02
Nov 14

Como escolher os seguros mais baratos

Há seguros para (quase) tudo. Mas há três que a generalidade dos portugueses têm: saúde, casa e carro. São garantia de protecção, mas não têm de ser um fardo no orçamento. O Negócios diz-lhe o que deve fazer para encontrar as soluções mais baratas, mas também os cuidados a ter.

1. Cuidado com a linguagem complexa dos seguros de saúde

Os seguros de saúde são provavelmente os mais complexos de todos, pela sua linguagem hermética e também pelo elevado número de coberturas e exclusões que apresentam. É difícil comparar estes seguros só tendo em conta o prémio, pois a preços diferentes estão associadas coberturas, exclusões e períodos de carência muito diversos.

 

"Os seguros de saúde são muito complexos e apresentam uma linguagem hermética", alerta Mónica Dias. Para a economista da Deco, os consumidores devem "fazer uma boa prospecção de mercado, procurar as coberturas que correspondem às suas necessidades e ter muita atenção às exclusões".

Devem começar por estabelecer critérios e ter atenção aos limites de capital, franquias e períodos de carência. "Se optar por seguro de grupo, nomeadamente através da entidade empregadora, poderá ter acesso a condições mais vantajosas, uma vez que a empresa tem maior poder negocial", frisa a especialista da Deco.

 

É importante ter em atenção que nenhum seguro de saúde cobre problemas já existentes. O consumidor deve ter cuidado no preenchimento da proposta de seguro e não omitir nenhuma informação, sendo o mais correcto e rigoroso possível.

 

2. No seguro da casa, o barato pode sair caro

A lei obriga a que os imóveis tenham seguro de incêndio. Mas esta pode ser uma das coberturas do seguro multirriscos habitação que pode, contudo, incluir outros problemas como roubo, tempestades, fenómenos sísmicos, responsabilidade civil, entre outros. O principal objectivo é segurar o valor do imóvel e do recheio da casa, no caso de um evento que provoque a sua destruição.

 

"A oferta é muito grande, por isso, o consumidor deve começar por fazer uma prospecção do mercado, adequando as coberturas do seguro às características do imóvel em questão", explica Mónica Dias, economista da Deco. O prémio a pagar por este seguro vai depender do valor do capital seguro.

 

Nesse sentido, o consumidor deve ser rigoroso e calcular quanto teria de gastar para comprar todos os bens novamente e avaliar o imóvel pelo valor de reconstrução. Em causa estará o risco de "em caso de sinistro, receber menos do que os bens valem ou a possibilidade de pagar prémios elevados desnecessariamente", diz a especialista da Deco.

 

3. Online é mais barato proteger o seu carro

Quem tem automóvel, tem de ter seguro. Mas o valor do prémio não tem de ser um fardo no orçamento familiar. Especialmente quando existe uma multiplicidade de companhias de seguro no mercado. Desde as tradicionais, há muito estabelecidas, até outras mais recentes, nomeadamente as companhias online.

 

Um seguro automóvel feito através da Internet tende a ser sempre mais barato, isto porque estas companhias transferem para os clientes a poupança que têm com o facto de não existirem custos de rede. Pagando o prémio anual todo de uma vez, especialmente se o fizer através de débito directo, o valor tende a ser ainda mais baixo. E se tiver mais do que um carro, poder ser mais barato juntá-los na mesma companhia.

 

O preço é sempre um factor a ter em conta. Mas não deve ser o único. Veja as coberturas. Nos seguros de terceiros, a responsabilidade civil obrigatória é de seis milhões de euros, mas no de "todos os riscos", está incluído o choque, capotamento ou colisão, furto ou roubo, e incêndio, raio ou explosão. Veja se precisa de todos. E também quanto terá de pagar em caso de activação do seguro. O ideal será ter uma franquia de 0%, ou seja, não ter de pagar nada, mas isso sai caro. Com 2%, o prémio baixa. E o custo não é assim tão elevado em caso de sinistro.

 

fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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27
Jun 14

Prémio médio do seguro automóvel cai 100 euros

O número de apólices de seguros inverteu a tendência de quebra, acompanhando assim a recuperação da economia portuguesa.

