30
Ago 11

Seguro Automóvel: 25% dos condutores não estão protegidos

Cerca de um quarto dos condutores não está protegido no seguro automóvel. Segundo os dados da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS) apesar deste valor estar a decrescer, nos últimos anos, ainda representa uma boa fatia do ramo automóvel.   

O seguro obrigatório refere-se apenas ao seguro contra terceiros. Nesta situação, por exemplo, um condutor que tenha um acidente e seja culpado o seu seguro cobre os danos causados não só no outro veículo como também dos sinistrados do mesmo. 

Se, por acaso, transportar ocupantes no seu próprio automóvel, estes estão cobertos pelo seguro de responsabilidade civil. No entanto, neste caso, o condutor não está coberto. Ou seja, se tiver algum dano corporal o seguro não cobre.   

É por essa razão, que a APS procura sensibilizar os condutores para fazerem seguros cuja a apólice tenha a cobertura de pessoas transportadas, ou seja, do condutor. 

Acompanhando o crescimento do parque automóvel, o número de veículos seguros atingiu os 7 milhões em 2010, mais do triplo face há 30 anos, altura em que o seguro automóvel passou a ser obrigatório.    

Nos últimos anos, os dados da APS mostram ainda que, nos últimos anos, as apólices dos seguros automóveis são cada vez mais abrangentes. Isto significa que, por exemplo, 74% dos seguros já asseguram a cobertura das pessoas transportadas, o que em termos práticos, significia os condutores. Uma percentagem que em 2006 era menor (67%). 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Aplicações em seguros PPR caíram 73% desde Janeiro

Portugueses retiraram quase 900 milhões de euros dos PPR.

A estratégia de captação de liquidez que está a ser seguida pelos bancos portugueses está a prejudicar o negócio das seguradoras. Os clientes retiram o dinheiro dos seguros de Planos Poupança Reforma (PPR) e outras aplicações vendidas pelas seguradoras para o colocar em depósitos a prazo.

Os últimos dados da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS) referem que a produção de PPR do início do ano até ao final de Maio baixou 73% para 399 milhões de euros, ao passo que os produtos de capitalização diminuíram 23% para 2,4 mil milhões de euros.

"Há uma diminuição do volume de negócios [do ramo vida] porque nos activos de poupança o principal distribuidor - os bancos - estão a orientar a liquidez dos seus clientes não para produtos de seguros mas de banca, como os depósitos", disse o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), Pedro Seixas Vale, numa conferência de imprensa que teve lugar no início do mês. 

fonte:http://economico.sapo.pt/

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30
Ago 11

Seguro automóvel ficou 71€ mais barato em quatro anos

O prémio médio do seguro automóvel caiu 71 euros nos últimos quatro anos, uma queda histórica de acordo com a APS.

O prémio médio do seguro automóvel caiu 71 euros nos últimos quatro anos, uma queda histórica de acordo com a Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

Esta evolução equivale a uma poupança anual na ordem dos 500 milhões de euros para os consumidores portugueses.

Pedro Seixas Vale, presidente da APS, atribui esta queda dos prémios cobrados à redução dos sinistros graves. O custo médio por sinistro desceu de 2.381 euros em 2006, para 1.663 euros em 2010, num sinal de que "os portugueses estão a conduzir melhor", comenta o presidente da APS. E adianta: "Se os custos médios dos sinistros diminuem é normal que o prémio cobrado também desça". Uma conjuntura que levou o sector a somar 1,67 mil milhões de euros em prémios de seguro directo no último ano, bastante abaixo dos quase dois mil milhões de euros produzidos em 2005.

A APS acredita que a tendência de redução do total dos prémios cobrados tenha começado a inverter este ano, mas referem ainda não ter números que permitam perceber se esta inversão resulta de uma subida dos prémios cobrados ou do simples aumento do parque automóvel seguro.

Sobre a possível subida dos prémios cobrados, Seixas Vale, que falava hoje à margem de uma apresentação a jornalistas, considera que este "não é um momento favorável para o aumento de preços".

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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10
Ago 11
10
Ago 11

Seguros: Produtos de poupança das seguradoras perdem terreno para os bancos

Os bancos estão a orientar as poupanças dos clientes para os depósitos, penalizando os produtos de aforro das seguradoras, disse o presidente da APS, após ser conhecida a queda no primeiro semestre destes ativos.

"Há uma diminuição do volume de negócios [do ramo vida] porque nos ativos de poupança o principal distribuidor -- os bancos -- estão a orientar a liquidez dos seus clientes não para produtos de seguros mas de banca, como os depósitos", disse o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), Pedro Seixas Vale, num encontro com jornalistas para apresentar os resultados do primeiro semestre do setor segurador.

Face ao final de 2010, o volume de ativos de poupança sob gestão dos associados da APS caiu sete por cento para 55 mil milhões de euros.

fonte:Lusa

publicado por adm às 08:28 | comentar | favorito