30
Mar 14

Deco alerta para 'prática ilegal' de seguradoras na comprovação de intempéries

A associação de defesa dos consumidores Deco alerta para a eventual prática ilegal de seguradoras que exigem comprovação de intempéries "amplamente divulgadas" para activação de seguros multirrisco-habitação.

Segundo a jurista da Deco Carla Varela, responsável do departamento de estudos da associação, as seguradoras poderão estar a incorrer em "práticas desleais e agressivas", e por isso "ilegais", quando exigem "um elemento de prova" perante fenómenos climáticos divulgados publicamente.

"Nas situações de conhecimento geral, em que o caso em concreto é amplamente divulgado, parece-nos que a exigência de mais um elemento de prova por parte da seguradora poderá consubstanciar uma prática desleal e agressiva, portanto, ilegal", disse, em declarações à Lusa.

Em causa estão situações como a de António Soares, residente na ilha do Faial, nos Açores, que teve danos materiais na sequência de uma tempestade que assolou a região no dia 13 de Fevereiro, tendo-lhe a sua seguradora solicitado uma "declaração meteorológica" para atestar a intempérie.

Em explicações à Lusa, António Soares referiu ter "desistido" de accionar o seguro devido ao valor "absurdo e exagerado" pedido pela entidade competente para a referida certificação, o Instituto Português do Mar e da Atmosfera (IPMA).

"Recebi um orçamento do custo da certidão meteorológica, para os dias 13 e 14 de Fevereiro, no valor de 101,90 euros, que achei um absurdo e um exagero", disse, referindo que o pagamento da franquia e da certidão "não compensavam" o prejuízo que teve e que "na altura não estava bem informado" dos seus direitos.

Em casos como este, a jurista da Deco reforça que "não é razoável" que as seguradoras façam recair os gastos dessa prova sobre o consumidor.

"Sendo certo que o ónus da prova até é do consumidor, a verdade é que para determinadas situações que, pelo impacto e dimensão, são amplamente divulgadas e do conhecimento geral não é e todo razoável que as seguradoras peçam, exijam estes certificados aos segurados, aos consumidores", disse Carla Varela.

Porém, em situações "mais pontuais", poderá haver necessidade de apresentação de elementos de prova, ressalvou a jurista, referindo que "em última instância", sempre que "não estão a ser respeitadas as condições contratuais", os consumidores podem denunciar e reclamar junto da entidade reguladora do sector, o Instituto de Seguros de Portugal.

Em relação aos preços praticados pelo IPMA, a jurista da Deco apela à "correspondência" entre o serviço e o valor cobrado.

"O que nos importa é a razoabilidade destes valores, na medida e que haja uma correspondência entre o serviço que é prestado e o que é cobrado ao consumidor, ou seja, uma justificação financeira e económica destes montantes", afirmou.

Segundo a tabela de preços praticadas pelo IPMA, publicadas a 05 de Março em Diário da República, as certidões meteorológicas para terra têm um custo fixo de 58,16 euros, com um custo variável, por dia, local e parâmetro (por exemplo, vento, precipitação, ondulação) de 9,40 euros. As certidões para mar junto à costa podem chegar aos 149,50 euros e as referentes a alto mar 172,50 euros.

fonte:Lusa/SOL

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25
Fev 14

Seguradoras admitem subir preços devido à frequência dos desastres naturais

As seguradoras estão «muito preocupadas» com a frequência e a intensidade crescente dos fenómenos de desastres naturais causados pelas alterações climáticas, admitindo que estão a ser feitos estudos que poderão influenciar o preço dos seguros em determinadas zonas.

«Estamos a notar que estes fenómenos têm uma intensidade cada vez maior e estão a provocar danos de grandes dimensões e a atingir muitas pessoas, portanto, é uma situação que nos preocupa muito, porque é uma cobertura que temos a noção que temos que dar aos cidadãos portugueses», afirmou hoje o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores (APS), Pedro Seixas Vale.

Por isso, a APS está a fazer «alguns estudos no sentido de verificar quais são as consequências e, dentro de muito pouco tempo, no próximo mês, será feita a apresentação de um estudo sobre as inundações em Portugal, analisando todo o território português», revelou o responsável, num encontro com jornalistas em Lisboa.

O objetivo deste levantamento acerca do risco de inundações no território português, que envolve a Faculdade de Ciências de Lisboa, é «ver qual é a probabilidade de haver inundações e da sua gravidade», assinalou Seixas Vale.

