26
Jul 11
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Jul 11

Aprenda a escolher o melhor seguro para proteger a sua casa

Uma boa cobertura multirriscos-habitação pode ajudá-lo a poupar milhares de euros caso a sua casa seja atingida por um incêndio, uma inundação, uma tempestade ou um sismo, entre muitos outros imprevistos que podem ocorrer. 

A maioria dos consumidores compra casa com recurso a crédito e muitos acabam por contratar a apólice no próprio banco em troca de uma redução do spread. Este é um dos truques mais frequentes das instituições financeiras. Contudo, pode contratar um seguro para o recheio noutra seguradora se considerar que é mais vantajoso.

Todas as apólices contemplam um conjunto de coberturas que constituem a base do seguro e são de contratação obrigatória. Além disso, o cliente pode subscrever outras coberturas que são facultativas e que podem ser contratadas mediante o pagamento de um prémio adicional.

A par das coberturas habituais - incêndio, danos por água, furto ou roubo, fenómenos sísmicos, tempestades e inundações, responsabilidade civil, privação temporária do uso da habitação e aluimento de terras - pode optar por coberturas específicas para o recheio. É o caso, por exemplo, da assistência ao lar, riscos eléctricos e acidentes pessoais. Não esqueça que esta última cobertura pode estar incluída noutros produtos, nomeadamente nos cartões bancários. 

Cuidado com a avaliação Depois de determinar o pacote de coberturas a contratar, é preciso definir o capital que irá segurar. Para isso, o melhor é começar por fazer uma avaliação rigorosa dos bens que tem em casa. Faça uma lista de tudo o que tem e valorize individualmente os objectos especiais.

Evite cair na tentação de sobrevalorizar os bens que tem em casa. O ideal é que faça uma avaliação fiel, pois, se indicar um valor inferior ao real, a seguradora paga só uma parte dos prejuízos, em caso de sinistro. Por exemplo, o recheio de casa ultrapassa os 50 mil euros, mas só declarou 30% (60% do valor real). Se for assaltado e lhe levarem bens no valor de 10 mil euros, recebe apenas 6 mil euros (10 mil multiplicados por 60%). Em contrapartida, não ganha nada com sobreavaliar. Paga mais de prémio e a companhia acaba só por lhe dá o equivalente ao valor real. 

"A avaliação correcta é fundamental quer para pagar um prémio justo, quer para receber a indemnização certa, se algo correr mal. Se os bens estiverem avaliados num valor inferior ao real, em caso de sinistro a seguradora só indemniza os prejuízos na proporção entre o capital seguro e o valor real, ficando o resto a cargo do segurado", revela a Associação de Defesa do Consumidor. 

Segundo a Deco, a maior parte das companhias aplica a regra proporcional, mas, "como a avaliação dos bens não é fácil, prevêem uma margem de 15%". O capital seguro para o recheio é fixo e determinado pela própria companhia, em função do número de assoalhadas do imóvel.

Apesar de o capital seguro dever ser igual ao valor de substituição dos bens em novo, há algumas excepções para esta situação: peças de arte e antiguidades. Neste caso, o melhor é recorrer ao mercado da especialidade e segurá-los pelo seu valor. No entanto, geralmente, as obras de arte só são protegidas com seguros específicos. De acordo com o Instituto de Seguros de Portugal (ISP), os bens mais raros ou valiosos - antiguidades, obras de arte e jóias, por exemplo - devem ser especificamente identificados, se possível através de fotografias e descrição das suas características, e ser--lhes atribuído um valor por peça. "Em caso de sinistro, é o segurado que tem o ónus da prova, isto é, que tem de provar que os danos se verificaram e que os bens lhe pertenciam ou estavam à sua guarda. É por isso importante guardar toda a documentação que prove a existência dos bens seguros, nomeadamente os recibos discriminados que comprovem a sua compra", revela o ISP.

Caso contrário, a maioria das seguradoras paga até 1500 euros por objecto em caso de sinistro, independentemente do seu valor real. "Se no conjunto o valor dos objectos especiais ultrapassar 30% do recheio total, muitas companhias aplicam um agravamento de 10 ou 20%" sobre o prémio", salienta a Deco.

Como calcular o valor do recheio? É simples, faça uma lista de todos os objectos que possui e considere que o valor que pagaria se tivesse de os adquirir no momento de subscrever ou renovar a apólice. Adicione 10% desse montante para precaver eventuais aumentos de preço. O valor em novos dos bens aumenta à medida que os anos passam, por isso o capital é actualizado anualmente, de forma automática e com base no índice publicado no ISP. Esta tabela tem como objectivo reflectir a variação dos preços em função da inflação.

