28
Nov 11
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Nov 11

Crise leva condutores a cortar nas coberturas do seguro automóvel

Os condutores portugueses estão a cortar nas coberturas do seguro automóvel por causa da crise, admite Diogo da Silveira, presidente da Açoreana. Esta redução e a diminuição do tráfego automóvel estão a levar a um decréscimo da taxa de sinistros, o que, juntamente com os menores custos de funcionamento, permitiram à seguradora melhorar os resultados, apesar das perdas com a Grécia.
“Há menos exposição das pessoas ao risco, com redução das coberturas” contratadas, refere Diogo da Silveira, presidente da Açoreana, para explicar a quebra de 15% dos sinistros automóvel que, nos últimos meses, ajudaram a companhia de seguros a aumentar os seus resultados.

Até Junho, os seguros de danos próprios pesavam 30% na carteira de seguros automóvel da Açoreana, enquanto os contratos de responsabilidade civil correspondiam a 70%. Esta distribuição passou para 20% de danos próprios e 80% de responsabilidade civil (obrigatória) nos últimos três meses, revelou o gestor na apresentação dos resultados relativos ao terceiro trimestre do ano. A diminuição da sinistralidade automóvel reflecte ainda a redução da circulação automóvel, também em resultado do abrandamento da economia, explica Diogo da Silveira.

A quebra dos custos com sinistros, assim como a redução de 8% nos restantes custos de funcionamento permitiram à Açoreana lucrar oito milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, contra prejuízos de 4,5 milhões em Setembro de 2010. “Metade dos nossos resultados veio da redução dos custos de estrutura. A via da receita não está fácil. Temos que ir pela via dos custos”, justificou o gestor. 

A redução de custos de sinistros e de funcionamento permitiu ainda absorver o impacto negativo da exposição à dívida da Grécia. Isto porque a companhia registou uma imparidade de 21% nesta componente da carteira, o que retirou cerca de quatro milhões aos seus resultados.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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24
Nov 11
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Nov 11

Como renegociar os seus seguros: saúde e casa

Nos seguros facultativos, como é o caso do de saúde, o foco deve incidir nas apólices que cubram as grandes despesas. O resto pode cair, se houver necessidade de poupar.

A cobertura para despesas de hospitalização e ambulatório (que permitem o acesso a consultas de especialidade, por exemplo) são, para a Deco, das mais relevantes nos seguros de saúde. Mas as restantes podem e devem ser reavaliadas se a palavra de ordem é cortar despesa.

Entre as coberturas facultativas, não tão necessárias, Mónica Dias inclui as que permitem o acesso a consultas e tratamentos de estomatologia ou a comparticipação de medicamentos.

“O nosso conselho, nestes casos é que se opte apenas pelas coberturas principais”, refere aquela especialista, lembrando que deve também ser estudadas com precisão as possibilidades que o cartão de crédito oferece a este nível. Mais uma vez para evitar duplicações.

Poupar na casa
A aquisição de um seguro multiriscos faz quase sempre parte do pacote do crédito à habitação. Mas a cobertura e respectivo prémio devem reflectir o valor de reconstrução do imóvel e não o valor da sua aquisição ou do empréstimo.

Muitas vezes o prémio do seguro multiriscos da casa está calculado com base no valor do empréstimo. Se é este o seu caso, tente redimensionar a cobertura e faze-la aproximar do custo de reconstrução da casa em caso de sinistro (incêndio, por exemplo).

Porque em caso de destruição do imóvel, o seguro “apenas lhe vai pagar as despesas associadas à reconstrução e não o valor do empréstimo que pediu ou o valor de mercado da casa”, diz a Deco.

O seguro de vida é outro dos que são sugeridos/exigidos a quem compra ou comprou casa com recurso a crédito. Também aqui há soluções para baixar a factura com o prémio, principalmente se o consumidor em questão trabalha numa empresa que oferece seguro de vida aos seus trabalhadores.

É possível, nestes casos, associar este seguro ao empréstimo e se a cobertura em questão não for suficiente para cobrir o valor do crédito, Mónica Dias sugere a subscrição de um seguro de vida apenas pelo valor remanescente.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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22
Nov 11
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Nov 11

Seguros: 5 estratégias para cortar na factura

Em tempos de crise e de aperto financeiro, há que rever todos os gastos e perceber onde é possível reduzir custos. Revisitar e reanalisar toda a carteira de seguros pode trazer agradáveis surpresas e alguma poupança.

 

1. Analisar globalmente para evitar sobreposições. Este é o primeiro conselho que Mónica Dias, da Deco, dá a todos os consumidores de seguros em geral e aos que necessitam em absoluto de cortar gastos, em particular. É que, muitas vezes, sem nos apercebermos, temos quase as mesmas coberturas nos seguros que subscrevemos directamente e aravés dos serviços ou produtos que têm seguros associados.

