21
Jan 13

Crise faz cair seguros de acidentes de trabalho e automóvel

O desemprego está a afetar vários ramos de atividade do sector segurador, sendo um desses os acidentes de trabalho. Em 2012, o montante de prémios destes seguros ascendeu a 555,9 milhões de euros, uma queda de 10,6% face à produção do ano anterior, segundo os dados referentes aos prémios de seguro direto de 2012, divulgados pelo Instituto de Seguros de Portugal (ISP).

Só as quatro principais seguradoras no ramo de acidentes de trabalho, que representam mais de metade do mercado - Fidelidade, Açoreana, Tranquilidade e Axa -, registaram, no conjunto, uma quebra de 11% face a 2011.

"A redução da massa salarial segurável conduz necessariamente a uma diminuição do negócio. Adicionalmente, registou-se em 2012 uma forte competitividade entre os operadores a atuar no mercado português, o qual originou uma política de preços muito agressiva. O ISP continuará a dar especial atenção a essa matéria no corrente ano", afirmou José Almaça, presidente do ISP, em declarações ao Dinheiro Vivo.

Havendo menos pessoas empregadas, naturalmente os seguros de acidentes de trabalho, que são obrigatórios, têm vindo a registar uma forte descida. Se forem contabilizados os períodos de 2009 a 2012 a quebra dos prémios é ainda mais expressiva: 18%.

Os seguro de acidentes de trabalho garantem a eventual responsabilidade da entidade empregadora por acidentes ocorridos com os trabalhadores, no desempenho da atividade profissional. Além disso, também cobrem o denominado risco de trajeto, ou seja, os acidentes ocorridos no percurso de e para o local de trabalho.

Os números não deixam margem para dúvidas. Diariamente há mais 289 pessoas sem trabalho. No final de 2012, de acordo com o Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP), estavam registados 710 652 desempregados, o que corresponde a um aumento de 17,4%.

A confirmarem-se as projeções de aumento do desemprego para 2013, a queda nos seguros de acidentes de trabalho poderá vir a aumentar ainda mais este ano.

Produção de seguros cai 5,3%

O volume de produção de seguro direto em Portugal - incluindo todas as atividades do Ramo Vida e Não Vida - ascendeu a 11 mil milhões de euros. Um valor que se traduz num decréscimo de 5,3% face ao valor verificado em 2011.

"Efetuando uma análise por ramos, conclui-se que a evolução negativa que se registou no mercado segurador deveu-se essencialmente à quebra verificada no ramo Vida (6,9%), apesar da produção dos ramos Não Vida também ter registado uma variação negativa (2,2%)", adianta o ISP no relatório anual.

Nos seguros Vida foram sobretudo os PPR, penalizados em termos fiscais, que levaram a uma queda mais acentuada da produção; os ramos que mais contribuíram para a quebra verificada na produção de Não Vida foram os acidentes de trabalho e automóvel, que representam mais de 53% da carteira em análise.

Outros ramos

Automóvel

Os prémios de seguros do ramo automóvel ascenderam a 1.569 milhões de euros no ano passado, um valor que corresponde a uma queda de 5,4% face à produção verificada em 2011. A descida de vendas de automóveis novos e também de usados é a principal justificação para a redução deste sector, penalizando o ramo Não Vida.

Doença

Os seguros de doença contrariaram a tendência verificada no conjunto do sector e registaram uma subida. Segundo o ISP, no ano passado a produção destes seguros totalizou 552,8 milhões de euros. Um valor que corresponde a uma subida de 3,1% quando comparado com os 536,2 milhões de euros de prémios do ano anterior.

Marítimo e Transportes

O aumento das exportações das empresas portuguesas pode ser uma das justificações para se ter verificado um aumento dos seguros neste ramo de atividade. Os dados do ISP mostram que, em 2012, os prémios de seguros no ramo marítimo e de transportes ascendeu a 27,1 milhões de euros, o que corresponde a um aumento de 18% face a 2011.

Vida

Os Planos Poupança Reforma foram uma das principais razões para a queda da produção de 12,4% dos seguros de vida. Segundo o ISP, a redução do peso dos PPR, que em 2012 representaram 10,6% da produção do ramo Vida (17% em 2011), deve-se ao decréscimo da produção em 10%, fruto da redução dos incentivos fiscais.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/M

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21
Nov 11

Carro: o seu seguro contra todos ainda faz sentido?

