Seguros: como saber quais é que valem a pena?
Os portugueses não são grandes fãs de seguros. Este é um tema pouco explorado e pouco popular, porque associamos os seguros a mais um custo a suportar e as companhias de seguros nem sempre têm uma boa imagem junto dos clientes. Para além disso, e como é costume, pensamos que o mal só acontece aos outros. O problema mais importante é, no entanto, outro: temos um Estado que habituou os cidadãos a depender dele. Mas há seguros que valem a pena.
E de alguns não conseguimos fugir: os seguros para efeitos de crédito à habitação (seguro de vida e multiriscos, por exemplo) e o seguro automóvel são obrigatórios.
Depois, vão ganhando popularidade os seguros de saúde, mas, mesmo assim, são subscritos por uma franja ainda muito reduzida da população.
Existem ainda outras áreas cobertas pelos seguros. Devemos analisá-las agora mais do que nunca, já que o Estado e a Segurança Social não conseguem socorrer-nos como noutros tempos, dada a necessidade de assegurar a sustentabilidade de um sistema que aparenta ser insustentável a médio prazo.
Por que não tomarmos, de forma mais ativa, as rédeas à nossa vida financeira, assumindo a responsabilidade e a obrigação de assegurar o nosso futuro e o da nossa família?
Claro que, para isso, não precisamos de aderir a todos os seguros. Mas há riscos que podem e devem ser acautelados, segundo a Escola Financeira.
Quais são então as alternativas? A solução passa por procurar aconselhamento de um consultor independente. Não daqueles que trabalham em exclusivo para uma determinada companhia de seguros, mas um consultor autónomo. Essa autonomia garante que ele ganhará o seu dinheiro independentemente da companhia que nos recomenda.
Estes corretores são, para além do mais, uma vantagem adicional na capacidade de negociar, porque como negoceiam grandes quantidades de seguros, têm um poder negociar superior ao nosso enquanto particulares. E, assim, tenderão a ter os melhores produtos para os seus segurados.
Outra alternativa a ter em conta prende-se com os protocolos entre entidades a que nos podemos associar, como é o caso do Automóvel Clube de Portugal, o Inatel, entre outros. O importante é procurar protocolos que lhe permitam poupar. Às vezes, até a nossa entidade patronal tem protocolos deste género em curso.
fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/e
