24
Ago 13

Acidente automóvel mais fácil de regularizar sem declaração amigável

Doze seguradoras assinaram um acordo para facilitar a regularização de sinistros automóveis em que os intervenientes não assinem a declaração amigável.


Este acordo, assinado pela Açoreana, Allianz, AXA, BES Seguros, Fidelidade, Groupama, Império, Liberty, Ocidental, Ok!teleseguros, Seguro Directo e Tranquilidade, representa um alargamento da já existente indemnização direta ao segurado (IDS). Trata-se de uma convenção que permite à seguradora efetuar a peritagem, indemnizar o seu cliente e, posteriormente, reclamar esse valor à companhia do condutor responsável. 

Antes do acordo era preciso que ambos os intervenientes entregassem a declaração amigável, devidamente preenchida e assinada, com a identificação completa dos dois condutores e dos respetivos veículos, e com uma descrição do acidente (data, hora e local).

Ao abrigo do novo acordo, o sinistro pode ser participado através da apresentação do auto de ocorrência, da declaração amigável assinada apenas por um dos intervenientes ou através de outro meio escrito onde constem as matrículas dos veículos, a descrição do acidente e dos danos. O acordo é válido para acidentes ocorridos em Portugal, com um máximo de dois carros, e desde que os danos materiais não ultrapassem 15 mil euros. A seguradora paga a reparação ou a indemnização por perda total, bem como as despesas com remoções, reboques e recolhas.

Congratulamo-nos com esta medida e esperamos que as restantes seguradoras adiram rapidamente.

fonte:http://www.deco.proteste.pt/m


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16
Ago 13

100 dias, 100 conselhos: como regularizar um sinistro automóvel

No caso de um acidente de viação com veículos de matrícula portuguesa, deve o tomador do seguro participar o sinistro à sua seguradora, o mais rapidamente possível, no prazo máximo de 8 dias, utilizando para o efeito a Declaração Amigável de Acidente Automóvel (DAAA), mesmo que o tomador de seguro não se considere responsável pelo sinistro. 

Para o efeito, deve preencher corretamente tal declaração, fornecer todas as indicações e provas documentais e/ou testemunhais relevantes para uma correta determinação das responsabilidades. O tomado do seguro deverá, ainda, tomar as medidas ao seu alcance por forma a evitar ou limitar as consequências do sinistro. 

Desde já se esclareça que a simples participação do sinistro não acarreta a perda automática do bónus. Ou seja, só será retirado ou reduzido o bónus, de acordo com a tabela de bónus/malus aplicável ao contrato, se a seguradora efetuar pagamentos ou se assumir obrigações perante terceiros, em virtude de responsabilidade do seu segurado na produção do acidente. 

Recebida a participação, a seguradora deverá, no prazo de 2 dias úteis, contactar o lesado para agendar a peritagem a realizar. Essa peritagem deverá estar concluída no prazo de 8 dias úteis, a não ser que seja necessário proceder à desmontagem do veículo, caso em que o prazo passa a ser de 12 dias úteis. No entanto, se a peritagem não se efetuar numa oficina indicada pela seguradora, os prazos referidos contam-se a partir do dia em que existe disponibilidade da oficina e autorização do proprietário do veículo.

A seguradora deve comunicar, por escrito, se assume ou não a responsabilidade pela regularização do sinistro no prazo de 30 dias úteis, contados a partir do termo dos 2 dias previsto para o contacto inicial. Caso assuma a responsabilidade, deverá apresentar uma proposta razoável de indemnização quando o dano seja quantificável, disponibilizando ao lesado, no caso do seu veículo se encontrar imobilizado, um veículo de substituição de características idênticas.

Porém, se a reparação se efetuar numa oficina indicada pelo lesado, o veículo de substituição apenas será disponibilizado pelo período necessário à reparação indicado no relatório de peritagem.

No caso de considerar que não pode ou não deve assumir a responsabilidade pelo sinistro, a seguradora deverá apresentar comunicação devidamente fundamentada da posição assumida.

No caso de o veículo responsável pelo acidente não tiver seguro deverá ser formalizada a reclamação, pelos danos sofridos, junto do Fundo de Garantia Automóvel. Esta entidade, instituída por lei, é a responsável pelo pagamento das indemnizações decorrentes de acidentes causados por veículos relativamente aos quais não existe seguro de responsabilidade civil válido ou eficaz.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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15
Ago 13

100 Dias, 100 Conselhos: como escolher um seguro automóvel

Entre 22 de Julho de 2012 e 21 de Julho de 2013, há registo de 522 mortos e de 1872 feridos graves nas estradas portuguesas, de acordo com os dados disponibilizados no site da Autoridade Nacional de Segurança Rodoviária. A sinistralidade rodoviária é um flagelo que atinge a sociedade portuguesa desde há vários anos a esta parte e, por isso, nada melhor do que uma boa «almofada» ao contratar um seguro para acautelar qualquer eventualidade.