Será que um carro utilitário com mais de cinco, seis anos “merece” um seguro de danos próprios (vulgarmente conhecido como seguro contra todos)? Será que precisa mesmo de uma cobertura que inclua carro de substituição? Se a sua resposta foi não, poderá poupar alguns euros.

Quem tem um seguro de danos próprios do carro deve considerar a hipótese de o substituir pela versão mais reduzida (e obrigatória por lei) da responsabilidade civil. Esta mudança, sublinha Mónica Dias, da Deco, deve ser equacionada quando o veículo em questão tem já mais de cinco anos e nos casos em que manifestamente o seu valor comercial está bem longe do valor de aquisição.

Manter uma cobertura tão completa para um carro velho fica caro e além disso pode transformar-se numa dor de cabeça, porque “em caso de acidente e de perda total, o segurado só vai receber o equivalente ao valor comercial”.

Cada vez mais as ofertas de seguro automóvel tem associado um seguro de assistência em viagem. Mas esta assistência não se resume a ter direito a chamar o reboque em caso de avaria do carro, vai muito além disso, incluindo nomeadamente o pagamento de despesas de hospitalização no estrangeiro se a pessoa adoecer durante uma viagem ao estrangeiro.

“Para ter direito a esta cobertura não é necessário ter viajado no carro, esta c pode ser accionada quando se viaja de avião ou de comboio”, precisa a especialista da Deco concluindo que este seguro, associado por exemplo ao de saúde de alguns cartões de crédito, pode permitir prescindir dos chamados seguros de viagem (que na prática são um pacote).

fonte:http://www.dinheirovivo.pt

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30
Ago 11

Seguro Automóvel: 25% dos condutores não estão protegidos

Cerca de um quarto dos condutores não está protegido no seguro automóvel. Segundo os dados da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS) apesar deste valor estar a decrescer, nos últimos anos, ainda representa uma boa fatia do ramo automóvel.   

O seguro obrigatório refere-se apenas ao seguro contra terceiros. Nesta situação, por exemplo, um condutor que tenha um acidente e seja culpado o seu seguro cobre os danos causados não só no outro veículo como também dos sinistrados do mesmo. 

Se, por acaso, transportar ocupantes no seu próprio automóvel, estes estão cobertos pelo seguro de responsabilidade civil. No entanto, neste caso, o condutor não está coberto. Ou seja, se tiver algum dano corporal o seguro não cobre.   

É por essa razão, que a APS procura sensibilizar os condutores para fazerem seguros cuja a apólice tenha a cobertura de pessoas transportadas, ou seja, do condutor. 

Acompanhando o crescimento do parque automóvel, o número de veículos seguros atingiu os 7 milhões em 2010, mais do triplo face há 30 anos, altura em que o seguro automóvel passou a ser obrigatório.    

Nos últimos anos, os dados da APS mostram ainda que, nos últimos anos, as apólices dos seguros automóveis são cada vez mais abrangentes. Isto significa que, por exemplo, 74% dos seguros já asseguram a cobertura das pessoas transportadas, o que em termos práticos, significia os condutores. Uma percentagem que em 2006 era menor (67%). 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

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Seguro automóvel ficou 71€ mais barato em quatro anos

O prémio médio do seguro automóvel caiu 71 euros nos últimos quatro anos, uma queda histórica de acordo com a APS.

O prémio médio do seguro automóvel caiu 71 euros nos últimos quatro anos, uma queda histórica de acordo com a Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

Esta evolução equivale a uma poupança anual na ordem dos 500 milhões de euros para os consumidores portugueses.

Pedro Seixas Vale, presidente da APS, atribui esta queda dos prémios cobrados à redução dos sinistros graves. O custo médio por sinistro desceu de 2.381 euros em 2006, para 1.663 euros em 2010, num sinal de que "os portugueses estão a conduzir melhor", comenta o presidente da APS. E adianta: "Se os custos médios dos sinistros diminuem é normal que o prémio cobrado também desça". Uma conjuntura que levou o sector a somar 1,67 mil milhões de euros em prémios de seguro directo no último ano, bastante abaixo dos quase dois mil milhões de euros produzidos em 2005.

A APS acredita que a tendência de redução do total dos prémios cobrados tenha começado a inverter este ano, mas referem ainda não ter números que permitam perceber se esta inversão resulta de uma subida dos prémios cobrados ou do simples aumento do parque automóvel seguro.

