11
Mar 13

60% dos portugueses não lêem a informação enviada pelas seguradoras

Muitos portugueses podiam baixar o seu prémio de seguro automóvel se lessem a informação que lhes é fornecida.

Um estudo realizado pela GfK mostra que apenas 39% dos condutores portugueses lê a informação que lhes é enviada pela seguradora, relativamente ao seguro automóvel. Isto significa que mais de metade dos tomadores de seguro desconhecem o seguro que subscreveram. O mesmo estudo - que foi desenvolvido para a Seguro Directo - revela ainda que 47% dos detentores de um seguro não o costuma renegociar. Sandra Moás, directora-coordenadora da Seguro Directo, nota que "este desconhecimento é prejudicial para ambas as partes: segurado e seguradora. Por um lado, o segurado por desconhecimento de outras ofertas e das coberturas do seu próprio seguro pode eventualmente fazer uma escolha desadequada face à necessidade do seu perfil, o que acaba por resultar num custo desajustado". Ou seja, se acha que está a pagar um valor demasiado alto, talvez esteja na hora de deitar um olho à informação que tem em casa. "Cada vez mais é essencial, enquanto consumidores, sabermos o que estamos a pagar e confirmar se esse é efectivamente o custo justo. Por outro lado, essa falta de informação conduz também a falsas expectativas em relação ao produto contratado, nomeadamente no momento do sinistro, o que gera insatisfação e falta de confiança na própria seguradora", diz. 

É certo que a linguagem dos seguros não é fácil, mas é melhor pedir ajuda à sua companhia de seguros do que ignorar a informação que lhe enviam. O estudo da GfK mostra que apenas 44% dos entrevistados sabe que o ‘prémio' de seguro é o preço pago por esse produto. Uma elevada percentagem - 38% - acredita que o ‘prémio' é o valor que a seguradora lhe paga no caso de não haver qualquer sinistro. No mesmo sentido, há ainda muitas pessoas (44%) que desconhecem que a participação de um sinistro deve ser realizada no prazo de oito dias. 

Todas estas informações parecem pouco relevantes quando tudo corre bem, mas o seu desconhecimento pode trazer amargos dissabores em caso de sinistros. Sandra Moás admite que a responsabilidade desta desinformação é repartida entre seguradoras e clientes. "Se por um lado o cliente tem de reforçar a sua curiosidade nesta matéria e tomar consciência de que conhecer o seu produto é fundamental para fazer uma boa escolha, por outro lado somos responsáveis enquanto agentes de mercado por chegar aos segurados de uma forma directa, simples e com uma linguagem acessível - e não em "segurês" como costumamos dizer na Seguro Directo". No entanto, acrescenta, "da parte das Seguradoras temos vindo a assistir a uma maior preocupação com a forma como gerem estes temas, sobretudo na dimensão de orientação ao cliente. Mas estamos num mercado muito permeável à evolução do comportamento do consumidor, o que faz com seja necessário rever e ajustar os nossos canais de comunicação de forma constante". 

Também o facto de praticamente metade dos tomadores de seguros não renegociarem as suas apólices, por exemplo, anualmente, deve fazer soar os alarmes. Numa altura em que é preciso ter cada vez mais contenção de despesas, gastar algum tempo a falar com a sua mediadora pode ajudá-lo a poupar uma soma considerável no final do ano. Até porque, segundo o mesmo estudo, 41% dos inquiridos afirma que o preço é o facto que mais valorizam num seguro automóvel. Já a qualidade é o factor mais importante para apenas 35% dos participantes neste inquérito.

fonte:http://economico.sapo.pt/

publicado por adm às 21:10 | comentar | favorito
05
Nov 12

Lucro da Fidelidade Seguros sobe 5% até setembro

Menos carros a circular e consequente menor exposição ao risco levaram a redução dos acidentes

O lucro da Fidelidade Seguros, que pertence ao grupo Caixa Geral de Depósitos (CGD), aumentou 5% para 69,7 milhões de euros até final de setembro, em termos homólogos, adiantou o presidente da seguradora, Jorge Magalhães Correia, citado pela Lusa.

O presidente da Fidelidade Seguros, que agrega a Fidelidade Mundial e Império Bonança, justificou o aumento do lucro com as margens técnicas, «mas sobretudo com os efeitos da baixa sinistralidade», durante um encontro com jornalistas.

«Como há menos exposição ao risco [menos automóveis], a sinistralidade baixa», explicou.