O número de seguros de acidentes de trabalho aumentou em 2013, bem como o número de veículos seguros na componente automóvel. Segundo a Associação Portuguesa de Seguradores (APS), "os dados destes dois ramos relativos a 2013 e ao início de 2014 são especialmente interessantes neste contexto, com inversões de tendências que sugerem já os primeiros sinais de recuperação da nossa economia".

 

A associação salienta a correlação existente nestes dois ramos da actividade seguradora, que registaram uma forte contracção em 2011 e 2012, com a actividade económica do País.

O número de apólices de acidentes de trabalho cresceu 0,3% em 2013, face ao período homólogo. Uma evolução que representa "uma inversão da tendência de erosão das apólices que vinha sendo padrão quase sistemático desde 2006 e que determinou o desaparecimento de mais de 10% dos contratos deste ramo até 2012", refere a APS em comunicado. Este crescimento não foi, no entanto, acompanhado pelo volume de salários seguros, que se manteve,pelo terceiro ano consecutivo, em quebra (-1,9%). Da mesma forma, o volume de prémios continuou a registar uma contracção acentuada (de 8% em 2013), pelo oitavo ano consecutivo, o que a APS justifica com a redução das tarifas médias.

Já o número de veículos seguros cresceu 1% em 2013 face ao ano anterior, e regista também um aumento de 0,9% já no primeiro trimestre deste ano, face ao homólogo. "No entanto, pelo terceiro ano consecutivo, e pelo oitavo nos últimos dez, o volume de prémios do ramo automóvel voltou a cair em 2013 (-5,8%), quedando-se pelos 1.478 milhões de euros", nota a APS. O que se justifica pela forte quebra dos prémios médios anuais, que na última década caíram de 319 para 213 euros.

fonte:http://economico.sapo.pt/no

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23
Dez 11

Novas soluções, novos hábitos

Crise arrasa com os subsectores dos seguros automóvel e de poupança e beneficia os seguros de saúde
Automóvel | O mercado caíu 27% nos primeiros onze meses do ano, arrastando consigo o sector dos seguros Auto.


A crise limita à partida o rendimento das famílias, colocando constrangimentos ao sector segurador, mas em alguns casos é também uma oportunidade para o lançamento de novos produtos e para a mudança de hábitos, como demonstram os ramos de Saúde e Automóvel, mas também na componente de Poupança.

Saúde - As oportunidades da crise
O sector dos seguros de saúde é a prova de que com as crises também surgem oportunidades. As dificuldades financeiras que o país atravessa têm levado o Governo a anunciar cortes em vários estores, entre os quais a saúde, o que pode tornar os seguros numa alternativa. Olhando para os números, é possível ver que este é um ramo que tem vindo a crescer nos últimos anos, ainda que o ritmo de crescimento tenha abrandado. Segundo os dados do Instituto de Seguros de Portugal, o sector cresceu 2,3% nos primeiros nove meses do ano em comparação com o mesmo período do ano anterior.

"O risco de não ter capacidade financeira para enfrentar uma doença grave e/ou prolongada é cada vez mais real. Mas não só: consultas de especialidade, exames e tratamentos poderão também exigir às famílias portuguesas um esforço financeiro impossível de comportar", refere Patrick Schwarz, administrador-delegado da Victoria Seguros, em entrevista ao jornal Expresso. Desta forma, a seguradora viu uma oportunidade de negócio a explorar e decidiu lançar novos produtos. Não só lançou um seguro de saúde que inclui um capital universal para todas as despesas de saúde como devolve 25% do prémio aos clientes que, durante um ano, não precisem de comparticipação de despesas.

Já a Multicare, percebendo as dificuldades que muitas famílias portuguesas estão a atravessar, resolveu incluir a cobertura de Protecção ao Pagamento dos Prémios de Seguro, que tem a particularidade de os segurados poderem beneficiar do seguro mesmo em caso de desemprego. Tentando abarcar as novas tendências, a líder do mercado em seguros de saúde, com cerca de 600 mil clientes, lançou também um seguro que permite ter acesso a uma rede de prestadores das chamadas medicinas alternativas. No chamado Plano Medicinas Integradas, é possível ter acesso a consultas e tratamentos, por exemplo, de Acupunctura, Homeopatia, Osteopatia, Quiroprática e Naturopatia, para consultas e tratamentos. 