Exemplos de possíveis sobreposições não faltam. Podem estar nos seguros associados aos cartões de crédito ou nas coberturas abrangidas pelo do carro ou no multiriscos habitação. Mas há mais: quem trabalha numa empresa que oferece seguros de vida, pode aproveitar este benefício e “estende-lo” ao crédito da casa.

 

3. Avalie o mercado. A esta “limpeza” de sobreposições deve seguir-se uma prospecção de mercado para ver se os preços actualmente praticados por outras companhias são mais reduzidos e se compensa mudar. Faça simulações, veja bem as ofertas dos diversos canais (telefónicos e aquisição através de mediadores), vejas as diferenças e mude, se for caso disso. Apenas terá de ter em conta que os cancelamentos de seguros (para mudar de uma companhia para oura) e as renegociações (de franquias ou de coberturas) têm de ser feitos no momento da renovação.

 

4. Reduzir as garantias, aumentando a franquia (ou seja a parte do custo suportada pelo consumidor em caso de sinistro) é outra forma possível de reduzir a despesa sem prescindir do seguro. Mónica Dias fez as contas e conclui que aumentar a franquia do seguro do carro de 2% para 12% resulta numa redução para metade do prémio a pagar.

 

5. Fraccione o pagamento. Optar pelo fraccionamento do pagamento do prémio pode não gerar qualquer poupança mas ajudar no ritmo de gastos mensais e são várias as companhias que aceitam que o valor seja pago duas vezes por ano ou até de forma mensal. Neste último caso, diz Mónica Dias, se o pagamento for feito por débito em conta, nem costuma haver lugar ao pagamento de quaisquer comissões adicionais.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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21
Nov 11
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Nov 11

Carro: o seu seguro contra todos ainda faz sentido?

Será que um carro utilitário com mais de cinco, seis anos “merece” um seguro de danos próprios (vulgarmente conhecido como seguro contra todos)? Será que precisa mesmo de uma cobertura que inclua carro de substituição? Se a sua resposta foi não, poderá poupar alguns euros.

Quem tem um seguro de danos próprios do carro deve considerar a hipótese de o substituir pela versão mais reduzida (e obrigatória por lei) da responsabilidade civil. Esta mudança, sublinha Mónica Dias, da Deco, deve ser equacionada quando o veículo em questão tem já mais de cinco anos e nos casos em que manifestamente o seu valor comercial está bem longe do valor de aquisição.

Manter uma cobertura tão completa para um carro velho fica caro e além disso pode transformar-se numa dor de cabeça, porque “em caso de acidente e de perda total, o segurado só vai receber o equivalente ao valor comercial”.

Cada vez mais as ofertas de seguro automóvel tem associado um seguro de assistência em viagem. Mas esta assistência não se resume a ter direito a chamar o reboque em caso de avaria do carro, vai muito além disso, incluindo nomeadamente o pagamento de despesas de hospitalização no estrangeiro se a pessoa adoecer durante uma viagem ao estrangeiro.

“Para ter direito a esta cobertura não é necessário ter viajado no carro, esta c pode ser accionada quando se viaja de avião ou de comboio”, precisa a especialista da Deco concluindo que este seguro, associado por exemplo ao de saúde de alguns cartões de crédito, pode permitir prescindir dos chamados seguros de viagem (que na prática são um pacote).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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19
Nov 11
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Nov 11

Casa: redimensionar o multiriscos

A aquisição de um seguro multiriscos faz quase sempre parte do pacote do crédito à habitação. Mas a cobertura e respectivo prémio devem reflectir o valor de reconstrução do imóvel e não o valor da sua aquisição ou do empréstimo.

Muitas vezes o prémio do seguro multiriscos da casa está calculado com base no valor do empréstimo. Se é este o seu caso, tente redimensionar a cobertura e faze-la aproximar do custo de reconstrução da casa em caso de sinistro (incêndio, por exemplo).

Porque em caso de destruição do imóvel, o seguro “apenas lhe vai pagar as despesas associadas à reconstrução e não o valor do empréstimo que pediu ou o valor de mercado da casa”, diz a Deco.

O seguro de vida é outro dos que são sugeridos/exigidos a quem compra ou comprou casa com recurso a crédito. Também aqui há soluções para baixar a factura com o prémio, principalmente se o consumidor em questão trabalha numa empresa que oferece seguro de vida aos seus trabalhadores.