O ideal é que o consumidor reavalie os seus bens a cada quatro ou cinco anos e sempre que adquirir outros móveis, utensílios, objectos decorativos ou máquinas de valor elevado.

Por outro lado, existem determinados tipos de objectos em que é difícil contratar um seguro especifico para os proteger. Por exemplo, material fotográfico ou de pesca, as bicicletas e os tacos de golfe estão sujeitos a um maior número de riscos (quedas, furtos, etc.) por serem usados fora de casa. 

Preço Tal como acontece com a qualidade da apólice, o preço também é determinante para escolher o seguro da sua casa. A verdade é que o preço da apólice depende não só do valor dos bens seguros, mas também das características do imóvel e dos sistemas de protecção instalados. 

Por isso, na altura de preencher a proposta discrime os meios de prevenção contra incêndio e de protecção contra roubo instalados na habitação. É o caso, por exemplo, de extintores, alarme, fechaduras de trancas ou portas blindadas. Segundo a Deco, a existência destes dispositivos traduz-se num desconto até 30% no prémio anual da cobertura de recheio.

Também o ano de construção e o estado de conservação do edifício influenciam o preço do seguro. A associação chama a atenção para o facto de algumas seguradoras agravarem o prémio da cobertura de base para edifícios com mais de 20 anos ou quando os imóveis estão localizados em áreas isoladas ou desabitadas por um período superior a 60 dias por ano. Em contrapartida, a existência de porteiro ou guarda permanente no edifício pode dar direito a descontos.

fonte:http://www.ionline.pt/

publicado por adm às 23:09 | comentar | favorito
25
Jul 11
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Jul 11

Os melhores seguros para proteger a sua casa nas férias

Um seguro para fazer face aos principais imprevistos que podem atingir a sua casa durante as férias custa entre 148 e 240 euros, por ano.

O mês preferido pelos portugueses para gozar um merecido descanso após o longo ano de trabalho, está mesmo a chegar. Contudo, Agosto é também uma altura privilegiada para que os "amigos do alheio" arregacem as mangas. Para ir de férias descansado, o melhor é deixar a sua casa protegida. Apesar de não existir um seguro exclusivo para proteger os imóveis de roubos, as apólices dos seguros multiriscos habitação permitem incluir coberturas que abrangem este tipo de situações. A este propósito, o Diário Económico analisou a oferta das cinco maiores seguradoras do ramo não vida a operar em Portugal para perceber quanto cobram por este tipo de seguros e as condições em que o fazem. Para isso, consideramos as soluções da Fidelidade Mundial, Império Bonança, Axa Seguros, Tranquilidade e Zurich Portugal.

As soluções analisadas custam desde 148 euros mas podem chegar aos 240 euros anuais, consoante a seguradora e o que se está a proteger. Para esta análise foi considerado o cenário de um imóvel situado em Lisboa e construído em 2005, com uma área bruta de 120 metros quadrados e cujo valor de reconstrução é de 150 mil euros. Foi ainda acrescido um seguro de recheio avaliado em 25 mil euros e a cobertura de risco sísmico.

Atendendo a que os pacotes base disponibilizados por estas cinco seguradoras apresentam em alguns casos coberturas bastante diferentes, optamos por comparar produtos que incluíssem um conjunto mínimo de coberturas. Segundo Mónica Dias, da Deco, são 10 as mais importantes: incêndio, queda de raio e explosão; danos por água; furto ou roubo, fenómenos sísmicos; responsabilidade civil; tempestades; inundações; privação temporária; demolição e remoção de escombros; e aluimentos de terras. "Consideramos esse conjunto fundamental, quer pela frequência, quer pelo valor dos danos que podem ocorrer", explica. Segundo a especialista em seguros da Deco, independentemente de estarmos ou não no Verão incluir no seguro multiriscos habitação o recheio do imóvel é sempre muito importante, até porque como explica, a maior parte dos problemas que acontecem estão relacionados com situações como fugas de água ou torneiras mal fechadas.

Com base em simulações efectuadas através dos sites das seguradoras e das linhas de apoio ao cliente, para cobrir este tipo de situações a Tranquilidade é a que apresenta o seguro com o encargo mais baixo no valor de 148 euros por ano, enquanto que do lado oposto está a Zurich Portugal com a solução mais cara no total de 242,2 euros de prémio anual. No entanto, é importante ter em consideração que o seguro da Zurich para além de incluir um leque de coberturas mais abrangente também não assume o pagamento de franquias mínimas por parte do cliente. O mesmo não se passa com o seguro da Tranquilidade. A maioria das coberturas assume uma franquia de 100 euros que fica a cargo do cliente caso este proceda à activação do seguro.

