29
Set 10
29
Set 10

Seguros: produção do sector cresce 24,3%

Os prémios do sector segurador em Portugal cresceram 24,3 por cento no primeiro semestre deste ano, para 7,98 mil milhões de euros, face a igual período do ano anterior, anunciou esta quarta-feira o Instituto de Seguros de Portugal (ISP).

Esta evolução é explicada, essencialmente, pelos prémios de seguro do ramo «Vida», os quais cresceram 34,1% nos primeiros seis meses do ano, comparativamente a idêntico período do ano passado, situando-se em 6,1 mil milhões de euros, refere um estudo do regulador e supervisor do sector segurador, escreve a Lusa.

O comportamento do ramo «Não Vida» pautou-se pela «manutenção em termos de prémios de seguros directos», os quais estiveram em linha com os registados no primeiro semestre de 2009, na ordem de 1,86 mil milhões de euros. 

«A evolução registada no ramo «Vida» levou a um aumento do peso deste ramo no total da carteira, o qual passou a representar 76,7%, face aos 69,4% verificados no período homólogo do ano passado», salienta o relatório do ISP.

Os resultados líquidos apurados no período em análise atingiram um valor superior a 143 milhões de euros, com os custos com os sinistros dos seguros directos a caírem 3,7%, o que é explicado pelo essencialmente pelo ramo «Vida».

No ramo «Não Vida» assistiu-se na primeira metade do ano a um aumento dos custos na ordem dos 2,5%, face a igual período de 2009, tendo a margem de solvência do sector segurador sido de 176%, o que é «bastante positivo», concluiu.

fonte:agenciafinanceira

publicado por adm às 23:43 | comentar | favorito
28
Set 10
28
Set 10

Aumento iminente nos seguros

As seguradoras portuguesas querem aumentar o preço do seguro automóvel. O presidente da associação do sector é peremptório quando diz que as companhias estão a sentir há muito um estrangulamento nos preços...

As seguradoras portuguesas querem aumentar o preço do seguro automóvel. O presidente da associação do sector é peremptório quando diz que as companhias estão a sentir há muito um estrangulamento nos preços desse ramo de actividade e que, face aos resultados negativos de 30% das empresas no primeiro semestre deste ano, é de esperar um aumento nas tarifas. Os ramos automóvel e de acidentes de trabalho, têm sido, nos últimos anos, objecto de concorrência acesa entre as seguradoras, funcionando como produtos âncora para captar novos segurados, sejam particulares ou empresas. Assim, ao longo dos anos, tem-se assistido a uma diminuição dos preços desses seguros e a um aumento da sinistralidade. Automóvel e acidentes de trabalho são a espinha dorsal da área Não-Vida que, por sua vez, sempre foi fundamental para as seguradoras. O facto de os lucros da área Vida - seguros de vida, de capitalização, fundos de investimento e fundos de pensões - terem valido nos primeiros seis meses de 2010 mais de dez vezes os lucros da área Não-Vida - automóvel, acidentes de trabalho, habitação e responsabilidade civil - faz com que, como diz Pedro Seixas Vale, as companhias sintam necessidade urgente de aumentar os preços do seguro automóvel. Mas, como a realidade não é estanque, é caso para dizer que, se isso acontecer, o aumento também pode vir a estender-se a outros ramos.

fonte:economico

publicado por adm às 23:06 | comentar | favorito
25
Set 10
25
Set 10

Seguro para motos chega a custar 17.000 reais por ano

Alto índice de sinistros envolvendo condutor e motocicleta tornam o seguro bem caro quando comparado ao de outros veículos

 

Contratar um seguro para motocicletas é um desafio à parte para aqueles que sonham com a sensação de liberdade que este veículo pode oferecer. O alto índice de sinistralidade proporcionado por acidentes envolvendo motos faz com que as seguradoras sejam bastante cautelosas ao elaborar os contratos com os clientes.