Automóvel - O impacto da queda do consumo
Um dos estores mais afectados pela crise, o ramo automóvel tem vindo a registar quebras assinaláveis nas vendas, como mostram os dados mais recentes divulgados pela da Associação Automóvel de Portugal (ACAP). Entre Janeiro e Novembro, o mercado de ligeiros de passageiros caiu 27,2% em relação ao mesmo período de 2010, ou seja, uma quebra de 53.151 carros novos. Perante este cenário, as perspectivas para o ramo do seguro automóvel não são animadoras. 

No segundo e no terceiro trimestres, a produção de seguro directo no ramo automóvel registou uma pequena queda em relação ao mesmo período do ano anterior, mas as previsões apontam para uma deterioração ainda mais acentuada em 2012. Isto acontece não só devido um aumento de impostos sobre os veículos, mas também pela forte retracção do rendimento e do consumo das famílias. 

Sabendo das dificuldades que o mercado atravessa, as seguradoras mais vocacionadas para este ramo estão a apresentar campanhas para conquistar clientes. Por exemplo, a OK Teleseguros, usa a expressão "Pronto a poupar" numa campanha que garante um desconto de 25%. Na mesma luta, outra das seguradoras low cost, a Logo, ataca o mercado com uma campanha que garante seis semanas grátis na compra de qualquer seguro automóvel.

Poupança - A remar contra a maré
Incentivar a poupança é um dos caminhos que o ramo segurador vai tentar seguir ainda que num contexto em que o rendimento das famílias está a cair e depois do fim dos benefícios fiscais dos PPR (Planos Poupança Reforma). As dificuldades são visíveis nos números que mostram uma queda de cerca de 40% na produção dos produtos de poupança, um comportamento que o presidente da Associação Portuguesa de Seguradores, Pedro Seixas Vale, não espera que se altere até ao final do ano. 

"Isto é explicado pelo facto de o principal distribuidor de produtos financeiros das seguradoras serem os bancos, que neste momento estão a procurar canalizar as poupanças para os depósitos, atendendo às suas necessidades", disse em entrevista ao Jornal de Negócios, referindo-se a uma tendência que tem marcado o sector, de transferência dos PPR para depósitos a prazo. Esta tendência beneficia os rácios de capital dos bancos, mas demonstra também as dificuldades financeiras das famílias portuguesas. 

"Os bancos orientam um pouco as pessoas também para outro tipo de produtos, como os depósitos a prazo, mas também se nota que as pessoas estão a fazer resgates por iniciativa própria", refere o presidente da APS, acrescentando que em muitos casos, os PPR chegam ao fim do prazo e as pessoas já não os querem manter. Apesar disso, Pedro Seixas Vale, diz que não há outra alternativa à poupança. "Quero o Estado, quer as empresas, quer os particulares, vão ter de o fazer", disse em Novembro numa entrevista ao Jornal de Negócios. O responsável da APS refere a necessidade de mudar os níveis de consumo, que são dos mais elevados da Europa, e de mudar hábitos. "A maior poupança dos portugueses é para a compra de casa. E isso vai com certeza ter de ser diferente."
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/

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20
Dez 11

CGD vende seguros directamente a comprador final

O negócio segurador da Caixa Geral de Depósitos (CGD) será vendido em 2012 já a um comprador final, de acordo com a segunda actualização do memorando da troika, a que a Lusa teve acesso. 

Segundo o documento, até ao final de 2011, a CGD terá de atingir um rácio de capital core tier 1 de 9 por cento - a medida mais exigente para avaliar a solvabilidade de um banco - «sem depender da venda do braço de seguros», cuja alienação deverá «acontecer em 2012 directamente a um comprador final». 

Essa venda vai «contribuir para atingir as necessidades de capital adicionais» do próximo ano.

A primeira actualização do Memorando de Entendimento, em Setembro, dizia que o negócio segurador da CGD seria transferido para uma entidade no Estado antes de se proceder à sua privatização. No entanto, já em Novembro, o ministro das Finanças, Vítor Gaspar, disse que a venda da Caixa Seguros será feita «pela própria CGD», garantindo que a sua alienação não passaria pelo Tesouro. 