Sobre a possível subida dos prémios cobrados, Seixas Vale, que falava hoje à margem de uma apresentação a jornalistas, considera que este "não é um momento favorável para o aumento de preços".

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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21
Jun 11

A arte de bem negociar o seguro automóvel

Se não muda de companhia há três anos ou mais, está na altura de sondar a concorrência.

Nuno Gonçalves, de 41 anos, e Fernando Sá, de 51, têm duas características em comum: mantêm o seguro do carro na mesma companhia há oito e três anos, respectivamente, e ambos estão a perder dinheiro. São clientes fiéis, não por lealdade cega à seguradora, que nunca os deixou ficar mal, ou medo de arriscar o incerto, mas por falta de tempo para procurar alternativas mais baratas.

A equipa da Dinheiro & Direitos (D&D) deu-lhes uma ajuda. Os especialistas da revista simularam quanto pagariam com as Escolhas Acertadas, para o pacote de coberturas que têm hoje, e descobriram que podem reduzir bastante a anuidade: 300 euros, no caso do Nuno (seguro obrigatório e danos próprios), e 40 euros, no do Fernando (só obrigatório).

Se não está convencido, faça você mesmo o teste. O estudo da Deco a 192 preços revela que um condutor experiente pode economizar até 1.088 euros por ano na companhia certa, face à média de mercado. No caso dos jovens, a diferença é mais significativa: 1.207 euros anuais.

Qualidade das apólices pesa
Com uma boa apólice pode não poupar muito dinheiro, mas evita algumas dores de cabeça. Se vai contratar só o seguro de responsabilidade civil, não tem de preocupar-se pois é igual em todas as companhias. Pelo contrário, a qualidade do seguro facultativo varia. Para ajudar na selecção, foram analisada as apólices das 11 companhias que participaram no estudo com base num conjunto de critérios que os especialistas da Dinheiro & Direitos consideraram essenciais. Algumas, apesar de muito boas, são caras. Ao optar pelas Escolhas Acertadas tem duas vantagens garantidas: anuidades baixas e apólices de boa qualidade.

Comecemos pelo pior dos cenários. Caso tenha de declarar um acidente pelo qual é responsável, como é que a seguradora ajusta o prémio? As percentagens de agravamento divergem, bem como as coberturas que influenciam o sistema de ‘bónus-malus'. A Liberty e a Ocidental destacam-se pela positiva neste critério: se o cliente participar sinistros enquadráveis nas coberturas de responsabilidade civil, choque, colisão e capotamento ou incêndio, raio e explosão, só aumentam o prémio da cobertura activada. Já a Mapfre e a Açoreana agravam-no por sinistros que não dependem da intervenção do segurado, como o roubo do carro. Por falar em roubo ou furto, esta cobertura é idêntica em todas as seguradoras. A diferença está no tempo que demoram a pagar a indemnização. A maioria fá-lo até 60 dias depois de participar o desaparecimento do carro. A Liberty e a Generali reduzem este prazo para 40 e 15 dias, respectivamente. Relativamente às franquias, a Mapfre é a seguradora mais "generosa" nos descontos. Além disso, só aplica a franquia à cobertura de choque, colisão e capotamento, com um valor mínimo de 250 euros.

A apólice da Liberty oferece uma boa assistência em viagem. Esta cobertura paga despesas médicas por doença ou acidente em qualquer parte do mundo, mesmo que viaje sem carro. Paga também o reboque, a estada dos ocupantes e um carro de substituição se o seu avariar num país da União Europeia, Marrocos ou Tunísia. Em Portugal, a maioria dá assistência se tiver um furo, falta de combustível ou perder as chaves.


Menos 1.207 euros para jovens
Seguro Directo, OK! Teleseguros e protocolo da Deco lideram lista de Escolhas Acertadas.

A "inexperiência" paga-se cara no seguro automóvel. Para as companhias, ter menos de 25 anos é um factor de risco agravado, mesmo que já tenha carta desde os 18. A falta de traquejo na estrada custa aos jovens titulares entre 40 e 100% mais do que aos condutores com provas dadas. São, por isso, o segmento que mais beneficia com uma escolha certeira da seguradora.

Foram pedidos os preços para um jovem de 19 anos e carta há um ano, de Lisboa, sem acidentes nem bonificação (ou seja, primeiro contrato).