O valor para uma apólice de seguro para motos é calculado com base numa série de variáveis, como o bairro no qual o condutor reside, sexo, estado civil, uso principal do veículo, etc. Ana Claudia Benites Badaró, corretora de seguros da Kalassa, especializada em seguros para motocicletas acima de 400 cilindradas, explica que as motocicletas são divididas em três categorias: custom, naked e speed. 

A seguradora simulou os custos de seguros para as motocicletas enquadradas em cada uma destas categorias e considerou que o proprietário e condutor seria um homem, casado, 35 anos, residente de bairros da Zona Sul da cidade de são Paulo e que utilizaria a motocicleta somente para lazer.  

Na categoria custom figuram motos destinadas à passeio, como as Harley Davidson. Trata-se de uma moto indicada para aficionados que têm um bom poder aquisitvo. "Tradicionalmente, esses modelos são adquiridos por quem admira o estilo de vida e que, portanto, são mais cuidadosos com o veículo", aponta Ana Claudia. Para simular o preço do seguro de uma moto desta categoria, a Kalassa considerou o modelo Harley Davidson 883, ano 2010. 

Neste caso, o valor da moto foi estimado em 23.000 reais e o custo com seguro, por ano, seria de 1.900 reais. "Dentre as motos, as que se enquadram nesta categoria contam com os valores de seguro mais baixos pois o perfil do seu comprador é diferente", explica Ana Claudia.

 

De acordo com a corretora, quem compra esse tipo de moto geralmente são homens de mais idade, que têm verdadeiro apreço pela máquina e, de maneira geral, fazem questão de utilizar peças originais e mantêm a integridade mecânica e física do veículo sempre em dia.

Já motocicletas da categoria naked são consideradas motos de transporte diário e cilindrada mais baixa, indicada para percorrer vias urbanas. Motos da montadora Yamaha, como a FZ6 e a SRX 400 são exemplos da categoria naked. 
Para simular os valores, a Kalassa considerou o mesmo exemplo de condutor e o modelo de moto usado para calcular o valor do seguro é a marca Triumph, modelo Tiger, que custa atualmente 30.000 reais. O valor do seguro, neste caso, salta para quase 4.000 reais por ano. 

Já os preços dos seguros para as motocicletas enquadradas na categoria speed são muito mais altos. Nesta categoria as motocicletas tem design esportivo e atingem altíssimas velocidades, usadas em campeonatos como o Moto GP.Ana Claudia conta que já estipulou um seguro para esse tipo de veículo que custava 17.000 reais por ano. Entre as motos de velocidade, a freqüência de sinistros é muito maior e o perfil do comprador também é outro. 

“Quem adquire uma moto como essa quer e gosta de velocidade, o que aumenta significativamente os riscos envolvendo o condutor e o veículo”, explica Ana Claudia. Os modelos de velocidade são importados, o que torna a manutenção cara, além de serem foco da atenção de ladrões de peças e motocicletas. “O índice de roubo nesta categoria é altíssimo, o que encarece muito o valor do seguro”, aponta Ana Claudia. Uma moto da marca Yamanha, modelo YZF R1, ano 2010, custa mais de 50.000 reais. O valor do seguro acompanha o valor da motocicleta, ele pode custar, por ano, mais de 7.000 reais.

fonte:portalexame

publicado por adm às 20:53 | comentar | favorito
22
Set 10
22
Set 10

Europa tem novo seguro agrícola

O novo seguro agrícola foi aprovado pelo Parlamento Europeu (PE), com base num relatório do eurodeputado comunista João Ferreira. Um documento sobre a prevenção de catástrofes naturais ou provocadas pelo homem que propõe a adopção de uma série de medidas, entre as quais a criação deste seguro agrícola público europeu.

O relatório, aprovado por larga maioria do PE, insta o executivo comunitário a apresentar uma proposta relativa a um regime de seguro europeu «susceptível de mais bem abordar os riscos e a instabilidade dos rendimentos dos agricultores relacionados com catástrofes naturais ou provocadas pelo homem».