A CGD (tal como os restantes bancos do sistema bancário nacional) tem de aumentar o rácio core tier 1 de 9 para 10 por cento até final de 2012. No entanto, já até final de Junho, o banco tem de cumprir um rácio core tier 1 de 9 por cento de acordo com as regras da Autoridade Bancária Europeia (EBA em inglês), uma operação exigente já que implica o reconhecimento da valorização a preços de mercado das exposições à dívida soberana.

O documento agora conhecido acrescenta ainda que se essas necessidades de financiamento não poderem «ser satisfeitas a partir de fontes internas do grupo», o reforço adicional da CGD virá de «capitais públicos», mas não do fundo de recapitalização de 12 mil milhões de euros, apenas acessível aos bancos privados.

A EBA anunciou a 8 de Dezembro que a Caixa Geral de Depósitos precisa de 1.834 milhões de euros para reforçar os seus níveis de capital para atingir os 9 por cento em Junho de 2012.

No final de Novembro, tinha sido conhecido o aumento pelo Estado português do capital social do banco público em 100 milhões de euros através da incorporação de reservas, um valor que ainda não estaria reconhecido nas contas da EBA.

De acordo com o comunicado enviado ao regulador do mercado, a CGD afirmou que a operação visava «o reforço e manutenção da solvabilidade e capitalização da CGD em níveis adequados, designadamente do rácio core tier 1 em base consolidada, ao mesmo tempo que consolida a solidez do banco, fator imprescindível para manter num patamar competitivo o custo de financiamento da sua atividade e consequentemente a respectiva rendibilidade».

O banco estatal apresentou no final do terceiro trimestre um rácio core Tier 1 de 8,8 por cento.

Na sexta-feira passada ficou-se a conhecer os resultados das inespeções da troika à carteira de créditos dos oito principais bancos, sendo que na CGD foram encontradas imparidades de 153 milhões de euros em Junho. 

No entanto, este valor já foi coberto com uma provisão de 158 milhões de euros, ficando o banco com uma «folga» de cinco milhões de euros.

fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

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13
Dez 11

Mulheres correm o risco de pagar mais para ter um seguro

Decisão do Tribunal Europeu de Justiça diz que as seguradoras terão de deixar de discriminar os seus clientes pelo género.

Todos os dias circulam nas estradas portuguesas mais de sete milhões de veículos segurados. E todos os dias se registam várias dezenas de acidentes nos troços rodoviários de Norte a Sul do país que resultam em danos materiais de milhares de euros e em danos pessoais incalculáveis.

Entre os menos propensos a "azares" na estrada estão as mulheres que, segundo algumas estatísticas, têm seis vezes menos acidentes que os homens. Representam assim um risco menor para os restantes condutores e também para as seguradoras que, por essa razão, chegam a cobrar às condutoras prémios até 50% inferiores àqueles que são cobrados aos homens. No entanto, essa benesse poderá acabar dentro de aproximadamente um ano.

Todos saem a perder com o fim da discriminação por género
De acordo com uma decisão tomada pelo Tribunal Europeu de Justiça em Março, as seguradoras europeias terão de deixar de discriminar os seus clientes pelo género a partir de 21 de Dezembro do próximo ano.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

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28
Nov 11

Crise leva condutores a cortar nas coberturas do seguro automóvel

Os condutores portugueses estão a cortar nas coberturas do seguro automóvel por causa da crise, admite Diogo da Silveira, presidente da Açoreana. Esta redução e a diminuição do tráfego automóvel estão a levar a um decréscimo da taxa de sinistros, o que, juntamente com os menores custos de funcionamento, permitiram à seguradora melhorar os resultados, apesar das perdas com a Grécia.
“Há menos exposição das pessoas ao risco, com redução das coberturas” contratadas, refere Diogo da Silveira, presidente da Açoreana, para explicar a quebra de 15% dos sinistros automóvel que, nos últimos meses, ajudaram a companhia de seguros a aumentar os seus resultados.