Conclusão: se conduz carros novos, a Escolha Acertada é a Seguro Directo. Esta cobra 1.331 euros (Renault) e 1.666 euros (Audi) por ano pelo pacote alargado, ou seja, menos 1.088 euros e 1.207 euros do que a média das seguradoras. Para carros com cinco anos de idade, o protocolo que a Deco negociou com a OK! teleseguros é a opção mais barata. Cobra 1.271 euros (Renault) e 1.903 euros (Audi) por ano, o que representa uma poupança de 790 euros e 848 euros face à média das companhias do estudo.

Para evitar o agravamento no prémio, é frequente os pais contratarem o seguro em nome próprio, declarando-se condutores habituais. A Deco 
não o recomenda: em caso de sinistro, a seguradora pode negar a indemnização ou aplicar franquias superiores.


O que faz variar a anuidade

São vários os factores que fazem variar o prémio do seguro. Mas uma parte do que o cliente paga são custos administrativos e taxas que revertem para o Estado ou outros organismos.

1 - Características do veículo
O custo da responsabilidade civil depende do tipo de veículo (ligeiro de passageiros ou de mercadorias) e da utilização (particular ou profissional), da cilindrada e do combustível usado.

2 - Capital seguro
No seguro de danos próprios, o prémio baseia-se ainda no valor comercial do veículo, que diminui ao longo dos anos e varia consoante a tabela de desvalorização da seguradora.

3 - Idade e sexo do condutor
Condutores com menos de 25 anos e carta há menos de dois são penalizados. Algumas companhias fazem descontos para mulheres, mas esta prática deverá terminar em 2012.

4 - Zona de residência
As tarifas são mais elevadas em cidades com mais sinistralidade, como Lisboa e Porto. As zonas e o risco variam consoante as companhias.

5 - Parqueamento
O local onde o carro pernoita também entra nas contas: parqueamento na rua tem mais custos do que na garagem.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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14
Jun 11

Seguro automóvel. Escolha a melhor oferta e poupe alguns trocos

É possível economizar mais de mil euros se escolher a seguradora certa. Esse valor poderá ser superior no caso dos mais novos.

 

Quer economizar até mil euros por ano num seguro automóvel? Pois bem, é possível. A Associação de Defesa do Consumidor (Deco) analisou várias ofertas e chegou à conclusão que é possível economizar até mil euros por ano na companhia certa face à média do mercado. Essa poupança poderá atingir os 1200 euros anuais no caso dos mais novos. A diferença foi obtida da análise de 192 preços. 

A verdade é que escolher um seguro automóvel nem sempre é uma tarefa fácil tendo em conta o número de seguradoras que actuam no mercado nacional. A oferta é alargada e o desafio é saber escolher o produto que mais se adequa às suas necessidades e à sua carteira. Uma questão que ganha maior relevo considerando que o orçamento familiar dos portugueses é cada vez mais apertado com a implementação de novas medidas de austeridade, com o congelamento dos salários e com o agravamento de impostos. A verdade é que a opinião é unânime junto das seguradoras: os prémios já subiram e vão continuar a aumentar. Não só devido à crise económica como também aos elevados níveis de sinistralidade. 

Mas antes de começar a analisar os produtos terá de definir primeiro a modalidade que prefere - seguro obrigatório ou de danos próprios - e ter em conta alguns critérios que condicionam o preço. Além do modelo, do ano e da cilindrada do carro, há também que ter em conta a idade do condutor, os anos de carta e a localidade onde vive. Se vive na cidade então prepare-se para pagar mais, já que a seguradora entende que o nível de risco é mais elevado (ver caixa ao lado). 

Se pretende contratar só o seguro de responsabilidade civil, "não tem de se preocupar, pois é igual em todas as companhias. Pelo contrário, a qualidade do seguro facultativo varia", revela a Deco (ver tabela). 

Segundo a associação, se os clientes não mudam de seguro há mais de três anos então está na altura de sondar a concorrência. "Neste caso, e tal como já acontece nos créditos bancários e nos pacotes de telecomunicações, o consumidor conquistou o poder de negociar quanto paga". 

i fez uma ronda pelo mercado e deixa aqui alguns conselhos de forma a escolher o melhor produto. Analisámos as ofertas das seguradoras com maior quota de mercado - Caixa Seguros (inclui a Fidelidade Mundial e a Império Bonança, que juntas têm cerca de 25% da quota) e a Axa - segundo os últimos dados da Associação Portuguesa de Seguradoras (APS).