Os eurodeputados consideram «urgente que um sistema de compensação mínima no que se refere a catástrofes naturais ou provocadas pelo homem seja igualmente acessível aos agricultores de todos os Estados-Membros».

Segundo o PE, a Comissão e os Estados-Membros devem incluir no cálculo dos prémios agro-ambientais os custos suplementares suportados pelos agricultores, visando a adopção de medidas de prevenção de incêndios (limpeza dos corta-fogos, remoção da vegetação arborícola morta, trabalho do solo ao longo do perímetro das parcelas de terra, etc.), bem como de medidas em matéria de escoamento das águas (limpeza de valas de recepção e canais).


UE deve privilegiar intervenções na floresta e orla costeira

Para além deste seguro, o relatório propõe um conjunto de acções que devem ser alvo de «apoio privilegiado» da União Europeia (UE) – como a limpeza e reordenamento de florestas e intervenções de protecção e defesa da orla costeira –, a criação de um quadro financeiro «apropriado» e iniciativas legislativas no domínio da prevenção dos fogos e em matéria de escassez de água e de seca.

O Parlamento Europeu considera que «as medidas de prevenção em vigor se têm revelado insuficientes» e insiste na necessidade de uma «abordagem completa» à prevenção de catástrofes, que «exigem uma resposta eficaz a nível europeu, assente na solidariedade», salienta o relatório de João Ferreira.

O eurodeputado defende o reforço da cooperação, quer a nível regional quer ao nível da UE e a criação de um «quadro financeiro apropriado», dotado de adequados recursos financeiros para a prevenção e luta contra as catástrofes.

fonte:ambienteonline

publicado por adm às 22:29 | comentar | favorito
18
Set 10

Investimento em PPRs e seguros aumenta 40%

Segundo dados divulgados pela Associação Portuguesa de Seguradores, entre Agosto de 2009 e Julho de 2010 os portugueses aplicaram cerca de 1,9 mil milhões de euros em seguros de poupança.

Este valor traduz um crescimento na ordem dos 40%, com o total aplicado em seguros vida a aproximar-se dos 6,7 mil milhões de euros.

As aplicações em PPRs, seguros e operações de capitalização totalizaram 1,85 mil milhões de euros, sendo que cerca de 50% deste valor foi aplicado no mês de Julho.

O montante subscrito em PPRs e seguros de capitalização no mês de Julho totalizou os 900 milhões de euros, 80% dos quais foram aplicados em seguros de capitalização.

Uma explicação para este elevado volume de subscrições no mês de Julho prende-se com o facto deste se tratar de um mês em que tradicionalmente são pagos os subsídios de férias o que aumenta a capacidade de poupança.

fonte:mapfre

publicado por adm às 20:37 | comentar | favorito
tags:
18
Set 10

Seguros burlados em 750 mil euros

Simularam 138 acidentes para conseguir burlar as seguradoras. O esquema foi posto em prática pelo menos entre 2000 e 2006 e amanhã sentam-se no banco dos réus 43 pessoas.

 

Por ser um megaprocesso e por o Palácio da Justiça não ter condições para julgar tantos réus num só caso, foi alugada a Nave Desportiva de Espinho. Há ainda cinco seguradoras que se constituíram assistentes, numa burla que lesou as companhias de seguros em mais de 750 mil euros.

Segundo o Ministério Público, os cabecilhas da rede eram os donos de oficinas. Havia pelo menos duas que aderiram ao esquema criminoso que passava por simular acidentes ou mesmo provocá-los. Escolhiam normalmente zonas pouco movimentadas em horas de pouco trânsito e provocavam o embate que previamente tinham acordado. Antes disso, ainda se davam ao trabalho de alterar os veículos nos locais onde os mesmos iam ‘bater’. Usavam peças estragadas para que os lucros fossem maiores ou danificavam-nas antes, para dar a ideia de maior impacto.

Ainda segundo a acusação do Ministério Público, em alguns casos, os donos das oficinas contavam com a colaboração dos automobilistas. Havia mesmo situações em que nem sequer havia embate.