Mais do que o seguro de responsabilidade civil, o condutor deve ponderar a possibilidade de contratar um seguro de danos próprios, vulgarmente designado por «contra todos os riscos». Este género de apólice abarca os danos sofridos pelo veículo seguro, mesmo que o condutor seja responsável pelo sinistro. Choque, raio e explosão, colisão e capotamento, quebra isolada de vidros, furtos e roubos, atos de vandalismo, fenómenos da Natureza, privação do uso (conforme as opções da seguradora) e incêndio são algumas das hipóteses que o condutor deve ponderar.

Recorde-se que, a partir de 1 de Março de 1998, a atualização do valor do seguro de danos próprios, para efeitos de indemnização em caso de perda total, tem de ser modificado automaticamente pela seguradora, conforme tabela própria. Esta inclui como referências o valor de aquisição em novo ou a idade do veículo, salvo acordo expresso pelo segurado e pela seguradora.

Ao pensar que tipo de seguro quer, ou pode, fazer, tenha em atenção o seguinte: o seguro de responsabilidade civil é obrigatório (o básico, digamos assim) e se optar por um seguro de danos próprios deve atender ao valor comercial do carro. Se este for usado, pode não compensar subscrever um seguro de danos próprios¿

Atente ainda no valor da franquia que pode ser estabelecido no contrato de seguro e que corresponde à parte que sempre será da sua responsabilidade suportar em caso de sinistro.

fonte:http://www.tvi24.iol.pt/5

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17
Jun 13

GNR alerta para burla nos seguros automóveis

A GNR de Póvoa de Lanhoso alertou esta segunda-feira para uma burla com seguros automóveis, garantindo que há registos de "vários" casos de condutores que, apesar de sempre terem efectuado os pagamentos, circulam com as respectivas apólices anuladas.

Segundo um comunicado da secção de programas especiais da GNR de Póvoa de Lanhoso, normalmente a burla só é detectada quando os condutores são alvo de uma acção de fiscalização ou intervenientes em acidentes de viação. 

"Se não fossem intervenientes em acidente de viação ou fiscalizados pelas forças de segurança, nunca iriam dar por ela, julgando sempre que o seguro se encontraria em vigor", acrescenta o comunicado. 

Apesar de terem a carta verde actualizada e os comprovativos dos seguros regularizados, os condutores, quando consultado o site do Instituto de Seguros de Portugal e da Segurnet, são surpreendidos com a informação de que o seguro dos seus veículos não está em vigor, aparecendo a indicação "anulado a pedido do segurado". 

A fraude poderá estar a ser concretizada pelos mediadores, a quem os donos das viaturas pagam o seguro. A GNR sublinha que a situação será muito mais grave se em caso de acidente resultarem danos corporais nos intervenientes, "pois as companhias não assumem a responsabilidade dos sinistros nestas situações, uma vez que o seguro terá sido anulado a pedido do segurado". 

Por isso, a GNR aconselha os proprietários das viaturas a conferirem a validade do seguro no site do Instituto de Seguros de Portugal. "Basta introduzir a matrícula. Se o resultado da pesquisa indicar o nome da companhia e o número de apólice, significa que o veículo está segurado. Caso a pesquisa não indique nada, significa que muito provavelmente o veículo não terá seguro, pelo que se deve confrontar o mediador ou reclamar na companhia de seguros", explica o comunicado.

fonte:http://rr.sapo.pt/i

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01
Mai 13

Seguro automóvel. Aprenda a poupar alguns euros todos os anos

Quer economizar alguns euros por ano com o seguro automóvel? Mudar de seguradora poderá ser a melhor solução, principalmente para aqueles que não mudam de companhia há mais de três anos. Comece por fazer uma ronda pelo mercado. A oferta é variada e o desafio é saber escolher o produto que mais se adequa ao seu caso e que apresenta o melhor preço. Neste caso e, tal como já acontece nos créditos bancários e nos pacotes de telecomunicações, também neste sector, o consumidor conquistou o poder de negociar quanto paga.

