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Dez 10
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Cerca de seis milhões de portugueses possuem um tipo de seguro

O estudo Basef Seguros, da Marktest, revelou que oito em cada dez residentes no território continental português, com 15 e mais anos de idade, têm um qualquer tipo de seguro.

Um universo de 6 668 mil indivíduos em Portugal continental possui ou usufrui de seguros. Dados do estudo Basef Seguros da Marktest dão conta que o número de pessoas com seguro registou um decréscimo face a 2007, quando a percentagem era de 84,6. Actualmente os segurados são 80,2 por cento.

No mês de Outubro de 2010, entre a população continental com mais de 15 anos, inclusive, 23,9 por cento afirmam possuir um seguro, 21,1 por cento dizem ter dois, 14,4 por cento três, 12,2 por cento quatro e 28,1 por cento revelam ter mais de quatro.

A média geral observada dá conta que cada beneficiário possui 3,48 seguros.

fonte:http://noticias.portugalmail.pt/

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Dez 10
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Dez 10

Segure o seu carro clássico a partir de 60 euros por ano

Soluções no mercado podem superar os 100 euros, mas nem todas permitem circular livremente pelas estradas.

Qual o nome da série protagonizada pela dupla de detectives privados Tó e Duarte, que se deslocavam num Citroën 2 cavalos? Não se lembra? Resposta: Duarte e Companhia. A série comemorou esta semana 25 anos desde a sua estreia, coincidência ou não, o mesmo número de anos mínimos exigido para fazer um seguro de um automóvel clássico. O Diário Económico foi à procura das soluções disponíveis no mercado utilizando, inevitavelmente, o mesmo modelo de quatro rodas usado pela dupla policial nas suas deslocações para combater os dois grupos de criminosos liderados por Átila e Lúcifer: um Citroën 2 cavalos. Mais concretamente um modelo de 1982 e com 600cc de cilindrada. Mas antes de fazer um seguro para o automóvel clássico tenha em atenção que o mesmo terá de estar certificado pelo ACP ou pelo Museu do Caramulo além, obviamente, da obrigatoriedade do veículo ter mais de 25 anos.

Entre as três ofertas analisadas, a Tranquilidade é quem apresenta a solução mais barata. Para a versão menos dispendiosa - o pacote Essencial - o prémio anual exigido é de 59,20 euros, montante que já inclui o custo da apólice. As coberturas incluem a responsabilidade civil, a assistência em viagem, as despesas de tratamento para o condutor e ocupantes e a cobertura para morte ou invalidez permanente. Com a versão mais cara da Traquilidade - o pacote Exclusivo - o montante encarece para os 144,10 euros, incluindo os cinco euros do custo da apólice. No entanto, além das coberturas base estão ainda incluídas as coberturas para actos de vandalismo, choque e colisão, fenómenos da natureza, furto ou roubo e ainda incêndio. Ainda que lhe permita fazer até 5.000 quilómetros por ano, para fazer o seguro do seu automóvel clássico na Tranquilidade terá obrigatoriamente de ter o seu carro de uso diário segurado nesta companhia.

Além de não ter obrigação, as ofertas da Fidelidade Mundial e Império Bonança permitem circular pelas estradas de Portugal sem qualquer limite de quilometragem. Com coberturas de responsabilidade civil, assistência em viagem, protecção jurídica e ao condutor, as seguradoras apresentam duas alternativas. A primeira, dirigida a condutores com mais de 20 anos com seguro e com cinco anos sem sinistros, apresenta um prémio anual de 97,71 euros. Já na segunda opção, para condutores sem um seguro anterior, o encargo sobe para os 124,02 euros. Em ambos os casos, os preços já incluem o custo da apólice, de 5,55 euros, assim como a carta verde.

Para os amantes de automóveis clássicos que preferem mostrar a sua paixão de 2 cavalos apenas em exposições, desfiles ou concentrações em vez de circular diariamente, a solução Auto Clássico da Liberty surge como a mais indicada. O pacote base conta com as coberturas de responsabilidade civil, assistência em viagem e despesas para ocupantes e apresenta um prémio anual de 60,04 euros, aos quais se somam 7,57 euros com o custo da apólice, ou seja um montante total de 67,61 euros. Se além das coberturas base pretende a quebra isolada de vidros, ao encargo anual acrescem mais 50,14 euros com esta cobertura, resultando num prémio de 117,75 euros na primeira anuidade. Tal como no caso da Tranquilidade, para fazer o seguro do seu Citroën na Liberty terá obrigatoriamente de ter o seguro do seu carro de utilização diária nesta companhia.

Independentemente da solução escolhida, já não tem desculpa para não fazer um seguro para o seu automóvel clássico para poder desfrutar do puro prazer de conduzir história e, quem sabe, reviver momentos à ‘Duarte e Companhia' ao volante de um vermelho Citroën 2 cavalos.


Algumas das ofertas de seguro para automóveis clássicos disponíveis no mercado

Tranquilidade - 59,02€
A seguradora apresenta dois pacotes diferenciados pela quantidade de coberturas. Apesar de permitir fazer 5.000km por ano, o produto obriga a ter o seguro do carro diário nesta companhia.

