23
Mai 12
23
Mai 12

Seguros de vida: proteção da família

São famosos por serem exigidos como garantia em empréstimos à habitação, mas os seguros de vida em caso de morte são uma garantia para proteção da família, especialmente se tem filhos a seu cargo. Se o seu rendimento é determinante para o seu lar e a qualidade de vida da sua família, se quer proteger o futuro dos seus filhos dos infortúnios, os seguros de vida são uma boa resposta. Conheça os aspetos fundamentais que mexem com os prémios que vai pagar para segurar a sua vida e o que pode fazer para garantir menos custos.

 

Um seguro de vida é uma garantia de futuro dos seus filhos.

Que coberturas?

Os seguros de vida por morte cobrem normalmente mais do que a cobertura a que lhe deu origem. A morte por acidente, por acidente rodoviário ou a invalidez total e as doenças graves são coberturas associadas a estes seguros que podem agravar os prémios, mas que significam maior indemnização em qualquer dos infortúnios. Por exemplo, a cobertura de morte por acidente rodoviário leva ao pagamento do triplo do valor que representa o capital seguro.

Que exclusões no seguro?

Embora o seguro de vida seja vocacionado para a proteção em caso de morte a verdade é que nem todas as ocorrências levam ao pagamento de uma indemnização. Situações de terrorismo, guerra, fenómenos de calamidade da natureza são alguns dos casos que podem configurar exclusões não estando abrangidas na lista de coberturas, mas há mais exclusões normais. Por exemplo, se a pessoa segura omitir informação fundamental ou se o sinistro resultar de uma aposta não haverá lugar ao pagamento do montante seguro.

Se existem exclusões que não são negociáveis (definitivas), outras podem ser ultrapassadas mediante de um prémio de seguro mais elevado. Por exemplo, a prática de desportos como artes marciais, desportos de inverno, mergulho ou para-quedismo são algumas das exclusões que podem ser ultrapassadas através do pagamento de um prémio de seguro mais elevado.

Como se calcula o prémio a pagar?

O prémio de um seguro de vida têm em conta a probabilidade de ocorrência das situações cobertas, utilizando normalmente as tábuas de mortalidade que englobam as probabilidades de morte por idades. Depois há que ter ainda em atenção às coberturas adicionais que fazem subir o prémio e as exclusões que podem levar ao pagamento de um prémio superior. Além disto, um seguro de vida com duas pessoas seguradas apresenta normalmente um prémio mais baixo do que o que segura apenas uma cabeça.

A idade e o seguro de vida

Os seguros de vida em caso de morte têm diferentes limites de idade para subscrição dependendo das seguradoras, mas por norma a idade para realizar o seguro tem como limite os 70 anos. Já quanto ao período máximo de abrangência do seguro, é normal que depois dos 75 não seja possível garantir a proteção.

Além destes limites, a idade pode influenciar o prémio a pagar pelo seguro. Se o seguro for de prémio baseado na idade do segurado (a larga maioria), então o prémio aumentará com a idade, em função do aumento da probabilidade de um sinistro.

Exames médicos

Os seguros de vida pressupõem normalmente exames médicos para aferir da condição do segurado, exames que são realizados em unidades de saúde parceiras da seguradora. Os exames pedidos podem ser os exames gerais, eletrocardiograma, prova de esforço e análises ao sangue, mas podem ser mais exigentes para capitais seguros elevados.

São estes exames que vão determinar o prémio a pagar já que o seguro pode ser aceite normalmente se não forem encontrados quaisquer fatores de risco ou pode sofrer um agravamento de prémio ou mesmo a não ser aceite dependendo da avaliação dos exames clínicos.

O capital a segurar

Para muitos a grande questão do seguro de vida está no montante a segurar. Não há fórmulas mágicas para calcular um montante que, por exemplo, proteja a sua família em caso de morte, mas uma solução a adotar poderá passar por fazer contas ao cenário de custos e rendimentos imaginado para o futuro. Por exemplo, se tem 40 anos e um filho de 10 anos, poderá ter como horizonte de proteção na ordem dos 10 anos, ou seja, o tempo até ele poder entrar para o mercado de trabalho e deixar de depender dos seus recursos. Para este período uma possibilidade poderá ser juntar todos os rendimentos que julga serem necessários com a sua educação, atualizando-os tendo em conta a inflação, e incluindo a fatia normal do seu rendimento que é fundamental para a rotina do seu agregado familiar.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/


publicado por adm às 00:13 | comentar | favorito
10
Mai 12
10
Mai 12

Seguradoras: Portugueses reclamaram menos em 2011

As seguradoras receberam no ano passado menos 2386 reclamações do que em 2010, num total de 26632 queixas, mas em contrapartida aumentaram as respostas desfavoráveis aos segurados, revelou esta quinta-feira a Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

"Os resultados demonstram o progresso feito no sector segurador, revelando que é cada vez mais credível e tem melhor imagem", afirmou o presidente da APS, Pedro Seixas Valle, na apresentação do balanço de reclamações do sector em 2011 que revela também uma redução no tempo de resposta às queixas que agora é de 9,2 dias, menos quatro dias do que em 2010.