Nos acidentes que não eram alvo de acordo prévio, os arguidos procuravam rotundas, cruzamentos ou entroncamentos e circulavam até terem oportunidade de provocar o acidente. "Nestes acidentes, os arguidos, ao invés de travarem ou desviarem, como podiam e deviam, evitando o embate, imprimiam maior velocidade ao veículo que conduziam e não permitiam ao outro condutor qualquer reacção", diz o MP na acusação que agora chega a julgamento.

Refira-se, ainda, que a investigação, que foi levada a cabo pela PSP de Espinho, teve o seu ponto alto a 26 de Junho de 2007, quando foram detidas seis pessoas.

fonte:cmjornal

publicado por adm às 20:36 | comentar | favorito
13
Set 10
13
Set 10

Poupanças aplicadas em seguros subiram 40% até Julho

Nos 12 meses terminados no final de Julho, os portugueses aplicaram perto de 1,9 mil milhões de euros em seguros de poupança. Quase metade deste valor foi aplicado em Julho.

 

As poupanças dos portugueses aplicadas em seguros de vida aumentaram 40% no último ano ano, aproximando-se dos 6,7 mil milhões de euros. De acordo com dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), nos 12 meses terminados em Julho, as aplicações em planos de poupança reforma (PPR) e em seguros e operações de capitalização ascenderam a 1,85 mil milhões de euros.

Quase metade do crescimento do volume aplicado nestes três tipos de seguros foi conseguido em Julho. Só neste mês, o valor dos PPR e dos seguros e operações de capitalização aumentou quase 900 milhões, dos quais 163,5 milhões nos planos de reforme e 721 milhões em seguros de capitalização. Uma subida que não deverá ser alheia ao facto nesta altura do ano serem pagos os subsídios de férias que permitem reforça a capacidade de poupança.

fonte:jornaldenegocios

publicado por adm às 22:37 | comentar | favorito
07
Set 10
07
Set 10

Seguros de protecção ao crédito. A solução compensa?

Períodos de carência, franquias e limites de indemnização quase esvaziam de importância este produto.

 

Está com medo de ficar desempregado ou doente e sem possibilidade de pagar os seus empréstimos? Pois bem, subscrever um seguro de protecção de crédito pode ser vista como uma solução para conseguir respeitar os seus compromissos e, ao mesmo tempo, assegurar uma maior estabilidade financeira.

A verdade é que a instabilidade económica e o aumento do desemprego estão a preocupar cada vez mais os consumidores e, por isso, os seguros de protecção de crédito têm vindo a ganhar cada vez mais terreno junto dos portugueses. 

A explicação é simples: estes seguros protegem os consumidores de situações imprevistas, assegurando tanto o pagamento do capital em dívida - em caso de morte ou invalidez permanente - como o pagamento da prestação mensal, em caso de desemprego, salários em atraso ou doença.

Isso significa que, caso ocorra alguma destas situações imprevisíveis, a seguradora substitui o cliente no pagamento das prestações. Durante este período, a companhia de seguros só pode terminar o contrato se o cliente não pagar os prémios ou se ficar provado que agiu de má- -fé e deu informações erradas. 

Obstáculos

Se, na teoria, este produto ganha pontos, na prática isso nem sempre acontece e apesar do seu crescimento no mercado português, nem tudo são vantagens. A Associação de Defesa do Consumidor (Deco) analisou as várias ofertas no mercado e chegou à conclusão que "a utilidade destes seguros é quase nula". Segundo a mesma, "entre exclusões, períodos de carência, franquias e limites de indemnização, as situações em que pode contratar são tão limitadas que o objectivo da contratação fica desde logo comprometido". 

Também o preço é considerado pela Deco outro elemento pouco atractivo e que deve ser tido em conta no momento da contratação. Mas vamos a números: para um empréstimo de cinco mil euros a 24 meses, o cliente pode ter de pagar um prémio à cabeça no valor de 210 euros, o que representa cerca de 15% dos encargos associados ao crédito. 