Por outro lado, Magalhães Correia disse que o lucro poderia ter ascendido aos 100 milhões de euros, caso não tivesse sido realizado «o elevado provisionamento para a dívida grega», no primeiro trimestre deste ano.

Questionado sobre os prémios das seguradoras, Magalhães Correia avançou ainda que o ramo Não Vida sofreu um decréscimo de 3,9%, enquanto o ramo Vida caiu 29%. 

«Fechámos setembro com um rácio combinado [rácio de sinistralidade mais rácio de despesas] de 96,3%», disse o responsável, explicando que tal significa que por cada 100 que recebem as seguradoras pagam 96, o que «é um valor positivo» e «posiciona bem [a empresa] para a privatização».

Venda de PPR caiu para metade

Magalhães Correia sublinhou ainda a aposta da Fidelidade Seguros nas «reformas verdadeiras», ou seja, na poupança e nos clientes de longo prazo.

«Queremos estar com os clientes no longo prazo e ter uma solução para acompanhar a vida do cliente em todas as suas etapas», disse o presidente da Fidelidade Seguros, distinguindo esta poupança de uma outra financeira, como a que existia com os PPR (Planos Poupança Reforma) usados como «instrumento fiscal» e «não de reforma».

Apesar da quebra das vendas «para metade» em termos absolutos, Magalhães Correia não se mostrou preocupado, até porque «a poupança que fica é a verdadeira», referiu.

Magalhães Correia adiantou que a percentagem de novos clientes com entregas mensais regulares era em setembro de 74%, acima dos 52% registados no mesmo período do ano passado ou dos 13% registados nos primeiros nove meses de 2007, como exemplificou.

fonte_http://www.agenciafinanceira.iol.pt/f

publicado por adm às 22:07 | comentar | favorito
03
Set 12

Seguros low-cost

Afinal, é possível poupar no médico. Uma das apólices que recomendamos trata-lhe da saúde por menos 2 mil euros do que a concorrência

Cuidados médicos
 | Saiba como escolher o melhor seguro de saúde, e qual o mais barato.


Depois das marcas brancas nos supermercados, dos voos ao preço da chuva e da gasolina mais barata, o conceito de low-cost chegou finalmente aos seguros de saúde. Mas será que chegou mesmo? A nova apólice comercializada pela Logo, seguradora telefónica do Grupo Espírito Santo, assenta num princípio básico: em vez de contratar um pacote predefinido de coberturas, como nos seguros tradicionais, o consumidor pode escolher apenas as que lhe interessam ou pode pagar. Numa altura em que as taxas moderadoras nos serviços públicos de saúde estão a aumentar e cada vez mais portugueses sentem dificuldade em pagar cuidados privados, a iniciativa pode ser interessante, ainda que não se trate de um verdadeiro seguro.

A DINHEIRO & DIREITOS pesquisou informação sobre aquele produto no portal da Logo e descobriu que só a modalidade de internamento é comparável aos seguros: por 96 euros anuais, paga hospitalizações e cirurgias até 15 mil euros na rede de prestadores associados à companhia. A título facultativo, pode contratar um sublimite de 2 mil euros para parto. As restantes coberturas do produto funcionam à semelhança dos cartões de saúde: permitem aceder a consultas de especialidade, análises e exames de diagnóstico com custo tabelado e conhecido à partida - por exemplo, 25 euros nas duas primeiras consultas e 12,50 nas seguintes. A partir de 60 euros anuais, o cliente também tem acesso à rede de dentistas e oftalmologistas convencionados, com descontos de 10% a 40% face ao preço de base destes atos médicos. A seguradora disponibiliza ainda um subsídio diário em caso de internamento e o acesso a uma rede de bem-estar, que inclui medicinas alternativas, termas e ginásios, entre outros.

Se pretende uma alternativa ao Serviço Nacional de Saúde e não pode pagar um seguro individual ou quer um produto que garanta sobretudo o pagamento de consultas da especialidade (em caso de cirurgia, prefere ser atendido no público), os cartões de saúde são uma opção a considerar. Os associados da Cruz Vermelha Portuguesa, do Automóvel Club de Portugal e da própria DECO podem ter acesso a um destes produtos com condições vantajosas. Antes de contratar, analise a rede de prestadores para apurar se a sua área de residência está bem servida. A maioria das redes disponibiliza esta informação nas suas páginas online. Por vezes, é difícil encontrar algumas especialidades médicas em zonas menos populosas. Faça também contas ao custo anual do cartão e ao desconto a que tem direito nos serviços médicos da rede. Se o primeiro for muito elevado, pode não compensar a redução no preço dos serviços.