«Os resultados a que cheguemos, no que toca ao risco de inundações, devem mostrar que há algumas zonas em que é preciso ter imenso cuidado porque, se não se tiver esse cuidado, podem ter danos muito elevados, quer para as pessoas, quer para as empresas», realçou, acrescentando que o risco de terramoto é ainda maior.

Sobre o estudo sobre os riscos das inundações, o objetivo da APS é «ter uma informação mais correta», para que seja estabelecido «um preço mais justo de acordo com esse conhecimento», sublinhou.

Ao mesmo tempo, este levantamento visa «dar informação aos portugueses sobre os riscos que podem ter se fizerem construções em determinadas zonas».

As instalações junto às praias e aos rios são algumas das que têm sido mais afetadas nos últimos tempos em Portugal devido aos efeitos do mau tempo, pelo que os custos de fazer um seguro, por exemplo, para um bar de praia, deverão subir em breve.

«A frequência e dimensão dos desastres naturais são cada vez maiores e os custos vão ser cada vez maiores», admitiu Seixas Vale.

De acordo com o presidente da APS, «quem tem um acidente de dez em dez anos não está disposto a pagar o mesmo que quem tem acidentes todos os anos», pelo que fará sentido fazer uma distinção ao nível do preço dos seguros consoante o risco de ser necessário acioná-los.

E realçou: «Há um limite de solidariedade que nós temos»..
No ano passado, em janeiro, as seguradoras assumiram custos na ordem dos 100 milhões de euros devido ao mau tempo. Já este ano, também em janeiro, devido aos estragos provocados pelo temporal que assolou Portugal, os prejuízos para o setor ascenderam a 11,5 milhões de euros, de acordo com a informação existente.

 

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/

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25
Jan 14

Guia: 8 dicas para poupar nos seus seguros

O início do ano coincide muitas vezes com a renovação de algumas apólices de seguros. Para evitar duplicações e conseguir reduzir a fatura a pagar, a seguradora Zurich apresenta oito sugestões para conseguir poupar com os seguros.
1. Reunir os seguros automóvel, casa, vida e saúde na mesma companhia de seguros. A maioria das seguradoras oferece condições mais vantajosas aos clientes com várias apólices. É uma forma de premiarem a fidelização dos clientes;

2. Analisar as coberturas que precisa e comparar a oferta. Irá começar, desde logo, a poupar se apenas contratar o que precisa, eliminando o que considera supérfluo. Anualmente reveja as coberturas e confirme se é necessário acrescentar ou eliminar alguma;

3. Seguro de acidentes pessoais poderá ser utilizado em vez do seguro de viagens e, em alguns casos, do seguro de saúde. A versatilidade do seguro de acidentes pessoais permite que este seja acionado em qualquer parte do mundo, cobrindo despesas de tratamento, acidentes rodoviários, incapacidade temporária (a Zurich, por exemplo paga até 360 dias de internamento sem franquias), cuidados intensivos e convalescença ou perda de bagagens;

4. Pagar viagens com cartão de crédito. Se utilizar cartão de crédito para pagar uma viagem já tem um seguro de viagem contratado. Confirme apenas quais são as coberturas concretas que já estão cobertas e se é necessária contratar mais alguma;

5. Tomar uma decisão informada. Antes de subscrever um produto é importante saber o que pretende e familiarizar-se com expressões como coberturas, exclusões, franquias, períodos de carência, limites de capital. Desta forma, poderá avaliar se está a contratar o que é obrigatório por lei e o que precisa ou se estará a pagar por coberturas que não utiliza;

6. Constituir uma poupança mensal fixa
. Dentro das possibilidades de cada um, poupar uma quantia fixa por mês irá permitir constituir uma poupança anual, que poderá ser destinada à reforma, a uma viagem, ou à educação, de acordo com as prioridades de cada um. Os dados da Associação Portuguesa de Seguradores confirmam que as contribuições para produtos de poupança dos seguradores cresceram 61% no primeiro semestre deste ano e 70% no que diz respeito aos PPR;

7. Pagar apólice anualmente por débito direto. Em geral, as seguradoras oferecem condições mais favoráveis aos clientes que optam por fazer o pagamento por débito direto, pois desta forma, asseguram o pagamento de forma mais eficaz. A opção pelo pagamento anual também garante, habitualmente, condições mais benéficas para o cliente;

8. Consultar um mediador profissional de seguros. Procurar um mediador de seguros é uma forma de poupar com os seguros, já que permite que um especialista analise especificamente as suas necessidades de proteção. Geralmente, as condições financeiras propostas também são mais favoráveis.