No entanto, são aconselhadas algumas cautelas na contratação de um seguro desta natureza. De acordo com Mónica Dias, uma das mais importantes é a correcta avaliação quer do imóvel, quer dos bens que se pretende segurar. Isto porque se o valor indicado no seguro for superior ou inferior ao real, sujeita-se a não receber uma indemnização justa em caso de sinistro. No caso do recheio, a solução é pegar em papel e lápis e de divisão em divisão calcular quanto teria de dispender para comprar em novo todos os bens que lá tem. Além disso, no caso de objectos considerados especiais como jóias, obras de arte, colecções, máquinas fotográficas ou computadores é a aconselhável fazer uma avaliação individual. Como segurança deve ser acrescentada uma margem de 20% no valor do recheio. E não se esqueça de actualizar a lista de bens segurados, pelo menos de quatro em quatro anos. Já no caso do valor do imóvel, deve considerar quanto teria de desembolsar para reconstruir a sua casa , e não o valor de mercado. Para além da área útil do imóvel deve ser tida em conta a fracção das zonas comuns correspondente. "Fazer uma prospecção de mercado, avaliar bem as coberturas que mais nos convêm, ter em conta que muitas vezes as apólices mais baratas têm menos coberturas e recorrer aos serviços de um mediador que trabalhe com várias seguradoras" são outros dos conselhos avançados pela especialista da Deco que o podem ajudar a ter o seguro à medida do seu bolso.


Oferta das maiores seguradoras considerando 10 coberturas básicas

Fidelidade/Bonança
Para um capital de paredes de 150 mil euros e de um recheio avaliado em 25 mil euros, a Império Bonança e a Fidelidade Mundial cobram um prémio anual de 222,75 euros (ambas pertencem ao grupo CGD). Apesar de ser o segundo mais caro, uma das principais vantagens do "Seguro Casa" é o facto de não serem cobradas franquias ao cliente nas diferentes situações em que o seguro possa ser accionado.

Axa
O "Domus- Creditus" da Axa é o segundo mais barato, com um custo anual de 217,89 euros. Contudo, a partir do segundo ano é cobrado um prémio anual suplementar de 2,66 euros (protecção jurídica e assistência Lar). Na maioria das coberturas básicas não são cobradas franquias. Isto apenas acontece nas de tempestades e inundações (5% e mínimo de 60 euros), danos por água (10% e mínimo de 60 euros) e aluimentos de terras (10% e mínimo 100 euros).

Tranquilidade
O "Tranquilidade Casa" é o produto mais barato no universo analisado, com um prémio anual de 148 euros. O principal inconveniente, é o facto de ser exigido o pagamento de uma franquia de 100 euros na maioria das situações em que o seguro pode ser accionado. Para os danos no imóvel provocados por roubo ou furto o capital a segurar tem um montante máximo de 2.500 euros. Já nas coberturas para o recheio, o capital para furto ou roubo aplica-se a partir de 25 mil euros.

Zurich
É o mais caro dos seguros multiriscos analisados: custa 240,2 euros por ano. Contudo, é importante ter em consideração que o "Zurich Lar", para além de incluir um leque de coberturas mais abrangente, também não assume o pagamento de franquias mínimas por parte do cliente no caso de accionamento das coberturas. Algumas das coberturas que abrange são, no entanto, desnecessárias na maioria dos casos.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 23:06 | comentar | favorito
23
Jul 11
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Jul 11

Mais satisfeitos com seguradoras do que com banca

Seguradoras conquistam, pelo terceiro ano consecutivo, o pódio do Índice Nacional de Satisfação do Cliente no sector financeiro

 

Entre os bancos e as seguradoras, os portugueses parecem mais satisfeitos com as segundas. Isso é, pelo menos, o que mostra o estudo European Customer Satisfaction Index (ECSI ¿ Portugal 2010). As seguradoras conquistaram, pelo terceiro ano consecutivo, o pódio do Índice Nacional de Satisfação do Cliente no sector financeiro.

Em 14 sectores analisados, o segurador ficou em 5ª lugar no posicionamento nacional, ao passo que a banca regrediu um lugar, para a 8ª posição.

As seguradoras mantiveram-se ainda à frente dos sectores das comunicações, dos transportes e dos combustíveis.

Os indicadores utilizados neste estudo foram a imagem, expectativas, qualidade apercebida, valor apercebido, satisfação, resolução das reclamações e lealdade.