Se pode pagar um produto mais abrangente, consulte o nosso artigo para saber qual dos seguros de saúde analisados responde melhor às suas necessidades.


Só para despesas avultadas
Atualmente, uma única seguradora pode comercializar vários planos de saúde com coberturas e capitais distintos, o que dificulta a escolha por parte do consumidor. Para o ajudar na decisão, selecionámos os quatro seguros mais abrangentes e baratos para dois níveis de cobertura.

No nível de cobertura mais simples, um dos planos só paga despesas de hospitalização e ambulatório. Este interessa, por exemplo, a um consumidor na casa dos 40 ou dos 50 anos, que pretende acautelar sobretudo internamentos e o pagamento de consultas gerais, de especialidade e exames. O segundo plano adiciona a cobertura de parto às anteriores. Este é uma mais-valia, por exemplo, para um casal jovem, mesmo que não pense ter filhos de imediato. Como a maioria dos seguros impõe um período de carência de 12 a 18 meses nesta cobertura, só no final desse período poderá apresentar despesas com a gravidez e o parto.

No nível de cobertura alargado, os planos que selecionámos pagam despesas com estomatologia, próteses e ortóteses e medicamentos, além das anteriores. Estes pacotes podem ser interessantes para famílias com crianças, que prevejam encargos com dentistas, óculos ou lentes, por exemplo. Também neste caso indicamos duas soluções: um plano de topo, mais caro, com uma cobertura mais abrangente e sem franquias, e um plano económico, com um capital inferior e uma franquia anual de 150 euros (ou seja, deixa a cargo do segurado o pagamento das primeiras despesas até àquele montante).

Um conselho: não escolha o seguro em função de coberturas "acessórias", como estomatologia, medicamentos ou próteses e ortóteses, incluídas nos pacotes alargados. Em regra, os limites de capital para estas despesas são reduzidos e as franquias elevadas, mesmo em alguns seguros que recomendamos. O Victoria Saúde, por exemplo, paga até 500 euros por ano para o conjunto daquelas coberturas. Se prevê gastos avultados com tratamentos dentários, como um pivot ou aparelho ortodôntico fixo, é preferível complementar o seu seguro de saúde com um seguro dentário. Além de ser relativamente barato, não impõe períodos de carência, limite de idade ou de encargos (ver DINHEIRO & DIREITOS 110, de março).

Tenha também em conta o valor das despesas comparticipadas pelo seguro, consoante seja atendido dentro ou fora da rede de profissionais e estabelecimentos com os quais aquele tem acordo. Em regra, dentro da rede convencionada, o cliente paga apenas uma pequena quantia por cada ato (15 euros para uma consulta de especialidade, por exemplo). Se for atendido fora da rede, por médicos ou em locais da sua confiança, é reembolsado entre 35% e 70% da despesa, consoante se trate de um seguro de assistência ou misto, respetivamente.


Poupar 2000 euros no médico
Para comparar os 44 planos, avaliámos as condições gerais de cada um, como as exclusões, limites de idade e períodos de carência, e as coberturas (limites de capital, comparticipações e franquias ou copagamentos). Porque as exclusões são determinantes na utilidade do seguro, penalizámos as apólices que excluem doenças preexistentes (todas excluem) e do foro psíquico, encargos com doenças epidémicas, sida, transplante de órgãos e hemodiálise, e despesas com calamidades naturais, greves, revolução ou terrorismo.

As apólices mais abrangentes são a Help Executive (Opções 1, 2 e 3), da Victoria, com Qualidade global entre os 79 e 84 por cento. Têm menos exclusões do que a concorrência, são válidas em todo o mundo, podem ser contratadas até aos 60 anos e não definem um limite de idade para permanência no seguro (a maioria das companhias fecha a porta ao segurado a partir dos 65 ou 70 anos). Em caso de doença, as coberturas podem ser ativadas de imediato. Contudo, o preço destas apólices não está ao alcance de todas as carteiras: custam entre 7150 e 8720 euros por ano para um casal de 35 anos com um filho de 5 anos.