 

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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31
Out 13

Saiba como poupar com o seguro do automóvel

Ter seguro é obrigatório. Mas o valor do prémio não tem de ser um fardo no orçamento familiar.

Quem tem automóvel, tem de ter seguro para o utilizar. É uma despesa obrigatória, mas não tem um preço fixo. Há muitas companhias no mercado que oferecem valores atractivos. O Negócios dá-lhe algumas dicas que lhe permitem poupar alguns euros na altura de subscrever uma apólice. E que evitam despesas surpresa quando é preciso activar a protecção.

Uma das "regras de ouro" nos seguros, tal como nos serviços financeiros, é evitar a inércia. Ou seja, é obrigatório procurar. O ideal será tentar encontrar propostas junto de outras seguradoras. Tanto entre as de referência, como das que operam "online" que tendem a ser mais baratas já que transferem para os clientes a poupança por não existirem custos de rede.

Munido de várias ofertas mais atractivas do que a que tem actualmente, procure negociar com a sua companhia actual. Se for uma nova apólice, a lógica é a mesma: faça várias simulações. Tente negociar com a que apresenta a proposta que mais lhe agrada fazendo-lhe saber que tem prémios inferiores.

Uma das formas de pagar menos pela apólice será, escolhida a seguradora, fazer o pagamento por débito directo. A diferença pode chegar a 10% face ao pagamento no Multibanco. Além disso, deve optar por liquidar logo o valor total do ano, que também é mais barato. Face a um pagamento semestral, a poupança é, em regra, de 1% do valor do prémio.

Tenha o seguro certo

Quando vai contratar um seguro pode escolher entre a cobertura de terceiros ou de danos próprios (mais conhecida como "contra todos"). No de terceiros, a Responsabilidade Civil Obrigatória é de seis milhões de euros. No "contra todos", está incluído o choque, capotamento, roubo, incêndio, raio ou explosão. Actos de vandalismo e fenómenos da natureza, são extras. Pondere se necessita.

Nos seguros "contra todos" são aplicadas franquias em percentagem que determinam o valor suportado pelo condutor em caso de sinistro. O ideal será ter 0%, não pagando nada caso necessite do seguro, mas isso sai caro. Com 2%, o prémio baixa e o custo para o condutor não é tão elevado em caso de acidente. Contudo, depende do valor do automóvel. Uma alternativa pode ser optar por uma franquia em valor absoluto.

Muito importante na hora de fazer um seguro é identificar bem o que está segurado. A companhia identifica a viatura a segurar pela marca, o modelo, o motor, e a versão que tem, regra geral, implícito um determinado nível de equipamento que é considerado pela seguradora para definir o capital segurado. Mas se adicionou extras, a companhia não saberá, a menos que os discrimine para não ser penalizado em caso de sinistro.

 

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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24
Ago 13

Acidente automóvel mais fácil de regularizar sem declaração amigável

Doze seguradoras assinaram um acordo para facilitar a regularização de sinistros automóveis em que os intervenientes não assinem a declaração amigável.


Este acordo, assinado pela Açoreana, Allianz, AXA, BES Seguros, Fidelidade, Groupama, Império, Liberty, Ocidental, Ok!teleseguros, Seguro Directo e Tranquilidade, representa um alargamento da já existente indemnização direta ao segurado (IDS). Trata-se de uma convenção que permite à seguradora efetuar a peritagem, indemnizar o seu cliente e, posteriormente, reclamar esse valor à companhia do condutor responsável. 

Antes do acordo era preciso que ambos os intervenientes entregassem a declaração amigável, devidamente preenchida e assinada, com a identificação completa dos dois condutores e dos respetivos veículos, e com uma descrição do acidente (data, hora e local).

Ao abrigo do novo acordo, o sinistro pode ser participado através da apresentação do auto de ocorrência, da declaração amigável assinada apenas por um dos intervenientes ou através de outro meio escrito onde constem as matrículas dos veículos, a descrição do acidente e dos danos. O acordo é válido para acidentes ocorridos em Portugal, com um máximo de dois carros, e desde que os danos materiais não ultrapassem 15 mil euros. A seguradora paga a reparação ou a indemnização por perda total, bem como as despesas com remoções, reboques e recolhas.

