29
Mai 11
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Mai 11

Seguros:A salvo por 34 euros

Por 34 euros anuais, pode acautelar danos causados pelo cão, filhos, empregado doméstico e até durante a prática de desporto.

Desde o derrube de uma peça de cristal na loja de decoração à queda de um vaso da varanda em cima do carro do vizinho, são várias as situações em que, involuntariamente, podemos causar danos a terceiros e ser obrigados a indemnizá-los. O seguro de responsabilidade civil familiar assegura o pagamento dos estragos por um preço reduzido e é conveniente para qualquer família, sobretudo para quem tem filhos irrequietos.

A Deco consultou 17 seguradoras: oito colaboraram e submeteram o seu produto à análise da associação. Já a Génesis, Liberty, Mútua de Pescadores, Ocidental, Victoria e Zurich declararam não dispor deste seguro. A Global, Lusitania e Tranquilidade remeteram-se ao silêncio.

Filhos e empregados protegidos

Além do titular, o seguro de responsabilidade civil cobre todos os elementos do agregado familiar: o cônjuge (ou pessoa com quem viva em união de facto), bem como os filhos, ascendentes ou irmãos, desde que habitem na mesma casa e estejam na sua dependência económica. A Fidelidade Mundial, Império Bonança e Groupama incluem os filhos até 24 anos que pertencem ao agregado, mas não coabitam com o consumidor por estudarem noutra cidade. Vantajoso é ainda o facto do seguro de responsabilidade civil familiar indemnizar terceiros por danos gerados por empregados domésticos ao seu serviço.

O capital máximo a contratar varia com a companhia e situa-se geralmente entre 100 e 250.000 euros. Excepção: a Allianz declara ir até aos 600.000 euros.
Na maioria das seguradoras, a apólice só é válida em Portugal. Mas em quase todas é possível alargar a cobertura a outros países europeus mediante o pagamento de um prémio adicional. Na Allianz, custa nove euros, já a Fidelidade Mundial duplica o preço da apólice. A extensão territorial pode ser útil, por exemplo, para quem viaja muito. Nestes casos, a apólice da Mapfre oferece melhor cobertura: é válida na União Europeia e pode alargar a cobertura ao resto do mundo por menos de 60 euros (para 100.000 euros de capital seguro).
Todos os contratos impõem uma franquia que varia em função da companhia. Assim, as indemnizações de pequeno montante (em regra, entre 25 euros e 50 euros) ficam a cargo do segurado.

Em caso de sinistro, a seguradora paga a indemnização, bem como eventuais despesas judiciais até ao limite do capital seguro. Não há um limite máximo de indemnização por lesado. Porém, quando há vários lesados pelo mesmo sinistro e o montante de danos excede o capital seguro, a indemnização paga a cada um é calculada proporcionalmente aos danos sofridos, até ao limite do capital. As seguradoras suportam ainda os honorários dos advogados ou solicitadores, desde que estes tenham sido escolhidos pela companhia.

Fora da cobertura de todas as apólices ficam os danos provocados durante o exercício de uma actividade remunerada, sob o efeito de álcool ou intencionais. Está também excluída a responsabilidade por objectos confiados à guarda do segurado, por acidentes de viação com veículos obrigados a seguro e o pagamento de cauções ou fianças. Só a Allianz cobre os danos a terceiros na sequência de obras de reparação ou manutenção do imóvel.

Coberturas base a partir de 19 euros

O preço da apólice de responsabilidade civil familiar difere de seguradora para seguradora, mas é quase sempre bastante baixo. Com excepção da Generali, Açoreana e Mapfre com uma apólice com todas as coberturas, nas restantes pode contratar apenas a cobertura base ou adicionar coberturas complementares. Estas variam de acordo com a companhia: na Fidelidade Mundial, a condução de bicicletas e os imóveis têm de ser contratados à parte, tal como os imóveis na Allianz. Na Axa e Groupama, terá de pagar um extra para incluir cães de grande porte.
Se tem um cão e procura a apólice com a melhor cobertura para animais domésticos, consulte tabela ao lado. Porém, em função da raça, poderá ter de contratar um seguro de responsabilidade específico. É no pacote com todas as coberturas que a Deco encontrou diferenças de preço mais significativas: o da Allianz custa quase o dobro da Escolha Acertada, a Fidelidade Mundial.

Antes de subscrever o seguro de responsabilidade civil familiar, verifique se já não é titular desta cobertura através de outro seguro ou serviço. Muitas vezes, já beneficia da cobertura de responsabilidade civil familiar através do multirriscos-habitação ou do seguro de viagem. Mais: também surge com frequência no pacote de seguros associado ao cartão de crédito, embora com um âmbito mais limitado do que se contratar o seguro isoladamente. Confirme se essas coberturas satisfazem as suas necessidades

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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18
Mai 11
18
Mai 11

Fundo de Garantia pagou 21,1 milhões de euros de indemnizações em 2010

 O Fundo de Garantia Automóvel foi acionado para pagar 21,1 milhões de euros em indemnizações, relativos a um total de 5.286 processos abertos casos ao longo de 2010, mas a tendência será de agravamento este ano.

O alerta é feito pelo Instituto de Seguros de Portugal (ISP) no relatório da atividade seguradora relativa ao ano passado, tendo em conta a situação económica nacional. Isto apesar de uma descida de 3,7 por cento no volume de processos para que o fundo foi acionado, comparativamente com 2009.

"As crises económicas restringem, em regra, a circulação rodoviária e, consequentemente, provocam diminuição da sinistralidade automóvel.