Oferta variada A Caixa Seguros comercializa o Liber 3G na rede Fidelidade Mundial e o AU-TO-IB na Império Bonança. Apesar da diferenciação na marca, a oferta é idêntica. "Trata-se de uma oferta flexível com soluções de protecção adequadas a vários perfis de cliente e com características inovadoras", revela. 

Devido à actual situação económica, a Caixa Seguros acredita que vamos assistir "a uma alteração de hábitos de utilização dos veículos por alguns consumidores, o que vai também exigir alguma diversificação da oferta e um maior foco na inovação". A pensar nisso, a seguradora do grupo Caixa Geral de Depósitos promete "fazer um acompanhamento contínuo do mercado para identificar necessidades de melhoria do nosso produto, com o objectivo de o tornar mais atractivo para o consumidor, até face às evoluções decorrentes do parque automóvel". 

Com ou sem crise, a verdade é que os consumidores continuam a dar preferência aos seguros de danos próprios. Tanto a Fidelidade como a Tranquilidade admitem que o seguro automóvel é uma das primeiras despesas a ser revistas pelos consumidores com o objectivo de reduzir os gastos mensais. Apesar desta tendência, as seguradoras revelam que, ao contrário do que era previsível, "há clientes que neste actual contexto económico parecem valorizar mais as coberturas de danos próprios. Querem sentir que têm um seguro que, mais do que garantir os danos ao veículo em caso de acidente, lhe retira a pressão orçamental decorrente de um azar, quando já têm tantas outras despesas com que se preocupar". 

Já a AXA Portugal disponibiliza quatro pacotes, correspondentes a quatro níveis de protecção, que se diferenciam pelas motivações de compra e, por sua vez, pelo binómio preço/cobertura, revela a directora de oferta e segmentos estratégicos, Alexandra Catalão. No entanto, a responsável admite que em "tempos de crise, quando o rendimento disponível das famílias se reduz, existem clientes que se vêem obrigados a prescindir de um seguro que lhes ofereça uma maior protecção e, por outro lado, existem clientes que querendo reforçar os seus níveis de poupança estão disponíveis para os seguros com um nível de protecção intermédio. Neste enquadramento e num contexto de crise, diria que existem mais clientes disponíveis à compra de um seguro automóvel que é apenas obrigatório por lei". Para fazer face ao actual contexto económico, a seguradora prepara-se para lançar uma nova opção. Segundo Alexandra Catalão, esta nova alternativa "irá estar direccionada para um perfil de clientes específico e assumirá um binómio preço/coberturas mais atractivo".

fonte:http://www.ionline.pt/c

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13
Jun 11

Moda low cost chega às seguradoras, Seguros low cost

Começaram a surgir seguros associados a marcas. O Continente é um dos casos

 

A moda das seguradoras low cost veio para ficar. Se até aqui o que ditava o preço do seguro eram os anos de carta e os acidentes, as regras mudaram com a proliferação das companhias de baixo custo. A estratégia agressiva imposta por estas novas seguradoras provocou uma descida generalizada dos preços, mesmo entre as companhias tradicionais. Conclusão: a maioria viu-se obrigada a acompanhar esta redução de preços e a lançar promoções mais agressivas para manter e ganhar novos clientes. 

A Seguro Directo e a Ok teleseguros! foram as primeiras a surgir no mercado, há mais de dez anos, e já apresentam algum peso no negócio total do sector. A Seguro Directo reconhece que existe uma crescente procura das seguradoras low cost, "nem que seja para a consulta e a comparação de preços", revela a directora coordenadora Sandra Moás. A responsável diz ainda que estas seguradoras "têm contribuído para o dinamismo e para a diversificação do mercado, uma vez que incitam a revisões tarifárias para se conseguir preços competitivos". Aliás, no entender da mesma, o consumidor procura o melhor equilíbrio no binómio preço/confiança. Uma opinião partilhada pela OK! teleseguros. A seguradora tem vindo a diversificar a sua oferta - através do lançamento de produtos adaptados a diferentes necessidades e segmentos, de que são exemplos os produtos OK! Mulher, OK! Família, OK! GPS - mas reconhece que ainda há mercado para crescer. "O peso das seguradoras focadas na exploração dos canais directos tem vindo progressivamente a aumentar, contudo, existe ainda um longo caminho a percorrer, dado os valores já atingidos em outros mercados europeus, pelo que subsiste ainda um grande terreno a explorar por todas as seguradoras", afirma o director de marketing, Sérgio Carvalho . Mas este conceito low cost foi-se alargando nos últimos anos e assistimos ao aparecimento de novas seguradoras. É o caso da Logo. Terminou 2010 com 20 milhões de euros em prémios e 115 mil clientes e acredita que a tendência é para continuar a crescer. Segundo a mesma, os consumidores vão continuar a "procurar produtos e serviços onde possam poupar, com ganhos de conveniência e acessibilidade, através das novas plataformas electrónicas". A fórmula é simples: "Garantir as mesmas coberturas, o mesmo nível de protecção contra os riscos, com a mesma qualidade, ou até superior", salienta o director-geral, José Pedro Inácio. 