Congratulamo-nos com esta medida e esperamos que as restantes seguradoras adiram rapidamente.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/m


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16
Ago 13

100 dias, 100 conselhos: como regularizar um sinistro automóvel

No caso de um acidente de viação com veículos de matrícula portuguesa, deve o tomador do seguro participar o sinistro à sua seguradora, o mais rapidamente possível, no prazo máximo de 8 dias, utilizando para o efeito a Declaração Amigável de Acidente Automóvel (DAAA), mesmo que o tomador de seguro não se considere responsável pelo sinistro. 

Para o efeito, deve preencher corretamente tal declaração, fornecer todas as indicações e provas documentais e/ou testemunhais relevantes para uma correta determinação das responsabilidades. O tomado do seguro deverá, ainda, tomar as medidas ao seu alcance por forma a evitar ou limitar as consequências do sinistro. 

Desde já se esclareça que a simples participação do sinistro não acarreta a perda automática do bónus. Ou seja, só será retirado ou reduzido o bónus, de acordo com a tabela de bónus/malus aplicável ao contrato, se a seguradora efetuar pagamentos ou se assumir obrigações perante terceiros, em virtude de responsabilidade do seu segurado na produção do acidente. 

Recebida a participação, a seguradora deverá, no prazo de 2 dias úteis, contactar o lesado para agendar a peritagem a realizar. Essa peritagem deverá estar concluída no prazo de 8 dias úteis, a não ser que seja necessário proceder à desmontagem do veículo, caso em que o prazo passa a ser de 12 dias úteis. No entanto, se a peritagem não se efetuar numa oficina indicada pela seguradora, os prazos referidos contam-se a partir do dia em que existe disponibilidade da oficina e autorização do proprietário do veículo.

A seguradora deve comunicar, por escrito, se assume ou não a responsabilidade pela regularização do sinistro no prazo de 30 dias úteis, contados a partir do termo dos 2 dias previsto para o contacto inicial. Caso assuma a responsabilidade, deverá apresentar uma proposta razoável de indemnização quando o dano seja quantificável, disponibilizando ao lesado, no caso do seu veículo se encontrar imobilizado, um veículo de substituição de características idênticas.

Porém, se a reparação se efetuar numa oficina indicada pelo lesado, o veículo de substituição apenas será disponibilizado pelo período necessário à reparação indicado no relatório de peritagem.

No caso de considerar que não pode ou não deve assumir a responsabilidade pelo sinistro, a seguradora deverá apresentar comunicação devidamente fundamentada da posição assumida.

No caso de o veículo responsável pelo acidente não tiver seguro deverá ser formalizada a reclamação, pelos danos sofridos, junto do Fundo de Garantia Automóvel. Esta entidade, instituída por lei, é a responsável pelo pagamento das indemnizações decorrentes de acidentes causados por veículos relativamente aos quais não existe seguro de responsabilidade civil válido ou eficaz.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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17
Jun 13

GNR alerta para burla nos seguros automóveis

A GNR de Póvoa de Lanhoso alertou esta segunda-feira para uma burla com seguros automóveis, garantindo que há registos de "vários" casos de condutores que, apesar de sempre terem efectuado os pagamentos, circulam com as respectivas apólices anuladas.

Segundo um comunicado da secção de programas especiais da GNR de Póvoa de Lanhoso, normalmente a burla só é detectada quando os condutores são alvo de uma acção de fiscalização ou intervenientes em acidentes de viação. 

"Se não fossem intervenientes em acidente de viação ou fiscalizados pelas forças de segurança, nunca iriam dar por ela, julgando sempre que o seguro se encontraria em vigor", acrescenta o comunicado. 

Apesar de terem a carta verde actualizada e os comprovativos dos seguros regularizados, os condutores, quando consultado o site do Instituto de Seguros de Portugal e da Segurnet, são surpreendidos com a informação de que o seguro dos seus veículos não está em vigor, aparecendo a indicação "anulado a pedido do segurado". 

A fraude poderá estar a ser concretizada pelos mediadores, a quem os donos das viaturas pagam o seguro. A GNR sublinha que a situação será muito mais grave se em caso de acidente resultarem danos corporais nos intervenientes, "pois as companhias não assumem a responsabilidade dos sinistros nestas situações, uma vez que o seguro terá sido anulado a pedido do segurado". 