Até Junho, os seguros de danos próprios pesavam 30% na carteira de seguros automóvel da Açoreana, enquanto os contratos de responsabilidade civil correspondiam a 70%. Esta distribuição passou para 20% de danos próprios e 80% de responsabilidade civil (obrigatória) nos últimos três meses, revelou o gestor na apresentação dos resultados relativos ao terceiro trimestre do ano. A diminuição da sinistralidade automóvel reflecte ainda a redução da circulação automóvel, também em resultado do abrandamento da economia, explica Diogo da Silveira.

A quebra dos custos com sinistros, assim como a redução de 8% nos restantes custos de funcionamento permitiram à Açoreana lucrar oito milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, contra prejuízos de 4,5 milhões em Setembro de 2010. “Metade dos nossos resultados veio da redução dos custos de estrutura. A via da receita não está fácil. Temos que ir pela via dos custos”, justificou o gestor. 

A redução de custos de sinistros e de funcionamento permitiu ainda absorver o impacto negativo da exposição à dívida da Grécia. Isto porque a companhia registou uma imparidade de 21% nesta componente da carteira, o que retirou cerca de quatro milhões aos seus resultados.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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24
Nov 11

Como renegociar os seus seguros: saúde e casa

Nos seguros facultativos, como é o caso do de saúde, o foco deve incidir nas apólices que cubram as grandes despesas. O resto pode cair, se houver necessidade de poupar.

A cobertura para despesas de hospitalização e ambulatório (que permitem o acesso a consultas de especialidade, por exemplo) são, para a Deco, das mais relevantes nos seguros de saúde. Mas as restantes podem e devem ser reavaliadas se a palavra de ordem é cortar despesa.

Entre as coberturas facultativas, não tão necessárias, Mónica Dias inclui as que permitem o acesso a consultas e tratamentos de estomatologia ou a comparticipação de medicamentos.

“O nosso conselho, nestes casos é que se opte apenas pelas coberturas principais”, refere aquela especialista, lembrando que deve também ser estudadas com precisão as possibilidades que o cartão de crédito oferece a este nível. Mais uma vez para evitar duplicações.

Poupar na casa
A aquisição de um seguro multiriscos faz quase sempre parte do pacote do crédito à habitação. Mas a cobertura e respectivo prémio devem reflectir o valor de reconstrução do imóvel e não o valor da sua aquisição ou do empréstimo.

Muitas vezes o prémio do seguro multiriscos da casa está calculado com base no valor do empréstimo. Se é este o seu caso, tente redimensionar a cobertura e faze-la aproximar do custo de reconstrução da casa em caso de sinistro (incêndio, por exemplo).

Porque em caso de destruição do imóvel, o seguro “apenas lhe vai pagar as despesas associadas à reconstrução e não o valor do empréstimo que pediu ou o valor de mercado da casa”, diz a Deco.

O seguro de vida é outro dos que são sugeridos/exigidos a quem compra ou comprou casa com recurso a crédito. Também aqui há soluções para baixar a factura com o prémio, principalmente se o consumidor em questão trabalha numa empresa que oferece seguro de vida aos seus trabalhadores.

É possível, nestes casos, associar este seguro ao empréstimo e se a cobertura em questão não for suficiente para cobrir o valor do crédito, Mónica Dias sugere a subscrição de um seguro de vida apenas pelo valor remanescente.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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22
Nov 11

Seguros: 5 estratégias para cortar na factura

Em tempos de crise e de aperto financeiro, há que rever todos os gastos e perceber onde é possível reduzir custos. Revisitar e reanalisar toda a carteira de seguros pode trazer agradáveis surpresas e alguma poupança.

 

1. Analisar globalmente para evitar sobreposições. Este é o primeiro conselho que Mónica Dias, da Deco, dá a todos os consumidores de seguros em geral e aos que necessitam em absoluto de cortar gastos, em particular. É que, muitas vezes, sem nos apercebermos, temos quase as mesmas coberturas nos seguros que subscrevemos directamente e aravés dos serviços ou produtos que têm seguros associados.

Exemplos de possíveis sobreposições não faltam. Podem estar nos seguros associados aos cartões de crédito ou nas coberturas abrangidas pelo do carro ou no multiriscos habitação. Mas há mais: quem trabalha numa empresa que oferece seguros de vida, pode aproveitar este benefício e “estende-lo” ao crédito da casa.