Se não pode gastar tanto, opte por um dos quatro planos que, segundo a nossa análise, reúnem a melhor qualidade ao melhor preço. Com esta decisão poupa até 2000 euros anuais. Tomemos como exemplo um casal de 45 anos, com filhos de 12 e de 17 anos (ver perfis na página seguinte). Se contratar o + Saúde Familiar (Plano Maestoso), da Generali, esta família paga 3000 euros por ano. O seguro da Generali reembolsa até 100 mil euros para hospitalização, 10 mil para ambulatório, 5 mil para parto e 1000 para as coberturas de estomatologia, próteses e medicamentos. As comparticipações dentro da rede variam entre 90% e 100% na maioria das coberturas (exceto estomatologia, com 70%), e entre 60% e 80% se recorrer a profissionais fora da rede. As coberturas de assistência ambulatória e estomatologia têm uma franquia anual de 50 euros e por cada consulta de especialidade o cliente deverá pagar 12,50 euros. Com uma cobertura muito semelhante à anterior, o BES Saúde Top custa 5000 euros para uma família com o mesmo perfil. Esta apólice só está acessível a clientes do banco.

Para saber quanto irá pagar por um seguro para a sua família, consulte as tarifas no quadro ao lado e faça as contas. Some os prémios de cada elemento do agregado e aplique um desconto de 2,5%, de 5% ou de 10% consoante vá segurar 2, 3 ou 4 pessoas. Se já tem um seguro e quer saber como ficou classificado ou qual o prémio anual por idade da pessoa segura, consulte o nosso portal em www. deco.proteste.pt/segurosaude.



O nosso estudo
Fizemos um check-up a 44 apólices Em março, pedimos a 19 seguradoras com produtos no ramo de acidentes e doença que nos enviassem as condições dos seus seguros de saúde e os respetivos tarifários.

Oito não quiseram submeter-se à nossa análise: Açoreana, Europamut, Lusitania, Macif e Tranquilidade. A AXA e a Logo alegaram falta de disponibilidade e a Groupama disse estar a restruturar o seu produto.

No total, analisámos 44 apólices, que dividimos em dois níveis de cobertura: um pacote básico, que inclui hospitalização (na base de todos os seguros), e assistência ambulatória; e um pacote alargado que, além das anteriores, inclui parto e estomatologia. As apólices que recomendamos contemplam um capital mínimo de 50 mil euros para hospitalização.




Como ler o quadro

• Hospitalização Allianz inclui sublimites de capital de 2000 euros para próteses intracirúrgicas e 10 mil para quimioterapia. Na Victoria, o capital é comum à hospitalização, ambulatório e parto.

• Copagamento/franquia Na Victoria, a franquia é comum a todas as coberturas.

• Ambulatório Allianz, Ocidental e Generali comparticipam 100% em consultas e 90% em tratamentos e exames.

• Parto Na Ocidental, o limite anual está incluído na cobertura de hospitalização.

• Estomatologia Limite anual na Victoria comum às coberturas de estomatologia, próteses e medicamentos.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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01
Ago 12

Transferência dos PPR para os depósitos penaliza seguradoras

A produção de seguros registou uma queda 17,5% nos seis primeiros meses do ano. Embora tanto o ramo Vida como o Não Vida tenham contribuído para esta quebra, os números mostram que tem sido sobretudo o ramo Vida a penalizar as contas das seguradoras.

Desta forma, a produção de seguros caiu 17,5% para 4,5 mil milhões de euros. "Tal deveu‐se principalmente à evolução negativa observada no ramo Vida, com uma variação de -24,6%, embora os ramos Não Vida também tenham contribuído com um decréscimo de 3,9%", refere o relatório da atividade seguradora, do Instituto de Seguros de Portugal (ISP).  

O relatório revela que "a produção de seguro direto do ramo Vida voltou a registar uma redução significativa, na ordem dos 900 milhões de euros, situando‐se em cerca de 2,7 mil milhões de euros, pelos motivos já apontados nos relatórios anteriores". Ou seja, a queda na produção dos Planos Poupança Reforma (PPR).

Os portugueses têm vindo a retirar as suas poupanças deste produto e a transferi-las para os depósitos. A redução dos benefícios fiscais associados a este produto e a oferta de taxas mais elevadas dos bancos nos depósitos são algumas das justificações para a saída dos portugueses do PPR.

Também os custos com sinistros registaram uma diminuição de 17,7% para 5,4 mil milhões de euros, penalizado pela quebra tanto no ramo Vida (-20,2%), quer nos ramos Não Vida (-4,3%).