Por isso, a GNR aconselha os proprietários das viaturas a conferirem a validade do seguro no site do Instituto de Seguros de Portugal. "Basta introduzir a matrícula. Se o resultado da pesquisa indicar o nome da companhia e o número de apólice, significa que o veículo está segurado. Caso a pesquisa não indique nada, significa que muito provavelmente o veículo não terá seguro, pelo que se deve confrontar o mediador ou reclamar na companhia de seguros", explica o comunicado.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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19
Mai 13

Seguradoras com oferta integrada para empresas

Empresas evitam cortar em seguros destinados aos seus colaboradores.

Os colaboradores são os activos mais importantes das empresas e por isso tem sido comum a crescente procura por soluções de seguros especificamente desenhadas para as empresas. Conscientes disso, as seguradoras têm ofertas específicas nesta área e equipas especializadas no contacto com estes clientes tão importantes. 

A Tranquilidade, por exemplo, desenvolveu "um leque de soluções bastante completo e competitivo e que abrangem desde soluções para seguros ‘obrigatórios', passando pelos seguros patrimoniais, até aos seguros de saúde e vida, na área dos benefícios para colaboradores", diz Peter Brito e Cunha, CEO, que afirma destaca as "vantagens diferenciadoras para clientes de sectores de actividade específicos, que consideramos estratégicos, tais como a indústria exportadora, os serviços, o comércio, o turismo e a agricultura".

Pedro Esperto, director de marketing da Ocidental, garante que a seguradora tem "soluções específicas para empresas que agregam respostas globais a diferentes necessidades de protecção. O Protecção Negócio é o exemplo de uma solução que agrega um conjunto abrangente de coberturas para riscos associados a danos no património ou a prejuízos no âmbito da Responsabilidade Civil", diz.

Na Zurich, os sectores de actividade empresarial são mercados alvo. António Bico, administrador, frisa que "numa só solução, os empresários conseguem segurar pessoas, bens e cobrir potenciais riscos do seu negócio".
Na VICTORIA, existem soluções no âmbito dos Planos Privados de Benefícios "que se adaptam a cada tipo de empresa.

A AXA está muito focada no tecido empresarial e, em particular as PME, que considera "um segmento estratégico", diz Paulo Bracions, membro do conselho executivo. Para estes clientes, a AXA tem "uma oferta global de produtos e serviços cuja finalidade é garantir uma maior protecção e um crescimento com sustentabilidade". Destes, Paulo Bracons destaca um plano multirriscos que conta agora com a nova opção ‘Proteção Jurídica Mais', que se traduz na disponibilização do apoio jurídico necessário à reclamação de facturas em atraso, junto dos seus clientes; o apoio na detecção e prevenção de riscos através do site ‘Proteção PME', bem como outras acções de prevenção e análise de risco".

Também a MDS, empresa do Grupo Sonae, tem apostado nesta área. Ricardo Pinto dos Santos, Country Manager Portugal, diz sentir "uma forte procura das empresas em reduzir a sua factura com os seguros. A palavra de ordem tem sido cortar". No entanto, diz ainda, "onde as empresas mais evitam cortar é nos seguros relacionados com as pessoas, nomeadamente saúde e acidentes pessoais. Sente-se uma grande preocupação pelo não agravamento da situação pessoal dos colaboradores e na procura, pelo menos dentro da empresa, de uma estabilidade a quem nela trabalha".

A resseguradora AON, por seu turno, aposta nos produtos que minimizem o risco empresarial." Tivemos recentemente alguns eventos, de origem natural e outros causados pelo homem, que colocaram fortemente à prova a estratégias de gestão de risco das organizações. Temas como os planos de contingência, riscos associados a planos de pensões, riscos cibernéticos, risco ambiental, disrupção da cadeia logistica, risco reputacional e risco politico, fazem hoje parte do léxico das organizações e das preocupações, não só dos gestores de risco mas fundamentalmente dos Conselhos de Administração das Organizações", afirma Pedro Penalva, director geral da AON Portugal.

Além das questões relacionadas com o risco, a AON tem vindo a apostar em produtos direccionados às empresas que querem exportar e a internacionalizar-se. "Uma operação no exterior que não tenha acautelado todos os riscos a que está exposto poderá por em causa a reputação da marca, vulnerabilizar o balanço e em ultima análise conduzir à insolvência da organização.