 

3. Avalie o mercado. A esta “limpeza” de sobreposições deve seguir-se uma prospecção de mercado para ver se os preços actualmente praticados por outras companhias são mais reduzidos e se compensa mudar. Faça simulações, veja bem as ofertas dos diversos canais (telefónicos e aquisição através de mediadores), vejas as diferenças e mude, se for caso disso. Apenas terá de ter em conta que os cancelamentos de seguros (para mudar de uma companhia para oura) e as renegociações (de franquias ou de coberturas) têm de ser feitos no momento da renovação.

 

4. Reduzir as garantias, aumentando a franquia (ou seja a parte do custo suportada pelo consumidor em caso de sinistro) é outra forma possível de reduzir a despesa sem prescindir do seguro. Mónica Dias fez as contas e conclui que aumentar a franquia do seguro do carro de 2% para 12% resulta numa redução para metade do prémio a pagar.

 

5. Fraccione o pagamento. Optar pelo fraccionamento do pagamento do prémio pode não gerar qualquer poupança mas ajudar no ritmo de gastos mensais e são várias as companhias que aceitam que o valor seja pago duas vezes por ano ou até de forma mensal. Neste último caso, diz Mónica Dias, se o pagamento for feito por débito em conta, nem costuma haver lugar ao pagamento de quaisquer comissões adicionais.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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21
Nov 11

Carro: o seu seguro contra todos ainda faz sentido?

Será que um carro utilitário com mais de cinco, seis anos “merece” um seguro de danos próprios (vulgarmente conhecido como seguro contra todos)? Será que precisa mesmo de uma cobertura que inclua carro de substituição? Se a sua resposta foi não, poderá poupar alguns euros.

Quem tem um seguro de danos próprios do carro deve considerar a hipótese de o substituir pela versão mais reduzida (e obrigatória por lei) da responsabilidade civil. Esta mudança, sublinha Mónica Dias, da Deco, deve ser equacionada quando o veículo em questão tem já mais de cinco anos e nos casos em que manifestamente o seu valor comercial está bem longe do valor de aquisição.

Manter uma cobertura tão completa para um carro velho fica caro e além disso pode transformar-se numa dor de cabeça, porque “em caso de acidente e de perda total, o segurado só vai receber o equivalente ao valor comercial”.

Cada vez mais as ofertas de seguro automóvel tem associado um seguro de assistência em viagem. Mas esta assistência não se resume a ter direito a chamar o reboque em caso de avaria do carro, vai muito além disso, incluindo nomeadamente o pagamento de despesas de hospitalização no estrangeiro se a pessoa adoecer durante uma viagem ao estrangeiro.

“Para ter direito a esta cobertura não é necessário ter viajado no carro, esta c pode ser accionada quando se viaja de avião ou de comboio”, precisa a especialista da Deco concluindo que este seguro, associado por exemplo ao de saúde de alguns cartões de crédito, pode permitir prescindir dos chamados seguros de viagem (que na prática são um pacote).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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19
Nov 11

Casa: redimensionar o multiriscos

A aquisição de um seguro multiriscos faz quase sempre parte do pacote do crédito à habitação. Mas a cobertura e respectivo prémio devem reflectir o valor de reconstrução do imóvel e não o valor da sua aquisição ou do empréstimo.

Muitas vezes o prémio do seguro multiriscos da casa está calculado com base no valor do empréstimo. Se é este o seu caso, tente redimensionar a cobertura e faze-la aproximar do custo de reconstrução da casa em caso de sinistro (incêndio, por exemplo).

Porque em caso de destruição do imóvel, o seguro “apenas lhe vai pagar as despesas associadas à reconstrução e não o valor do empréstimo que pediu ou o valor de mercado da casa”, diz a Deco.

O seguro de vida é outro dos que são sugeridos/exigidos a quem compra ou comprou casa com recurso a crédito. Também aqui há soluções para baixar a factura com o prémio, principalmente se o consumidor em questão trabalha numa empresa que oferece seguro de vida aos seus trabalhadores.

É possível, nestes casos, associar este seguro ao empréstimo e se a cobertura em questão não for suficiente para cobrir o valor do crédito, Mónica Dias sugere a subscrição de um seguro de vida apenas pelo valor remanescente.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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