No conjunto dos resultados, o sector segurador obteve as maiores avaliações nas variáveis qualidade apercebida e imagem. O índice onde recebeu nota negativa pelos portugueses foi: lealdade ao cliente.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 20:02 | comentar | favorito
10
Jul 11
10
Jul 11

Seguradoras defendem PPR em momento difícil do sector

Num momento em que os PPR perdem subscrições, APS contrapõe com a sua rendibilidade.

Poupar em tempos de crise é sempre difícil, mas cada vez mais importante. Os alertas já foram feitos há meses, por parte do Presidente do Tribunal de Contas, do Presidente da República, pelos banqueiros e por alguns deputados da Assembleia da República.

As seguradoras reiteram os avisos e garantem que os Planos de Poupança Reforma (PPR) são os instrumentos mais rentáveis, sobretudo em tempos de elevada volatilidade nos mercados, mas sinalizam um abrandamento na evolução do retorno deste produto no curto prazo.

Segundo dados da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), os PPR das seguradoras não ligados a fundos de investimento foram os que garantiram a melhor taxa de rentabilidade média anual bruta, nos últimos três e cinco anos. Estes produtos têm actualmente uma exposição de cerca de 10% à dívida pública nacional.

O segundo lugar pertence aos depósitos a prazo, para onde muitos clientes se inclinam numa altura em que a banca oferece condições cada vez mais atractivas para a sua subscrição.

Feitas as contas e os PPR das seguradoras garantiram aos aforradores uma rentabilidade bruta de 3,4% ao ano, num prazo de cinco anos, entre 2006 e 2010, enquanto os depósitos a prazo permitiram um retorno de 2,9%, em termos de novas operações.

Os mesmos dados mostram que a tendência se mantém quando se fala em rentabilidade a três anos, e considerando o período entre 2008 e 2010. Os PPR das seguradoras não ligados a Fundos de Investimento voltam a liderar, com uma taxa de rentabilidade média de 3,3%, acima dos 2,7% da conseguida num depósito a prazo.

No entanto, a crise não passa ao lado do sector e reflecte-se nas subscrições de novos PPR.

"Até Maio de 2011 houve uma quebra de 4% no volume dos PPR subscritos, em termos homólogos", revelou ontem Pedro Seixas Vale, presidente da APS, durante a apresentação dos dados compilados pela Associação. Na mesma ocasião o responsável afirmou que entre Dezembro e Maio a quebra efectiva das subscrições foi de 7%. No entanto, "a minha expectativa era de que a queda fosse maior", salientou Seixas Vale.

Em 2010 os fundos dos PPR de seguros registavam um acumulado de 15 mil milhões de euros. Ou seja, praticamente o dobro do Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social (oito mil milhões). Isto significa que as contribuições anuais chegaram aos 3,2 milhões de euros em 2010. E admitindo que "vai ser difícil atingir estes montantes", o presidente da APS afirma que "manter o stock é o principal objectivo. A expansão far-se-à noutras alturas". No entanto, reforçou o aviso: "os portugueses têm que poupar mais". Em termos de PPR de seguros, os dados mostram que cada português tem, em média, poupanças na ordem dos 6.000 euros. "É pouco. Ainda é pouco", notou Seixas Vale, defendendo que "temos que fomentar uma poupança orientada, porque os portugueses não têm rendimentos muito elevados que lhes permitam poupanças muito elevadas". E, alerta, "aquilo que era alguma segurança trazida pelos sistemas públicos está, neste momento, a ter dificuldades".

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 09:23 | comentar | favorito
08
Jul 11
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Jul 11

Seguros contra acidentes de trabalho têm novas regras

Foi hoje publicada em Diário da República a legislação  que regula os seguros obrigatórios de acidentes de trabalho para trabalhadores por conta de outrém. O segurador, de acordo com a legislação agora aprovada, garante a responsabilidade do tomador do seguro pelos encargos obrigatórios provenientes de acidentes de trabalho em relação às pessoas seguras identificadas na apólice, ao serviço da unidade produtiva também ali identificada, independentemente da área em que exerçam a sua actividade. Por convenção entre as partes, podem não ser identificados na apólice, no todo ou em parte, os nomes das pessoas seguras.

Perante a lei, e no âmbito dos seguros de acidentes de trabalho, passam a constituir prestações em espécie a assistência média e cirúrgica, geral ou especializada, a assistência medicamentosa e farmacêutica, cuidados de enfermagem, hospitalização e tratamentos termais, hospedagem, transportes e fornecimento de ajudas técnicas, entre outros.