O nosso primeiro papel é aconselhar o cliente, o facto de termos equipas em 120 países com as quais trabalhamos de forma muito próxima, ajudam numa primeira fase o cliente a estabelecer uma estratégia alinhada com a economia local, e a escolher os produtos indicados para que a exposição a risco num mercado desconhecido seja uma ferramenta que jogue a seu favor e nunca contra", afirma o responsável. Todos os anos, a Aon lança um mapa de risco político e o mapa de terrorismo para as empresas conhecerem melhor os países para onde querem ir.


Nota: Artigo publicado no suplemento de Seguros publicado na edição impressa do Diário Económico de 16 de Maio

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01
Mai 13

Seguro automóvel. Aprenda a poupar alguns euros todos os anos

Quer economizar alguns euros por ano com o seguro automóvel? Mudar de seguradora poderá ser a melhor solução, principalmente para aqueles que não mudam de companhia há mais de três anos. Comece por fazer uma ronda pelo mercado. A oferta é variada e o desafio é saber escolher o produto que mais se adequa ao seu caso e que apresenta o melhor preço. Neste caso e, tal como já acontece nos créditos bancários e nos pacotes de telecomunicações, também neste sector, o consumidor conquistou o poder de negociar quanto paga.

De acordo com a Associação de Defesa do Consumidor (DECO) é possível economizar até mil euros por ano na companhia certa face à média do mercado. Rita Pinho seguiu este conselho à risca e conseguiu poupar 500 euros no seu seguro automóvel. “Achei que estava a pagar demasiado e antes de renovar o contrato fiz uma pesquisa no mercado, consegui não só poupar algumas centenas de euros por ano, como consegui subscrever um produto com mais coberturas”, revela a contabilista ao i.

Este não é um caso isolado. Esta tarefa de encontrar o melhor seguro ao melhor preço é uma preocupação comum à maioria dos portugueses. Mas nem sempre é possível. Foi o que aconteceu com João Silva que depois de muito pesquisar, optou por ficar na mesma seguradora. “Depois de muito pesquisar cheguei facilmente à conclusão que a oferta que tinha era mais vantajosa na relação preço/qualidade”, revela. O comerciante admitiu ainda que ficou a ganhar em ficar na seguradora porque como mostrou interesse em mudar, a companhia ofereceu alguns descontos.

A verdade é que o critério qualidade/preço tem vindo a ganhar cada vez mais relevo considerando que o orçamento familiar é cada vez mais apertado com a implementação de novas medidas de austeridade.

OFERTA Para a Fidelidade Mundial e Império Bonança, o actual contexto económico conduz à procura de soluções mais acessíveis de forma a fazer face aos possíveis cortes no orçamento doméstico. Apesar de reconhecer que o preço médio dos seguros irá manter-se baixo – à agressividade competitiva verificada nos últimos anos junta-se agora a quebra na venda de veículos novos – a seguradora admite que “não vai entrar numa guerra de preços” e que o desafio é “construir soluções e produtos a preços acessíveis mas sempre com qualidade e garantia”, revela ao i, a directora de marketing.

Também para a Axa, a questão preço não pode ser analisada de forma isolada, por isso mesmo, a companhia “disponibiliza ofertas quer direccionadas para clientes que privilegiam o factor preço (por necessidade ou por opção), quer ofertas com mais garantia e capital seguro, que estão naturalmente associadas a opções de custo superior”. Para dar uma resposta às famílias com carências financeiras, a Axa lançou um novo produto, o Simpley que permite ao cliente contratar um seguro automóvel por um custo reduzido, garantindo uma protecção essencial. “As seguradoras devem apostar na flexibilização do pagamento, bem como na apresentação de ofertas multi-produto que resultem numa redução do custo”, diz o director de marketing.

LOW-COST Apesar de não se considerar uma seguradora low-cost, a Seguro Directo garante que “tem preços competitivos, mas acima de tudo, preços personalizados à medida do perfil e necessidades dos clientes”. A par da oferta tradicional de seguros, a empresa aposta ainda em campanhas de oferta e de desconto em combustível e de parcerias estratégicas que representam mais valias de poupança”.

Simplicidade, rapidez a preço competitivo são as estratégias apresentadas pela Logo. Trata-se de “uma forma rápida e simples de poupar. Tudo isso, garantindo exactamente as mesmas coberturas, o mesmo nível de protecção contra os riscos e a mesma segurança”, acrescenta.