"Durante o semestre em análise observou-se uma redução do valor das carteiras de investimento das empresas de seguros de 1,7%, face aos montantes sob gestão no final de 2011, muito devido à evolução dos custos com sinistros e da produção do ramo Vida", revela o ISP.

De acordo com o relatório o resultado líquido global apurado neste período atingiu os 159 milhões de euros.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 23:56 | comentar | favorito
28
Jun 12

Proteja-se de imprevistos e segure as suas férias

As viagens de férias podem trazer-lhe algumas surpresas. E podem não ser boas. Para garantir que todas as eventualidades estão cobertas, pode subscrever um seguro de viagem

Nem sempre as viagens são marcadas por boas recordações. As más surpresas podem chegar a qualquer momento e em qualquer lado. Para garantir que o "efeito surpresa" é minimizado, pode contratar um seguro de viagem. A oferta disponível no mercado é variada, podendo encontrar produtos entre os 6 e os 28 euros. Deve ter em conta que o seguro terá tantas mais coberturas quanto mais estiver disponível a pagar. 

Numa altura em que todas as despesas são reduzidas ao máximo, fruto das dificuldades económicas, o seguro de viagem pode parecer desnecessário. No entanto, pode minimizar alguns contratempos. Caso adquira um pacote de férias, em regra, o seguro já está incluído. Mas caso não seja esse o seu caso, pode encontrar no mercado uma ampla gama de seguros de viagem. 

Na maioria das situações, as coberturas destes produtos incluem o pagamento de despesas relacionadas com morte ou incapacidade absoluta temporária decorrente de acidentes decorridos durante a viagem. Pode também ter acesso a assistência em viagem, o que pode englobar várias garantias. 

Tal como em qualquer tipo de seguro, antes de subscrever a apólice deve garantir que estão cobertas todas as suas necessidades, tendo em conta o período da viagem, o destino, entre outros aspectos. Não se esqueça de verificar também as exclusões.

Negócios solicitou oito simulações de seguros de viagem, tendo obtido quatro respostas. O BES explicou que "não tem no momento esta oferta de seguros de viagem", enquanto o BPI frisou que "existe este tipo de seguro associado a alguns cartões de crédito (de cobertura automática caso a viagem seja paga com o cartão)". As quatro simulações aplicam-se a um adulto de 35 anos que realiza uma viagem de sete dias a Punta Cana, na República Dominicana. O valor do prémio a pagar vai dos 6,94 euros do seguro comercializado pela AXA aos 27,99 euros do produto da CGD, sendo que este último tem subjacente uma cobertura de valor superior (ver tabela no fim do artigo). 





Cinco dicas


AVALIE A ASSISTÊNCIA MÉDICA
Um dos aspectos essenciais no seguro de viagem é a assistência médica, pelo que deve garantir que satisfaz as necessidades, de acordo com o destino da viagem.

LEIA CONDIÇÕES DA APÓLICE
Como em qualquer tipo de seguro, deve garantir que conhece todas as condições do seguro que vai subscrever e se vão de encontro ao que precisa.

ANALISE AS COBERTURAS 
Os seguros de viagem podem ter diversas coberturas, desde a assistência média, ao extravio da bagagem e ao cancelamento da viagem. Faça a escolha certa.

ESCOLHA OS CONTACTOS
Ao seguro de viagem está associada uma rede de contactos que também deve satisfazer as suas necessidades. Garanta que conhece a língua dos operadores.

ANÁLISE AS EXCLUSÕES
Os seguros não cobrem todo o tipo de situações, pelo que deve conhecer as exclusões em causa, para garantir que as suas necessidades estão protegidas.




Foram consideradas as ofertas mais baratas de cada uma das seguradoras, podendo encontrar outros produtos nestas instituições com um maior número de coberturas e um prémio mais elevado também. A informação presente na tabela é da responsabilidade das seguradoras e não dispensa o esclarecimento junto das mesmas | N.D.: Informação não disponibilizada.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt
publicado por adm às 00:11 | comentar | favorito
22
Jun 12

Aprenda a escolher o melhor seguro de viagem

A subscrição de um seguro de viagem pode ajudar. Saiba quanto custa e em que casos vale a pena subscrevê-los.

À primeira vista, um seguro de viagem pode parecer um desperdício de dinheiro, mas a verdade é que os contratempos nunca vão de férias e podem transformar uma viagem de sonho num pesadelo. Imagine, por exemplo, que partiu para um local paradisíaco e quando chega ao destino- pronto para tomar um bom banho e mudar de roupa- é brindado com a "agradável" notícia de que a sua bagagem ficou perdida e que terá de esperar dois ou três dias para a reaver? Situações como estas são bastante habituais, mas existem outros percalços que podem abalar uma viagem de lazer. Por essa razão, é recomendável fazer um seguro de viagem antes de partir.