As desvantagens não ficam por aqui. Para o segurado activar o produto no caso de doença ou acidente, a incapacidade terá de durar mais de 30 dias. "Se a incapacidade durar menos, o que sucede na maioria dos casos, o cliente está por sua conta e tem de continuar a pagar a prestação do crédito", explica a associação. 

Há também certas doenças que estão automaticamente excluídas, assim como o consumo de álcool e estupefacientes (ver caixa). 

Timings

Apesar de estar a contrair um produto para assegurar alguns imprevistos, não pense que o seguro garante o pagamento da prestação enquanto durar a incapacidade. O pagamento das prestações por parte da seguradora respeitam determinados prazos. "Na prática até pode contratar o seguro para um crédito a cinco anos, mas em caso de sinistro só poderá beneficiar de três anos de protecção, no máximo", alerta a Deco. 

Em caso de doença, a seguradora paga, no máximo, 12 meses consecutivos e 36 prestações por contrato. Num cenário de despedimento colectivo, extinção do posto de trabalho e caducidade do contrato, a seguradora prevê o pagamento da prestação durante seis meses por sinistro e 12 a 36 meses por contrato. Mas para isso precisa de estar inscrito no centro de emprego há, pelo menos, 30 dias. Já o apoio da seguradora ao nível de salários em atraso - cobertura exclusiva para trabalhadores por conta de outrem - dura seis meses, no máximo. 

Além disso, depois de activar uma cobertura só poderá repetir a dose passado seis meses. Ou seja, se tiver uma recaída de nada lhe serve este produto. Em caso de sinistro coberto pela apólice contacte de imediato o banco e a seguradora. Estes ficam encarregues de enviar uma participação com os documentos a apresentar. No entanto, enquanto a seguradora analisa o processo e até assumir a responsabilidade, o cliente deverá continuar as prestações para evitar situações de incumprimento.

fonte:ionline

publicado por adm às 22:40 | comentar | favorito
03
Set 10

Seguro multirriscos-habitação

Quando o consumidor avalia os bens por um valor inferior ao real, recebe a indemnização de forma proporcional e é prejudicado pela seguradora.

 

Seguro para cobrir o risco de incêndio e apenas quando se vive em condomínio, eis o que a lei exige. Mas convém acautelar outras situações que podem provocar danos graves numa habitação, como sismos ou inundações. Além disso, se comprar casa com recurso ao crédito, o mais provável é o banco não se contentar com um simples seguro de incêndio e exigir mesmo o multirriscos.

Coberturas a não perder

  • As seguradoras têm coberturas de base e complementares. É aconselhável contratar “incêndio, queda de raio ou explosão”, que indemniza os danos causados por estes fenómenos e as operações de salvamento. Também é útil ter a cobertura de “ruptura, entupimento ou transbordo da canalização ou esgotos”. Algumas apólices incluem a pesquisa de avarias, reparação de canos e reposição da situação inicial.
  • Para evitar as consequências de desastres naturais, é sempre interessante dispor das coberturas de “inundações”, “tempestades” e “aluimento de terras”. Outra muito importante é a de “fenómenos sísmicos”.
  • Se a casa ficar inabitável devido a um sinistro coberto, a “privação temporária do uso” paga o transporte e armazenamento de objectos e alojamento. Nesta situação, também pode ser útil “demolição e remoção de escombros”.
  • Os danos causados a terceiros pelo segurado são cobertos ao abrigo da “responsabilidade civil”. Em caso de danos após “furto ou roubo”, as apólices reembolsam os prejuízos.