Já a diversidade é uma das armas usadas pela Ok! Teleseguro. “Temos vindo a lançar produtos adaptados a diferentes necessidades e segmentos: OK! Mulher, Ok! Família, Ok! GPS e OK! 2 Rodas”. “Esta diversificação tem vindo a ser acompanhada pela disponibilização de coberturas inovadoras”, acrescenta.

 

fonte:http://www.ionline.pt

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02
Abr 13

Os melhores seguros low-cost

Depois das marcas de produtos, dos voos e das gasolineiras, chegaram os seguros low-cost. Na análise feita pela revista Dinheiro&Direitos, a DECO fez um check-up e analisou 44 apólices, que dividiu em dois níveis de cobertura: um pacote básico, que inclui hospitalização (na base de todos os seguros), e assistência ambulatória; e um pacote alargado que, além das anteriores, inclui parto e estomatologia.

Contas feitas, a DECO aconselha quatro apólices: duas para uma proteção simples (Allianz Saúde Hospitalização e Ambulatório, e a Ocidental Saúde Médis Opção 3 (Base); e duas para uma proteção mais alargada (Generali + Saúde Familiar Maestoso, e a Victoria Saúde Base - Franquia 150).

Pacotes Simples
Allianz Saúde Hospitalização e Ambulatório
Em termos de custos anuais, se tiver 30 anos esta apólice custa 378,92 euros, enquanto que se tiver 60 anos o valor aumenta para os 833,07 euros.

Ocidental Saúde Médis Opção 3 (Base)
Nesta apólice, o custo mensal para quem tem 30 anos é de 740,87 e ascende a 1.166,06 euros caso tenha 60 anos.

Nestas duas apólices não está coberta a estomatologia e apenas a da Allianz não tem a cobertyra de parto.

Pacotes Alargados
Generali + Saúde Familiar Maestoso
Em termos de custos anuais, se tiver 30 anos esta apólice custa 1.112,85 euros, enquanto que se tiver 60 anos o valor aumenta para os 1.706,07 euros.

Victoria Saúde Base - Franquia 150
Nesta apólice, o custo mensal para quem tem 30 anos é de 536,85 e ascende a 1.254,48 euros caso tenha 60 anos.

Se pretende uma alternativa ao Serviço Nacional de Saúde e não pode pagar um seguro individual ou quer um produto que garanta sobretudo o pagamento de consultas da especialidade (em caso de cirurgia, prefere ser atendido no público), os cartões de saúde são uma opção a considerar.

Os associados da Cruz Vermelha Portuguesa, do Automóvel Club de Portugal e da própria DECO podem ter acesso a um destes produtos com condições vantajosas.

Antes de contratar, analise a rede de prestadores para apurar se a sua área de residência está bem servida. A maioria das redes disponibiliza esta informação nas suas páginas online. Faça também contas ao custo anual do cartão e ao desconto a que tem direito nos serviços médicos da rede. Se o primeiro for muito elevado, pode não compensar a redução no preço dos serviços.

Tenha também em conta o valor das despesas comparticipadas pelo seguro, consoante seja atendido dentro ou fora da rede de profissionais e estabelecimentos com os quais aquele tem acordo. Em regra, dentro da rede convencionada, o cliente paga apenas uma pequena quantia por cada ato.

Se for atendido fora da rede, por médicos ou em locais da sua confiança, é reembolsado entre 35% e 70% da despesa,  consoante se trate de um seguro de assistência ou misto, respetivamente.

De acordo com a análise da DECO, as apólices mais abrangentes são a Help Executive (Opções 1, 2 e 3), da Victoria, com Qualidade global entre os 79 e 84%.

Têm menos exclusões do que a concorrência, são válidas em todo o mundo, podem ser contratadas até aos 60 anos e não definem um limite de idade para permanência no seguro (a maioria das companhias fecha a porta ao segurado a partir dos 65 ou 70 anos). Em caso de doença, as coberturas podem ser ativadas de imediato.

Contudo, o preço destas apólices não está ao alcance de todas as carteiras: custam entre 7150 e 8720 euros por ano para um casal de 35 anos com um filho de 5 anos.

Se não pode gastar tanto, opte por um dos quatro planos que, segundo a análise da DECO, reúnem a melhor qualidade ao melhor preço. Com esta decisão poupa até 2000 euros anuais.

Para mais informações ou simulações veja no site da DECO a página dedicada aos seguros de saúde emhttp://www.deco.proteste.pt/saude/seguro-saude

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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