A maioria das seguradoras disponibiliza este tipo de produto, sendo o seu custo relativamente em conta face à segurança que oferecem. Por exemplo, na Fidelidade Mundial, um casal que pretenda passar oito dias na Tailândia, e queira fazer uma apólice apenas com coberturas base com um capital de 25 mil euros, vai pagar um prémio total de 48,05 euros.

Contudo, antes de subscrever um seguro de viagens tenha em conta que a sua subscrição nem sempre se justifica. Por exemplo, se comprar um pacote turístico numa agência de viagem não necessita de se preocupar porque estas já incluem um seguro de viagem. Tenha ainda em atenção se já tem algum seguro que inclua as coberturas de um seguro de viagem. A cobertura de acidentes pessoais, por exemplo, que indemniza por morte ou invalidez permanente e paga as despesas de tratamento e funeral, em caso de acidente está incluída nos seguros de vida associados ao crédito à habitação. A assistência em viagem também é idêntica à do seguro automóvel. Se pagar ainda a viagem com cartão de crédito, também pode activar a cobertura de responsabilidade civil, idêntica à do seguro e que indemniza terceiros por danos causados pelo segurado e agregado familiar ou animais domésticos.

fonte:http://economico.sapo.pt/n

publicado por adm às 20:28 | comentar | favorito
16
Jun 12

Descomplique os seguros

Os seguros são, por vezes, quebra-cabeças para quem os subscreve junto das entidades seguradoras, sejam eles seguros de saúde, de vida, automóvel ou qualquer outro. Para estar protegido dos infortúnios é imprescindível conhecer todos os termos mais técnicos que os contratos de seguros apresentam, de forma a evitar dúvidas na hora de os subscrever. O Saldo Positivo mostra-lhe alguns conceitos relacionados com os seguros que podem tornar a subscrição menos complicada.


Conhecer os seguros ao pormenor é meio caminho para o sucesso na subscrição

Ata Adicional: A ata adicional aparece quando o Tomador do seguro propõe algumas alterações às condições presentes no contrato e a seguradora as aceita. A ata adicional é então o documento que assinala as alterações ao contrato.

Apólice: É o conjunto de documentos que constituem o contrato de seguro, na qual são regulados os direitos e as obrigações de ambas as partes.

Apólice Cupão: São apólices de formato reduzido que são usadas, sobretudo, em seguros de curto prazo, como é o caso dos seguros de viagem.

Bonificação: É a redução do prémio de renovação do contrato de seguro, quando são verificadas algumas cláusulas fixadas na apólice, como por exemplo, a ausência de sinistros.

Capital Seguro: É o valor atribuído pelo Tomador do Seguro aos bens ou às responsabilidades que limita a responsabilidade da seguradora.

Certificado de Seguro: É o documento que comprova a existência do seguro, devendo ser  substituído por uma apólice. Por exemplo, o Seguro Provisório no Seguro Automóvel, que é depois substituído pela Carta Verde.

Contrato de capitalização:  É o contrato pelo qual uma empresa de seguros se compromete a pagar um capital, fixo ou indexado, no vencimento do contrato. Esse pagamento pode ser periódico ou apenas de uma vez, no fim do contrato. Está associado aos seguros de capitalização (investimento) que protegem uma poupança.

Descoberto obrigatório: É o valor do capital seguro que o segurado não pode fazer garantir por uma empresa de seguros.

Franquia: É a parte dos danos que fica a cargo do segurado em caso de sinistro e pode ser fixo ou percentual variando de seguradora para seguradora.

Perda total: A perda total acontece quando o bem que está segurado sofre danos cujo custo de reparação após o sinistro, acrescido do valor do salvado, ultrapassa o valor antes do sinistro.

Período de carência: É o período de tempo com início na data do contrato de seguro durante o qual a garantia de certos riscos não produz efeitos.

Prémio: É o preço (anual, trimestral ou mensal) a pagar pelo Tomador do Seguro à empresa seguradora.

Tomador de seguro: É a pessoa singular ou coletiva que celebra o contrato de seguro com a empresa de seguros, sendo responsável pelo pagamento do prémio.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

publicado por adm às 00:02 | comentar | favorito
02
Jun 12

Que seguros para a sua casa?