Dicas para não ser prejudicado

  • A avaliação dos bens e a indicação do capital seguro cabem ao consumidor. Em caso de sinistro, todas as companhias indemnizam na proporção entre o capital e o valor real dos bens. Se o recheio valer 50 mil euros e o cliente declarar 30 mil, recebe apenas 60 por cento. Mas, quando os bens estão sobreavaliados, paga a mais sem benefícios: a seguradora só indemniza pelo valor real.
  • O capital do imóvel deve equivaler ao custo de reconstrução. Tratando-se de um apartamento, tem de incluir o valor proporcional das partes comuns. Consulte, no título constitutivo ou escritura, a área e a permilagem nas zonas comuns. Multiplique o resultado pelo preço de reconstrução por metro quadrado, publicado todos os anos no Diário da República, para obter um valor indicativo. Some 20% a contar com a qualidade dos acabamentos.
  • Para encontrar o capital do recheio, veja o preço de substituição em novo de cada objecto. Duas excepções: obras de arte e antiguidades, em que deve recorrer a especialistas. Acrescente 10% ao bolo, para prever eventuais aumentos de preços.

Sobe e desce dos preços

  • O preço do seguro também depende das características do imóvel. Por exemplo, os meios de prevenção contra incêndios e roubo e a existência de guarda-nocturno ou seguranças, em regra, dão direito a descontos no prémio do recheio.
  • O ano de construção e o estado de conservação influenciam igualmente o preço. Imóveis antigos ou degradados podem pagar mais. O isolamento e a ausência de moradores na casa por mais de 60 dias, na maioria das seguradoras, também implicam aumentos. Algumas agravam se for exercida uma actividade profissional no edifício.

fonte:deco.proteste

publicado por adm às 12:11 | comentar | favorito
03
Set 10

Seguro de vida para crédito e família

Garante o bem-estar financeiro em caso de falecimento de um dos elementos do agregado. Mas quase sempre é contratado por exigência do banco, para o crédito hipotecário.

 

Empréstimo protegido
Se vai contratar um seguro de vida para o crédito à habitação, opte por um temporário anual e renovável. É válido por 1 ano e renova-se automaticamente por iguais períodos até que uma das partes, seguradora ou consumidor, o termine. Os prémios são calculados consoante o capital e idade das pessoas seguras. Como a probabilidade de falecer aumenta com a idade, os prémios são crescentes: quanto mais velho, mais paga.

Quando o crédito é contraído por dois titulares, contrate um seguro de vida a "duas cabeças" pela totalidade do capital em dívida. Assim, a companhia paga a indemnização se um dos dois morrer ou ficar inválido, ficando o outro com a casa paga.

Além da cobertura de morte, o banco exige a invalidez total e permanente ou invalidez absoluta e definitiva. A primeira é mais abrangente: paga uma indemnização em caso de incapacidade igual ou superior a 65%, que impeça o segurado de trabalhar. A segunda, exigida pela maioria dos bancos, só é activada se ficar totalmente incapacitado para qualquer actividade e precisar de assistência no dia-a-dia.

O capital seguro deve corresponder ao capital em dívida no banco. Desde Dezembro, a seguradora tem de actualizar o capital do seguro com a mesma periodicidade da amortização da dívida do crédito (regra geral, mensalmente).

 

Sem quebra de rendimentos


Se receia contrair uma doença ou sofrer um acidente que o impeça de assegurar os rendimentos da família, contrate um seguro com capital constante por 5, 10 ou 20 anos. Neste período, a seguradora só pode terminar o contrato se não pagar os prémios ou ficar provado que agiu de má-fé e deu informações erradas.

Para calcular a quantia que o agregado precisaria se falecesse ou ficasse inválido, fixe as necessidades anuais, multiplique-as pelo período que quer acautelar e acrescente uma margem por causa da inflação.

Ao contratar seguro de vida, tem de preencher um questionário médico para a companhia avaliar o seu estado de saúde e o risco. Tem em conta indicadores, como peso, altura, tensão arterial, hábitos tabágicos, sedentarismo, o seu historial de patologias e o da família.
Apesar de proibido por lei, as companhias continuam a pedir informação genética. Seja rigoroso nas respostas: influenciam a aceitação do seguro e o prémio a pagar. A seguradora pode ainda exigir exames médicos.

fonte:deco.proteste

publicado por adm às 12:09 | comentar | favorito