Já no que concerne às prestações em dinheiro, o diploma prevê a indemnização por incapacidade temporária para o trabalho, a pensão provisória, a indemnização em capital e pensão por incapacidade permanente para o trabalho, o subsídio por situação de elevada incapacidade permanente, os subsídios por morte e despesas de funeral, a pensão por morte ou o subsídio para readaptação de habitação.

Esta legislação agora publicada abrange apenas os acidente de trabalho que ocorram em Portugal. No entanto, os acidentes de trabalho que ocorram no estrangeiro e de que sejam vítimas trabalhadores portugueses e trabalhadores estrangeiros residentes em Portugal, ao serviço de uma empresa portuguesa, estão cobertos por este contrato, salvo se a legislação do Estado onde ocorreu o acidente lhes reconhecer direito à reparação, caso em que o trabalhador pode optar por qualquer dos regimes.

Em Portugal registam-se, em média, 230 mil acidentes laborais, mas só uma ínfima parte é alvo de inquérito por parte do Ministério Público. O sector com maior número de mortes e acidentes é o da construção, sendo o distrito do Porto o mais afectado. De acordo com a Organização Internacional do Trabalho, morrem anualmente 2,2 milhões de pessoas devido a acidentes de trabalho e doenças profissionais.

Mais informação em: Portaria n.º 256/2011. D.R. n.º 127, Série I de 2011-07-05

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

publicado por adm às 00:03 | comentar | favorito
04
Jul 11
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Jul 11

Seguro de vida: conceitos pouco claros em 18 apólices

Multiplicam-se as definições de invalidez nas apólices do seguro de vida. Denunciámos a disparidade de critérios ao Instituto de Seguros de Portugal.

 

Há dois tipos principais de cobertura de invalidez, com designações semelhantes, mas abrangências e preços diferentes. Na maioria das companhias, a invalidez total e permanente garante o pagamento do capital, caso o consumidor, na sequência de doença ou acidente, fique total e permanentemente incapacitado de exercer a sua profissão ou outra atividade remunerada compatível com as suas aptidões e conhecimentos. Cumulativamente, deve ter um grau de desvalorização superior a 65% na tabela nacional de incapacidades. A invalidez deve ainda estar clinicamente consolidada e ser irreversível.

Já a invalidez absoluta e definitiva define-se como a incapacidade permanente e irreversível do segurado exercer qualquer atividade remunerada, tendo de recorrer à assistência contínua de uma terceira pessoa para os atos do dia-a-dia, como alimentar-se. Sem qualquer uniformidade, as coberturas variam consoante a companhia e são vendidas sob designações diversas.

Resultado: decifrar a apólice é um desafio e comparar propostas, uma missão impossível. Por exemplo, na AXA, a invalidez absoluta e definitiva chama-se invalidez total permanente e definitiva. Mistura termos usados pelas restantes seguradoras, o que é confuso. Na Zurich, escolher é ainda mais penoso. Disponibiliza não duas, mas cinco coberturas: invalidez total e definitiva, invalidez absoluta e permanente, invalidez absoluta e permanente a 70%, invalidez total e permanente e invalidez total e permanente a 66,66 por cento.

Os obstáculos continuam. Para fixar a percentagem de invalidez, algumas seguradoras aplicam a tabela nacional de incapacidades; outras, a de avaliação de incapacidades permanentes em Direito Civil.

Consumidores exigem decisões esclarecidas
É urgente travar a criatividade das seguradoras e impedir a existência de mais do que dois tipos de invalidez, sob pena de o consumidor desconhecer aquilo que está a contratar e usar o preço como único fator de decisão. Se vai contratar este seguro por causa do crédito da casa, recomendamos a cobertura de invalidez total e permanente.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/

publicado por adm às 15:59 | comentar | favorito
03
Jul 11
03
Jul 11

Cartão Europeu de Seguro de Doença é gratuito

A Direcção-Geral da Saúde alerta para sítios na Net que estão a cobrar o cartão que dá acesso a cuidados de saúde na Europa.

 

O cartão é fornecido gratuitamente pelo sistema de Segurança Social. Peça-o, gratuitamente, no seu Centro Distrital do Instituto da Segurança Social, postos de atendimento de subsistemas de saúde ou loja do cidadão.

Se viajar para outro Estado-membro da União Europeia, para a Islândia, Liechtenstein, Noruega ou Suíça acede aos cuidados de saúde públicos, pelos quais terá de pagar apenas as taxas que os utentes desse país pagam.

O cartão é pessoal: cada membro da família deve ter o seu. As taxas moderadoras não são re-embolsadas. Caso pague mais do que os residentes, traga os recibos e solicite o re-embolso da diferença à Segurança Social. Se esquecer ou perder o cartão europeu, peça o envio de um certificado provisório.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/

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