Fazer um crédito à habitação envolve mais do que um contrato assinado entre o banco e o cliente. Existem alguns aspetos obrigatórios, como os seguros.

A lei só exige uma apólice para cobrir o risco de incêndio a quem vive em propriedade horizontal, no entanto, os produtos multirrisco têm vindo a ganhar adeptos.

Por mais algum dinheiro, a sua casa – um dos seus maiores investimentos – passa a estar protegida de outros azares e riscos, como inundações, tempestades ou sismos.

 

 

Seguro de Incêndio

O seguro de incêndio cobre risco de danos provocados no imóvel por incêndio e é obrigatório para os edifícios em regime de propriedade horizontal. Deve cobrir cada fração autónoma e as partes comuns do edifício (telhado, escadas, elevadores, garagem, etc). Além da obrigatoriedade, a vantagem é óbvia: em caso de danos, não terá de retirar dinheiro do seu orçamento familiar para pagar os estragos.

O seguro deve ser feito pelos proprietários de cada fração (condóminos). Se estes não o fizerem, deverá ser o administrador do condomínio a fazê-lo, sendo depois reembolsado pelos condóminos.

Seguro Multirriscos

Se o seguro obrigatório só cobre danos causados por incêndios nas habitações, partes comuns de edifícios em propriedade horizontal e bens que tenham sido danificados devido ao calor, fumo, explosão ou destruição provocada pelo salvamento, o multirrisco oferece um conjunto de coberturas opcionais e pode ainda incluir uma cobertura de responsabilidade civil.

Alguns exemplos das proteções adicionais que o multirrisco pode incluir são danos causados por inundações, tempestades e riscos elétricos, reparação de danos causados nos bens móveis, indemnização por furto ou roubo, responsabilidade civil do segurado e agregado e indemnizações em caso de morte do segurado ou cônjuge, na sequência de incêndio, queda de raio, explosão ou roubo, ocorrido na habitação.

O prémio é calculado em função das coberturas contratadas, mas não só. O nível de risco também é um fator decisivo, pelo que caraterísticas como o tipo de construção, materiais e localização são cruciais para definir o prémio a pagar pelo seguro.

Seguro de vida

Em Portugal, é normal os bancos exigirem a contratação de um seguro de vida que garanta o pagamento do crédito em caso de morte ou invalidez do devedor. Este é um dos elementos requeridos pelas instituições financeiras como garantia do empréstimo para o imóvel.

A apólice pode ser contratada em qualquer seguradora, mas, regra geral, compensa subscrever o produto no banco onde contrai o empréstimo, pois poderá ser sinónimo de um spread mais baixo.

Às instituições bancárias e seguradoras cabe a tarefa de apresentar a informação de forma clara, nomeadamente das comissões e despesas. As instituições estão obrigadas a publicitar o valor da comissão e despesas nos preçários que devem manter afixados nos seus balcões e nos respetivos portais bancários nainternet.

Seguro de desemprego

Como o próprio nome indica, este é um seguro que ajuda a salvaguardar as despesas relacionadas com o crédito à habitação em caso de desemprego ou baixa médica. O objetivo é ajudar as pessoas a respeitarem os compromissos financeiros com os bancos em caso de uma perda de rendimentos. Estes seguros cobrem 6 a 12 meses de despesas, consoante a situação. O seguro mantém-se mesmo que esteja a receber alguma prestação da Segurança Social por baixa médica.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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23
Mai 12

Seguros de vida: proteção da família

São famosos por serem exigidos como garantia em empréstimos à habitação, mas os seguros de vida em caso de morte são uma garantia para proteção da família, especialmente se tem filhos a seu cargo. Se o seu rendimento é determinante para o seu lar e a qualidade de vida da sua família, se quer proteger o futuro dos seus filhos dos infortúnios, os seguros de vida são uma boa resposta. Conheça os aspetos fundamentais que mexem com os prémios que vai pagar para segurar a sua vida e o que pode fazer para garantir menos custos.

 

Um seguro de vida é uma garantia de futuro dos seus filhos.

Que coberturas?

Os seguros de vida por morte cobrem normalmente mais do que a cobertura a que lhe deu origem. A morte por acidente, por acidente rodoviário ou a invalidez total e as doenças graves são coberturas associadas a estes seguros que podem agravar os prémios, mas que significam maior indemnização em qualquer dos infortúnios. Por exemplo, a cobertura de morte por acidente rodoviário leva ao pagamento do triplo do valor que representa o capital seguro.