De acordo com a Associação de Defesa do Consumidor (DECO) é possível economizar até mil euros por ano na companhia certa face à média do mercado. Rita Pinho seguiu este conselho à risca e conseguiu poupar 500 euros no seu seguro automóvel. “Achei que estava a pagar demasiado e antes de renovar o contrato fiz uma pesquisa no mercado, consegui não só poupar algumas centenas de euros por ano, como consegui subscrever um produto com mais coberturas”, revela a contabilista ao i.

Este não é um caso isolado. Esta tarefa de encontrar o melhor seguro ao melhor preço é uma preocupação comum à maioria dos portugueses. Mas nem sempre é possível. Foi o que aconteceu com João Silva que depois de muito pesquisar, optou por ficar na mesma seguradora. “Depois de muito pesquisar cheguei facilmente à conclusão que a oferta que tinha era mais vantajosa na relação preço/qualidade”, revela. O comerciante admitiu ainda que ficou a ganhar em ficar na seguradora porque como mostrou interesse em mudar, a companhia ofereceu alguns descontos.

A verdade é que o critério qualidade/preço tem vindo a ganhar cada vez mais relevo considerando que o orçamento familiar é cada vez mais apertado com a implementação de novas medidas de austeridade.

OFERTA Para a Fidelidade Mundial e Império Bonança, o actual contexto económico conduz à procura de soluções mais acessíveis de forma a fazer face aos possíveis cortes no orçamento doméstico. Apesar de reconhecer que o preço médio dos seguros irá manter-se baixo – à agressividade competitiva verificada nos últimos anos junta-se agora a quebra na venda de veículos novos – a seguradora admite que “não vai entrar numa guerra de preços” e que o desafio é “construir soluções e produtos a preços acessíveis mas sempre com qualidade e garantia”, revela ao i, a directora de marketing.

Também para a Axa, a questão preço não pode ser analisada de forma isolada, por isso mesmo, a companhia “disponibiliza ofertas quer direccionadas para clientes que privilegiam o factor preço (por necessidade ou por opção), quer ofertas com mais garantia e capital seguro, que estão naturalmente associadas a opções de custo superior”. Para dar uma resposta às famílias com carências financeiras, a Axa lançou um novo produto, o Simpley que permite ao cliente contratar um seguro automóvel por um custo reduzido, garantindo uma protecção essencial. “As seguradoras devem apostar na flexibilização do pagamento, bem como na apresentação de ofertas multi-produto que resultem numa redução do custo”, diz o director de marketing.

LOW-COST Apesar de não se considerar uma seguradora low-cost, a Seguro Directo garante que “tem preços competitivos, mas acima de tudo, preços personalizados à medida do perfil e necessidades dos clientes”. A par da oferta tradicional de seguros, a empresa aposta ainda em campanhas de oferta e de desconto em combustível e de parcerias estratégicas que representam mais valias de poupança”.

Simplicidade, rapidez a preço competitivo são as estratégias apresentadas pela Logo. Trata-se de “uma forma rápida e simples de poupar. Tudo isso, garantindo exactamente as mesmas coberturas, o mesmo nível de protecção contra os riscos e a mesma segurança”, acrescenta.

Já a diversidade é uma das armas usadas pela Ok! Teleseguro. “Temos vindo a lançar produtos adaptados a diferentes necessidades e segmentos: OK! Mulher, Ok! Família, Ok! GPS e OK! 2 Rodas”. “Esta diversificação tem vindo a ser acompanhada pela disponibilização de coberturas inovadoras”, acrescenta.

 

fonte:http://www.ionline.pt

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28
Nov 11

Crise leva condutores a cortar nas coberturas do seguro automóvel

Os condutores portugueses estão a cortar nas coberturas do seguro automóvel por causa da crise, admite Diogo da Silveira, presidente da Açoreana. Esta redução e a diminuição do tráfego automóvel estão a levar a um decréscimo da taxa de sinistros, o que, juntamente com os menores custos de funcionamento, permitiram à seguradora melhorar os resultados, apesar das perdas com a Grécia.
“Há menos exposição das pessoas ao risco, com redução das coberturas” contratadas, refere Diogo da Silveira, presidente da Açoreana, para explicar a quebra de 15% dos sinistros automóvel que, nos últimos meses, ajudaram a companhia de seguros a aumentar os seus resultados.

Até Junho, os seguros de danos próprios pesavam 30% na carteira de seguros automóvel da Açoreana, enquanto os contratos de responsabilidade civil correspondiam a 70%. Esta distribuição passou para 20% de danos próprios e 80% de responsabilidade civil (obrigatória) nos últimos três meses, revelou o gestor na apresentação dos resultados relativos ao terceiro trimestre do ano. A diminuição da sinistralidade automóvel reflecte ainda a redução da circulação automóvel, também em resultado do abrandamento da economia, explica Diogo da Silveira.