É possível, nestes casos, associar este seguro ao empréstimo e se a cobertura em questão não for suficiente para cobrir o valor do crédito, Mónica Dias sugere a subscrição de um seguro de vida apenas pelo valor remanescente.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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16
Nov 11
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Nov 11

8 respostas sobre seguro automóvel

Durante o ano de 2010, existiam cerca de 7 milhões de apólices de seguros automóvel em vigor em Portugal, segundo o relatório “O Seguro Automóvel em Portugal, 2010″, realizado pela Associação Portuguesa de Seguradores. Nos últimos 5 anos, o parque automóvel em Portugal aumentou cerca de 10 por cento e, com este aumento, também os seguros relativos ao carro cresceram.

No entanto, apenas o seguro de responsabilidade civil é obrigatório. Além de ser obrigatório por lei, o seguro automóvel é extremamente importante para que possa conduzir mais descontraidamente e de forma segura a sua viatura. Contudo, na hora de o usar há algumas questões que podem surgir. Assim, o Saldo Positivo responde-lhe a 8 questões essenciais para uma condução mais segura e mais responsável.

1. Não tenho seguro automóvel. Que me pode acontecer?

Antes de mais, o veículo está ilegal, já que o seguro de responsabilidade civil é obrigatório por lei. Com esta infracção, o carro pode ser apreendido e o proprietário poderá ter de pagar uma multa. Numa situação de acidente, é necessário chamar a polícia para o condutor ser responsabilizado pelo pagamento das indemnizações aos outros intervenientes na ocorrência.

2. As seguradoras não aceitam fazer o seguro para o meu carro. E agora?

Antes de mais é necessário realçar que as seguradoras podem recusar ao cliente a celebração do seguro automóvel obrigatório. No entanto, existem algumas formas que ajudam a ultrapassar os entraves que possam aparecer. Se não for aceite em, pelo menos, 3 seguradoras, deverá exigir uma declaração de recusa a cada uma. Após ter todas as declarações, deverá dirigir-se ao Instituto de Seguros de Portugal, que lhe irá indicar qual será a empresa de seguros que será obrigada a aceitar o seguro e o respectivo preço.

3. Fui a várias seguradoras e apresentaram-me sempre valores diferentes. É normal?

Sim. Cada empresa seguradora pode fixar os seus próprios preços. Existem alguns factores que podem fazer com que os preços sejam bastante diferentes, como é o caso da idade do condutor, sexo, a idade do carro, os anos de carta do proprietário, entre muitos outros aspectos.

4. O preço do seguro é afectado pela franquia?

É necessário, em primeiro lugar, definir o que é a franquia. A franquia corresponde ao valor que o tomador do seguro fica responsável, em caso de acidente. A franquia pode reduzir o preço do seguro, já que quem é tomador do seguro irá ficar responsável por uma parte do prejuízo. Estas condições deverão estar bem explícitas no contrato e pode ser uma percentagem do valor do capital segurado ou então um valor fixo.

5. Tive um acidente no estrangeiro. E agora?

Se o acidente for causado por uma viatura da União Europeia, ocorrido em espaço comunitário ou em países que estão presentes no sistema da Carta Verde , o condutor lesado pode resolver todas as questões inerentes ao sinistro no seu próprio país. Caso o acidente ocorra fora de Portugal, o lesado poderá obter no seu país de residência a identificação da empresa seguradora dos veículos e o seu respectivo representante para sinistros. A partir daqui, segue todos os trâmites legais. Verifique sempre antes de sair de Portugal se a sua Carta Verde é válida para todo o período da viagem e para os países que vai visitar.

6. O que devo ter em conta antes de escolher o seguro automóvel?

Para saber qual será o seguro mais vantajoso para a sua carteira, deve solicitar à entidade seguradora o preço da cobertura obrigatória e das opcionais, os riscos cobertos e os não cobertos, a franquia e o seu impacto no preço, as penalizações e bonificações do prémio, os países onde é válido o seguro, entre outros critérios.

7. O que garante o Fundo de Garantia Automóvel?

O Fundo de Garantia Automóvel, garante, por exemplo, a reparação dos danos materiais e corporais quando o responsável pelo acidente é desconhecido ou então, caso não tenha cumprido a obrigação de ter um seguro de responsabilidade civil automóvel.

8. Tive um acidente e fiz a declaração amigável de acidente automóvel. Para que serve?

A declaração amigável de acidente automóvel actua quando os condutores que estiverem envolvidos no acidente estão de acordo sobre a forma como ocorreu o sinistro. Após o preenchimento da declaração, deverá entregá-la na sua entidade seguradora para que o sistema IDS – Indemnização Directa ao Segurado actue rapidamente. Este sistema IDS é apenas desenhado para acidentes entre duas viaturas que ocorram em território nacional, que não envolvam danos corporais e cujos danos materiais não ultrapassem os 15 mil euros por viatura.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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