sismos são apenas alguns dos riscos a que a sua casa está exposta. Por se tratar de um dos bens mais valiosos de que dispomos não é, pois, de estranhar que o procuremos proteger da melhor forma possível. É precisamente para isso que existem os seguros multiriscos habitação e para o respectivo conteúdo. Para ajudá-lo a avaliar se o seu seguro da casa é demasiado caro ou dar-lhe a conhecer quanto terá que dispender para contratar um seguro que proteja o seu imóvel, o Diário Económico analisou a oferta das cinco maiores seguradoras do ramo não vida a operar no mercado nacional para este segmento de mercado. A saber: Fidelidade Mundial, Império Bonança, Axa Seguros, Tranquilidade e Zurich Portugal.

 

As soluções disponíveis vão desde os 104 euros mas podem chegar aos 234 euros anuais, consoante as seguradoras e o que se está a proteger: apenas a estrutura do edifício ou simultaneamente o respectivo recheio. No caso da Fidelidade Mundial e da Império Bonança as condições são semelhantes, já que ambas pertencem ao mesmo grupo: a CGD.

 

Nesta análise foi assumido o cenário de um imóvel situado em Lisboa e construído em 2005, com uma área bruta de 120 metros quadrados e cujo valor de reconstrução é de 150 mil euros. Foi ainda considerada a hipótese de efectuar um seguro para um recheio avaliado em 25 mil euros.

 

Atendendo a que os pacotes base disponibilizados por estas cinco seguradoras apresentam em alguns casos leques de coberturas bastante diferentes, o método escolhido foi comparar produtos que incluíssem um conjunto mínimo de coberturas. Segundo Mónica Dias, da Deco, são 10 as coberturas mais importantes: incêndio, queda de raio e explosão; danos por água; furto ou roubo, fenómenos sísmicos; responsabilidade civil; tempestades; inundações; privação temporária; demolição e remoção de escombros; e aluimentos de terras. "Consideramos estas coberturas por serem as que interessam a todas as pessoas e pela importância dos danos que podem acontecer", refere a especialista em seguros da Deco.

 

Contas feitas, a Tranquilidade é a seguradora em que o prémio anual é mais baixo, enquanto a Zurich apresenta por oposição o mais elevado. Uma situação que ocorre quer no cenário em que apenas é subscrito um seguro multiriscos habitação, quer no caso em que o seguro do recheio está incluído (ver caixas). No primeiro caso a diferença de preços ultrapassa os 90 euros entre as duas seguradoras, enquanto no segundo caso o diferencial é de quase 107 euros. No entanto, é importante ter em consideração que o seguro da Zurich para além de incluir um leque de coberturas mais abrangente também não assume o pagamento de franquias mínimas por parte do cliente. O mesmo não se passa com o seguro da Tranquilidade. A maioria das coberturas assume uma franquia de 100 euros que fica a cargo do cliente em caso de activação do seguro. São diferenças como estas que devem ser bem avaliadas antes de se optar por uma ou outra solução ou por uma ou outra seguradora. Por isso segundo Mónica Dias, a prospecção de mercado é um dos passos mais importantes para contratar o seguro com as melhores condições.

fonte:http://economico.sapo.pt

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17
Jun 10
17
Jun 10

Montepio cria seguradora para actividades ligadas ao mar

A companhia de seguros Lusitânia, do Grupo Montepio, vai anunciar na próxima semana o lançamento da LusitaniaMar, uma nova entidade que promete apoiar «todas as profissões relacionadas com o Mar».


A nova seguradora irá assegurar, no âmbito das seguradoras do Grupo Montepio, «a produção, assistência, coordenação e apoio a todas as actividades de pesca, marítimas, portuárias e de transportes, abrangendo cascos, mercadorias, cargas, descargas e armazenagem», avança a instituição num comunicado divulgado esta quarta-feira.

 

O lançamento da LusitaniaMar terá lugar no próximo dia 22, no Palácio de Porto Côvo.

fonte:http://diariodigital.sapo.pt

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