A quantidade de reclamações endereçadas às seguradoras, directa ou indirectamente (via DECO, provedor, instituto de seguros), diminuiu 8,2 por cento no ano passado, mas o ramo automóvel (que pesa quarenta por cento no sector) contribuiu apenas com uma redução nas reclamações de 1,4 por cento.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


publicado por adm às 23:10 | comentar | favorito
08
Mai 12
08
Mai 12

Seguros: lucros descem 47% para 56 milhões

As seguradoras que atuam em Portugal fecharam os primeiros três meses do ano com um resultado líquido de 56 milhões de euros, menos 46,7 por cento do que no mesmo período de 2011, revelou esta terça-feira o ISP.

«Globalmente, em março de 2012, os resultados líquidos das empresas de seguros sob supervisão do ISP [Instituto de Seguros de Portugal] foram positivos, na ordem dos 56 milhões de euros (das 45 empresas de seguros, 34 apresentaram resultados positivos)», lê-se no relatório de evolução da atividade seguradora do supervisor.

No ano passado, as seguradoras tinham registado um lucro combinado de 105 milhões de euros.

Já ao nível da taxa de cobertura da margem de solvência do setor em Portugal houve uma melhoria dos anteriores 154 por cento para 208 por cento, com as entidades que atuam no ramo Vida a apresentarem uma taxa de cobertura inferior à dos operadores do ramo Não Vida (188 por cento e 269 por cento, respetivamente).

As empresas mistas, que atuam em ambos os ramos, fecharam o trimestre com um rácio na ordem dos 201 por cento.

No que toca à produção de seguro direto houve, em termos globais, uma quebra de 11,5 por cento face ao trimestre homólogo de 2011, situando-se no final de março nos 2,7 mil milhões de euros.

No ramo Vida, a quebra foi superior a 15 por cento, ao passo que no ramo Não Vida a redução foi de 3 por cento.

Os custos com sinistros de seguro direto baixaram 6,5 por cento, explicada pelo ramo Vida. No ramo Não Vida houve um ligeiro aumento de quase 0,5 por cento.

Durante o primeiro trimestre do ano verificou-se um pequeno crescimento (0,4 por cento) do valor das carteiras de investimento das seguradoras.

Neste mesmo período, os montantes geridos pelos fundos de pensões observaram um aumento de 2 por cento comparativamente a dezembro de 2011.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/

publicado por adm às 22:11 | comentar | favorito
03
Mai 12
03
Mai 12

Portugueses tiram mais de sete mil milhões das seguradoras

 

Os resgates no ramo Vida, que inclui principalmente PPR e seguros de capitalização, atingiu os 7,2 mil milhões de euros em 2011.

Os resgates no ramo Vida do sector segurador atingiram os 7,2 mil milhões de euros em 2011. O valor representa um aumento de 80% face ao período homólogo, e inclui os resgates verificados principalmente nos PPR e seguros de capitalização.

De acordo com o Conselho Nacional de Supervisores Financeiros, que reúne os três reguladores nacionais do sector financeiro, esta evolução reflecte "a opção de alguns operadores do sector bancário de privilegiarem a canalização de poupanças, tradicionalmente captadas através de produtos da área seguradora com características de médio e longo-prazo, para depósitos", mas também o menor rendimento disponível das famílias decorrentes das medidas de austeridade implementadas, além da eliminação ou redução dos incentivos fiscais associados a certos produtos, como é o caso do PPR. De lembrar que, até 2010, estes produtos beneficiavam de benefícios fiscais máximos de 400 euros, os quais caíram para um máximos de 100 euros em 2011 e apenas para os dois primeiros escalões de rendimentos.

Esta conjuntura fez-se sentir não só no aumento de resgates mas também na quebra da entrega de prémios, que caíram 30,8% face a 2010, para os 10,8 mil milhões de euros. Uma evolução que reflecte quase na totalidade a quebra sentida na entrega de prémios no ramo Vida, que diminuiu 40%. As empresas seguradoras foram ainda afectadas pela forte desvalorização da carteira de activos representativos das provisões técnicas, devido ao peso "preponderante" das obrigações soberanas e dos títulos de dívida emitidos pelas entidades do sector financeiro, revela o relatório do Sistema Financeiro Nacional. Segundo dados do Instituto de Seguros de Portugal (ISP), estas duas classes de activos (títulos de dívida pública e títulos de dívida privada) representavam mais de 80% da carteira de provisões técnicas do sector em Setembro de 2011.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 08:25 | comentar | favorito