É também frequente assistirmos ao aparecimento de oferta de seguros "a preços baixos" associados a marcas já existentes. É o caso dos seguros Continente ou do Benfica.

fonte:http://www.ionline.pt/

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12
Fev 11

Seguro Automóvel

Tendo em consideração os elevados riscos associados à circulação automóvel, é obrigatório o seguro de responsabilidade civil dos veículos terrestres a motor e seus reboques. A falta de contratação deste seguro coloca o veículo em situação ilegal.

Esta situação pode determinar a apreensão do veículo e o pagamento de uma coima. Em caso de acidente, o condutor ou o proprietário do veículo podem ser responsabilizados pelo pagamento de indemnizações devidas aos lesados.

Os seguradores não são obrigados a celebrar o seguro automóvel a quem o solicita. Nesta eventualidade, caso o proprietário ou o condutor não consigam a aceitação do seguro obrigatório por, pelo menos, três seguradores, deve exigir de cada um a respectiva declaração de recusa. Os seguradores são obrigados a fornecer esta declaração.

De seguida, deve contactar o Instituto de Seguros de Portugal (ISP), que indicará, depois de receber os documentos necessários, qual o segurador que fica obrigado a aceitar o seguro e o preço que lhe será cobrado.

O seguro obrigatório assegura o pagamento das indemnizações por danos corporais e materiais causados a terceiros e às pessoas transportadas, com excepção do condutor do veículo.
Este seguro tem de cobrir no mínimo € 2.500.000 por acidente por danos corporais e € 750.000 para danos materiais. A partir de 1 de Junho de 2012 estes valores passarão respectivamente para € 5.000.000 e € 1.000.000.

É frequente a inclusão de coberturas facultativas no seguro automóvel. Embora se fale por vezes “seguro contra todos os riscos” nenhum seguro cobre todos os riscos, servindo esta designação para referir o seguro de danos próprios. Este seguro cobre os danos sofridos pelo veículo seguro, mesmo nas situações em que o condutor é responsável pelo acidente. Entre as coberturas habitualmente contratadas na modalidade de danos próprios incluem-se a de choque, colisão e capotamento, incêndio, raio e explosão e a de furto ou de roubo.

Antes da celebração do contrato de seguro, deve o proprietário ou condutor obter essencialmente as seguintes informações do segurador:

O preço da cobertura obrigatória e das coberturas facultativas; os riscos cobertos e os que são excluídos; as opções quanto à franquia e seu impacto no seguro; a tabela de penalização e de bonificação do prémio; os países onde são válidas as diversas coberturas; os critérios utilizados pelo segurador para determinar e actualizar o valor do veículo seguro (danos próprios) e a respectiva tabela de desvalorização.

Se o tomador do seguro vender o veículo antes do termo do contrato de seguro, pode solicitar ao segurador a devolução da parte do prémio, correspondente ao tempo que ainda faltava para o termo do contrato ou manter o seguro e utilizá-lo para segurar outro veículo, que irá substituir o veículo vendido. A substituição tem de ser feita no prazo de 120 dias.

O seguro nunca se transfere para o novo proprietário, terminando às 24 horas do dia da venda, devendo o novo proprietário celebrar outro contrato de seguro.

fonte:correiodominho

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14
Dez 10

Segure o seu carro clássico a partir de 60 euros por ano

Soluções no mercado podem superar os 100 euros, mas nem todas permitem circular livremente pelas estradas.