Fidelidade/Bonança - 97,71€
Esta opção é dirigida a condutores com um historial de 20 anos com seguro e cinco anos sem sinistros. O produto não obriga a ter o seguro do carro diário nesta companhia e não tem limite de quilometragem.

Liberty - 67,61€
O Auto Clássicos é direccionado apenas para exposições, desfiles ou concentrações, não permitindo a livre circulação do clássico. Além disso, obriga a ter o seguro do carro diário nesta companhia.

fonte:http://economico.sapo.pt/

http://oseguroautomovel.blogs.sapo.pt/

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11
Dez 10
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Dez 10

Guia útil sobre seguros e fundos de pensões disponível na internet

Através desta publicação, o Instituto de Seguros de Portugal quer melhorar a qualidade de informação e aumentar a transparência para que o cliente tenha resposta às dúvidas.

 

Já está disponível na internet um guia, em linguagem simples e clara, para os consumidores perceberem do que se fala quando o assunto são seguros e fundos de pensões. Com esta iniciativa, o Instituto de Seguros de Portugal (ISP) quer melhorar a qualidade de informação e aumentar a transparência para que o cliente tenha resposta às dúvidas. 

“Quando alguém tem a infelicidade de ter um acidente automóvel, o que deve fazer de seguida, quem deve contactar, que prazos têm as seguradoras para responder”, explica Rui Fidalgo. 

O porta-voz do Instituto de Seguros de Portugal sublinha que nos seguros de saúde, o guia ajuda a “compreender as características dos produtos que estão no mercado, os direitos e devedores que assistem ao consumidor”.

fonte:http://www.rr.pt

publicado por adm às 23:42 | comentar | favorito
01
Dez 10
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Dez 10

Cuidados a ter quando contrata um seguro de vida

A actualização mensal do capital do seguro de vida associado ao crédito à habitação permite poupar. Mas firmas reagem com revisão de tarifas.

Todos os bancos exigem um seguro de vida aos titulares de crédito à habitação. O objectivo é garantir que, em caso de falecimento ou invalidez de algum dos titulares, a dívida ao banco é saldada. Daí o seguro ser contratado pelo montante do crédito. Contacte o seu banco e confirme se a actualização do capital é feita todos os meses.

Menos encargos só para alguns
Todos os meses, o empréstimo é amortizado e o valor em dívida diminui. Mas nem sempre acontece o mesmo com o capital associado ao seguro de vida que contratou.

Em Dezembro de 2009, um diploma legal determinou que aquele tinha de ser actualizado com a mesma periodicidade com que é pago o empréstimo: na maioria dos casos, todos os meses. Esta medida fazia prever uma diminuição dos encargos, mas o objectivo principal não foi atingido. O diploma não era claro quanto aos contratos em que deveria ser aplicado e a maioria das instituições só fizeram a actualização nos créditos contratados após a entrada em vigor da lei. Nos mais antigos, o consumidor tinha de pedir a alteração.

Para ultrapassar este problema, em Fevereiro de 2010, o Instituto de Seguros de Portugal recomendou que os titulares dos seguros de vida associados a créditos à habitação fossem informados da opção pela actualização mensal do capital. Mas nem todas as instituições o fizeram. Pior: algumas, para compensar a perda de receita devido ao novo diploma, passaram a actualizar todos os meses as tarifas em função da idade das pessoas seguras. Na prática, o prémio mensal, em vez de diminuir, pode aumentar alguns cêntimos.

Faça contas antes de mudar
Se a sua seguradora o informou da opção pela actualização mensal, verifique se compensa. Caso não tenha havido comunicação, contacte a instituição para apurar se o capital é actualizado todos os meses. Se não for, exija uma simulação para saber quanto pagaria com aquela modalidade.

Uma lei criada com o objectivo de proteger os consumidores acabou por ter efeitos contrários e tornar-se penalizadora. Numa altura em que os orçamentos das famílias estão mais apertados do que nunca, são bem-vindas todas as medidas que possam aliviar a despesa mensal. Mas as seguradoras encontraram um modo de ganhar com a situação, o que é uma atitude bastante criticável. A Deco promete ficar atenta a este assunto. Acompanhe os alertas da associação em www.deco.proteste.pt

Seguradoras penalizam consumidores
Dada a lacuna do diploma publicado, cabe ao Instituto de Seguros de Portugal obrigar, desde já, todas as seguradoras informar os consumidores da possibilidade de optar pela actualização mensal do seguro de vida associado ao crédito habitação. As companhias também devem ser obrigadas a enviar aos clientes uma simulação com o valor que pagam e o novo prémio. O consumidor só tem de optar situação mais vantajosa. Não podemos deixar de criticar o facto de as seguradoras aproveitarem a lei para actualizar a tarifa todos os meses, penalizando os consumidores. Para acabar com este cenário, apresentámos as conclusões ao ISP e à Secretaria de para a Defesa do Consumidor.

fonte:economico

publicado por adm às 23:55 | comentar | favorito