Que exclusões no seguro?

Embora o seguro de vida seja vocacionado para a proteção em caso de morte a verdade é que nem todas as ocorrências levam ao pagamento de uma indemnização. Situações de terrorismo, guerra, fenómenos de calamidade da natureza são alguns dos casos que podem configurar exclusões não estando abrangidas na lista de coberturas, mas há mais exclusões normais. Por exemplo, se a pessoa segura omitir informação fundamental ou se o sinistro resultar de uma aposta não haverá lugar ao pagamento do montante seguro.

Se existem exclusões que não são negociáveis (definitivas), outras podem ser ultrapassadas mediante de um prémio de seguro mais elevado. Por exemplo, a prática de desportos como artes marciais, desportos de inverno, mergulho ou para-quedismo são algumas das exclusões que podem ser ultrapassadas através do pagamento de um prémio de seguro mais elevado.

Como se calcula o prémio a pagar?

O prémio de um seguro de vida têm em conta a probabilidade de ocorrência das situações cobertas, utilizando normalmente as tábuas de mortalidade que englobam as probabilidades de morte por idades. Depois há que ter ainda em atenção às coberturas adicionais que fazem subir o prémio e as exclusões que podem levar ao pagamento de um prémio superior. Além disto, um seguro de vida com duas pessoas seguradas apresenta normalmente um prémio mais baixo do que o que segura apenas uma cabeça.

A idade e o seguro de vida

Os seguros de vida em caso de morte têm diferentes limites de idade para subscrição dependendo das seguradoras, mas por norma a idade para realizar o seguro tem como limite os 70 anos. Já quanto ao período máximo de abrangência do seguro, é normal que depois dos 75 não seja possível garantir a proteção.

Além destes limites, a idade pode influenciar o prémio a pagar pelo seguro. Se o seguro for de prémio baseado na idade do segurado (a larga maioria), então o prémio aumentará com a idade, em função do aumento da probabilidade de um sinistro.

Exames médicos

Os seguros de vida pressupõem normalmente exames médicos para aferir da condição do segurado, exames que são realizados em unidades de saúde parceiras da seguradora. Os exames pedidos podem ser os exames gerais, eletrocardiograma, prova de esforço e análises ao sangue, mas podem ser mais exigentes para capitais seguros elevados.

São estes exames que vão determinar o prémio a pagar já que o seguro pode ser aceite normalmente se não forem encontrados quaisquer fatores de risco ou pode sofrer um agravamento de prémio ou mesmo a não ser aceite dependendo da avaliação dos exames clínicos.

O capital a segurar

Para muitos a grande questão do seguro de vida está no montante a segurar. Não há fórmulas mágicas para calcular um montante que, por exemplo, proteja a sua família em caso de morte, mas uma solução a adotar poderá passar por fazer contas ao cenário de custos e rendimentos imaginado para o futuro. Por exemplo, se tem 40 anos e um filho de 10 anos, poderá ter como horizonte de proteção na ordem dos 10 anos, ou seja, o tempo até ele poder entrar para o mercado de trabalho e deixar de depender dos seus recursos. Para este período uma possibilidade poderá ser juntar todos os rendimentos que julga serem necessários com a sua educação, atualizando-os tendo em conta a inflação, e incluindo a fatia normal do seu rendimento que é fundamental para a rotina do seu agregado familiar.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/


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10
Mai 12

Seguradoras: Portugueses reclamaram menos em 2011

As seguradoras receberam no ano passado menos 2386 reclamações do que em 2010, num total de 26632 queixas, mas em contrapartida aumentaram as respostas desfavoráveis aos segurados, revelou esta quinta-feira a Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

"Os resultados demonstram o progresso feito no sector segurador, revelando que é cada vez mais credível e tem melhor imagem", afirmou o presidente da APS, Pedro Seixas Valle, na apresentação do balanço de reclamações do sector em 2011 que revela também uma redução no tempo de resposta às queixas que agora é de 9,2 dias, menos quatro dias do que em 2010.

A quantidade de reclamações endereçadas às seguradoras, directa ou indirectamente (via DECO, provedor, instituto de seguros), diminuiu 8,2 por cento no ano passado, mas o ramo automóvel (que pesa quarenta por cento no sector) contribuiu apenas com uma redução nas reclamações de 1,4 por cento.

fonte:http://www.cmjornal.xl.pt/


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