Qual o nome da série protagonizada pela dupla de detectives privados Tó e Duarte, que se deslocavam num Citroën 2 cavalos? Não se lembra? Resposta: Duarte e Companhia. A série comemorou esta semana 25 anos desde a sua estreia, coincidência ou não, o mesmo número de anos mínimos exigido para fazer um seguro de um automóvel clássico. O Diário Económico foi à procura das soluções disponíveis no mercado utilizando, inevitavelmente, o mesmo modelo de quatro rodas usado pela dupla policial nas suas deslocações para combater os dois grupos de criminosos liderados por Átila e Lúcifer: um Citroën 2 cavalos. Mais concretamente um modelo de 1982 e com 600cc de cilindrada. Mas antes de fazer um seguro para o automóvel clássico tenha em atenção que o mesmo terá de estar certificado pelo ACP ou pelo Museu do Caramulo além, obviamente, da obrigatoriedade do veículo ter mais de 25 anos.

Entre as três ofertas analisadas, a Tranquilidade é quem apresenta a solução mais barata. Para a versão menos dispendiosa - o pacote Essencial - o prémio anual exigido é de 59,20 euros, montante que já inclui o custo da apólice. As coberturas incluem a responsabilidade civil, a assistência em viagem, as despesas de tratamento para o condutor e ocupantes e a cobertura para morte ou invalidez permanente. Com a versão mais cara da Traquilidade - o pacote Exclusivo - o montante encarece para os 144,10 euros, incluindo os cinco euros do custo da apólice. No entanto, além das coberturas base estão ainda incluídas as coberturas para actos de vandalismo, choque e colisão, fenómenos da natureza, furto ou roubo e ainda incêndio. Ainda que lhe permita fazer até 5.000 quilómetros por ano, para fazer o seguro do seu automóvel clássico na Tranquilidade terá obrigatoriamente de ter o seu carro de uso diário segurado nesta companhia.

Além de não ter obrigação, as ofertas da Fidelidade Mundial e Império Bonança permitem circular pelas estradas de Portugal sem qualquer limite de quilometragem. Com coberturas de responsabilidade civil, assistência em viagem, protecção jurídica e ao condutor, as seguradoras apresentam duas alternativas. A primeira, dirigida a condutores com mais de 20 anos com seguro e com cinco anos sem sinistros, apresenta um prémio anual de 97,71 euros. Já na segunda opção, para condutores sem um seguro anterior, o encargo sobe para os 124,02 euros. Em ambos os casos, os preços já incluem o custo da apólice, de 5,55 euros, assim como a carta verde.

Para os amantes de automóveis clássicos que preferem mostrar a sua paixão de 2 cavalos apenas em exposições, desfiles ou concentrações em vez de circular diariamente, a solução Auto Clássico da Liberty surge como a mais indicada. O pacote base conta com as coberturas de responsabilidade civil, assistência em viagem e despesas para ocupantes e apresenta um prémio anual de 60,04 euros, aos quais se somam 7,57 euros com o custo da apólice, ou seja um montante total de 67,61 euros. Se além das coberturas base pretende a quebra isolada de vidros, ao encargo anual acrescem mais 50,14 euros com esta cobertura, resultando num prémio de 117,75 euros na primeira anuidade. Tal como no caso da Tranquilidade, para fazer o seguro do seu Citroën na Liberty terá obrigatoriamente de ter o seguro do seu carro de utilização diária nesta companhia.

Independentemente da solução escolhida, já não tem desculpa para não fazer um seguro para o seu automóvel clássico para poder desfrutar do puro prazer de conduzir história e, quem sabe, reviver momentos à ‘Duarte e Companhia' ao volante de um vermelho Citroën 2 cavalos.


Algumas das ofertas de seguro para automóveis clássicos disponíveis no mercado

Tranquilidade - 59,02€
A seguradora apresenta dois pacotes diferenciados pela quantidade de coberturas. Apesar de permitir fazer 5.000km por ano, o produto obriga a ter o seguro do carro diário nesta companhia.

Fidelidade/Bonança - 97,71€
Esta opção é dirigida a condutores com um historial de 20 anos com seguro e cinco anos sem sinistros. O produto não obriga a ter o seguro do carro diário nesta companhia e não tem limite de quilometragem.

Liberty - 67,61€
O Auto Clássicos é direccionado apenas para exposições, desfiles ou concentrações, não permitindo a livre circulação do clássico. Além disso, obriga a ter o seguro do carro diário nesta companhia.

fonte:http://economico.sapo.pt/

http://oseguroautomovel.blogs.sapo.pt/

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