No entanto, a manter-se o status quo (menos receitas das famílias e desemprego), pode assistir-se ao incremento do parque automóvel sem seguro e ao agravamento da sinistralidade afeta ao FGA [Fundo de Garantia Automóvel] ", lê-se no documento do ISP.

Segundo os dados do ISP, consultados hoje pela Lusa, foram abertos, em 2010, através daquele fundo, 5.286 novos processos, menos 205 que em 2009. Nos primeiros quatro meses deste ano, o FGA foi chamado a intervir em 1655 processos, quando em igual período de 2010 esse número já atingia os 1869.

Recorde-se que o fundo garante o pagamento das indemnizações por danos corporais e materiais resultantes de acidentes de viação causados por veículos matriculados em Portugal, que não tenham, à data do acidente, o seguro obrigatório necessário.

Em 2010 foram pagas indemnizações totais no valor de 21,1 milhões de euros, o mais baixo dos últimos cinco anos, depois dos máximos atingidos em 2006, com 27,7 milhões de euros. Deste montante, foram cobrados dos responsáveis sem seguro, no ano passado, apenas cerca de 2,5 milhões de euros, um decréscimo de 6,6 por cento face a 2009.

Entre os processos abertos pelo FGA em 2010 contam-se situações em que se assume como fundo de garantia, em caso de viaturas acidentadas ou quando não se pode atribuir a responsabilidade, ou ainda como organismo que gere o reembolso do Gabinete Português de Carta Verde.

Por acidentes causados no espaço europeu por veículos matriculados em Portugal sem seguro automóvel obrigatório, o FGA despendeu o montante superior a um milhão de euros.

fonte:http://sicnoticias.sapo.pt/

publicado por adm às 23:09 | comentar | favorito
11
Mai 11
11
Mai 11

Seguros: número de reclamações cresce 29%

O número de reclamações analisadas pelo Instituto de Seguros de Portugal (ISP) no ano passado ascendeu a 9.000, um crescimento de 29 por cento face às 6.968 reclamações registadas em 2009, anunciou esta quarta-feira o supervisor do setor segurador.

«Não é um indicador preocupante e é de realçar que nos últimos anos houve um incremento na qualidade dos serviços prestados pelos operadores. O setor apresenta um rácio de 49 reclamações por cada 100 milhões de euros em prémios, o que é pouco expressivo», disse aos jornalistas Fernando Nogueira, presidente do ISP, durante a apresentação do relatório da regulação e supervisão da conduta de mercado de 2010, cita a Lusa.

Segundo Fernando Nogueira, o aumento de 29 por cento não deve ser interpretado como uma degradação da qualidade do serviço, já que, desde o final de 2009, o ISP criou a obrigatoriedade de todos os operadores terem a figura do gestor de reclamações, tendo também sido implementado o Provedor do Cliente, o que influencia o aumento das reclamações.

«Os dois processos de fusão realizados em 2010, envolvendo cinco operadores, também ajuda a explicar o aumento do número de reclamações», salientou o presidente do ISP, acrescentando que houve também «alterações nos sistemas informáticos de alguns operadores de grande dimensão e que afetaram a operacionalidade dos serviços de apoio aos clientes».

Seguro automóvel é o que gera mais reclamações

Fernando Nogueira revelou que 53 por cento das reclamações analisadas em 2010 foram resolvidas a favor dos clientes.
O tipo de seguro que gera mais reclamações é o automóvel (4.660 reclamações), mais de metade do total, seguido do incêndio e outros danos (1.058 reclamações). Ainda assim, o relatório do ISP revela que o nível de cumprimento do mercado é superior a 99,7 por cento no que toca aos prazos de regularização dos sinistros automóveis.

Questionado pelos jornalistas sobre as reclamações nos seguros de saúde, o responsável revelou que houve menos de 600 reclamações em 2010, face a um universo de cerca de dois milhões de beneficiários deste tipo de seguros.

Sobre a atividade de supervisão do ISP, durante o ano passado foram realizadas 1.108 ações de fiscalização (mais 52 por cento do que em 2009), graças «ao reforço de recursos» do supervisor iniciado em 2007, conforme explicou Fernando Nogueira.

ISP instaurou 240 processos de contra-ordenação

A mediação foi responsável por quase metade destas acções «devido ao peso que tem no mercado segurador português», explicou o presidente.

O ISP instaurou 240 processos de contra-ordenação em 2010, dos quais 39 por cento dizem respeito à regularização de sinistros do ramo automóvel, à mediação de seguros, e a situações envolvendo o livro de reclamações.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 23:44 | comentar | favorito
07
Mai 11
07
Mai 11

Sony oferece seguros contra roubo de identidade

O presidente executivo da Sony, Howard Stringer, escreveu uma carta em que pede desculpa pelas falhas de segurança e anuncia que a empresa vai oferecer um seguro contra roubo de identidade.

 

“Enquanto empresa, nós – e eu – pedimos desculpa pela inconveniência e preocupações causadas por este ataque” , escreve Stringer, numa carta publicada no site da PlayStation Network, a maior das três platafrmas atacadas.

A carta específica ainda que a Sony vai oferecer a cada utilizador um seguro contra roubo de identidade (o tipo de fraude que se consegue com dados como os que foram roubados dos servidores da Sony e quie incluem nomes, moradas e números de cartões bancários) que cobre prejuízos e despesas até um milhão de dólares (700 mil euros) por utilizador.

Por ora, a oferta é apenas para utilizadores nos EUA, mas a empresa planeia estender a medida a todos os clientes afectados.

Para além disto, a Sony também já tinha anunciado a oferta de bónus nos serviços afectados (conteúdos grauitos, por exemplo), como forma de compensação.

fonte:http://www.publico.pt/T

publicado por adm às 19:43 | comentar | favorito