A quebra dos custos com sinistros, assim como a redução de 8% nos restantes custos de funcionamento permitiram à Açoreana lucrar oito milhões de euros nos primeiros nove meses do ano, contra prejuízos de 4,5 milhões em Setembro de 2010. “Metade dos nossos resultados veio da redução dos custos de estrutura. A via da receita não está fácil. Temos que ir pela via dos custos”, justificou o gestor. 

A redução de custos de sinistros e de funcionamento permitiu ainda absorver o impacto negativo da exposição à dívida da Grécia. Isto porque a companhia registou uma imparidade de 21% nesta componente da carteira, o que retirou cerca de quatro milhões aos seus resultados.
fonte:http://www.jornaldenegocios.pt/
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16
Nov 11

8 respostas sobre seguro automóvel

Durante o ano de 2010, existiam cerca de 7 milhões de apólices de seguros automóvel em vigor em Portugal, segundo o relatório “O Seguro Automóvel em Portugal, 2010″, realizado pela Associação Portuguesa de Seguradores. Nos últimos 5 anos, o parque automóvel em Portugal aumentou cerca de 10 por cento e, com este aumento, também os seguros relativos ao carro cresceram.

No entanto, apenas o seguro de responsabilidade civil é obrigatório. Além de ser obrigatório por lei, o seguro automóvel é extremamente importante para que possa conduzir mais descontraidamente e de forma segura a sua viatura. Contudo, na hora de o usar há algumas questões que podem surgir. Assim, o Saldo Positivo responde-lhe a 8 questões essenciais para uma condução mais segura e mais responsável.

1. Não tenho seguro automóvel. Que me pode acontecer?

Antes de mais, o veículo está ilegal, já que o seguro de responsabilidade civil é obrigatório por lei. Com esta infracção, o carro pode ser apreendido e o proprietário poderá ter de pagar uma multa. Numa situação de acidente, é necessário chamar a polícia para o condutor ser responsabilizado pelo pagamento das indemnizações aos outros intervenientes na ocorrência.

2. As seguradoras não aceitam fazer o seguro para o meu carro. E agora?

Antes de mais é necessário realçar que as seguradoras podem recusar ao cliente a celebração do seguro automóvel obrigatório. No entanto, existem algumas formas que ajudam a ultrapassar os entraves que possam aparecer. Se não for aceite em, pelo menos, 3 seguradoras, deverá exigir uma declaração de recusa a cada uma. Após ter todas as declarações, deverá dirigir-se ao Instituto de Seguros de Portugal, que lhe irá indicar qual será a empresa de seguros que será obrigada a aceitar o seguro e o respectivo preço.

3. Fui a várias seguradoras e apresentaram-me sempre valores diferentes. É normal?

Sim. Cada empresa seguradora pode fixar os seus próprios preços. Existem alguns factores que podem fazer com que os preços sejam bastante diferentes, como é o caso da idade do condutor, sexo, a idade do carro, os anos de carta do proprietário, entre muitos outros aspectos.

4. O preço do seguro é afectado pela franquia?

É necessário, em primeiro lugar, definir o que é a franquia. A franquia corresponde ao valor que o tomador do seguro fica responsável, em caso de acidente. A franquia pode reduzir o preço do seguro, já que quem é tomador do seguro irá ficar responsável por uma parte do prejuízo. Estas condições deverão estar bem explícitas no contrato e pode ser uma percentagem do valor do capital segurado ou então um valor fixo.

5. Tive um acidente no estrangeiro. E agora?

Se o acidente for causado por uma viatura da União Europeia, ocorrido em espaço comunitário ou em países que estão presentes no sistema da Carta Verde , o condutor lesado pode resolver todas as questões inerentes ao sinistro no seu próprio país. Caso o acidente ocorra fora de Portugal, o lesado poderá obter no seu país de residência a identificação da empresa seguradora dos veículos e o seu respectivo representante para sinistros. A partir daqui, segue todos os trâmites legais. Verifique sempre antes de sair de Portugal se a sua Carta Verde é válida para todo o período da viagem e para os países que vai visitar.

6. O que devo ter em conta antes de escolher o seguro automóvel?

Para saber qual será o seguro mais vantajoso para a sua carteira, deve solicitar à entidade seguradora o preço da cobertura obrigatória e das opcionais, os riscos cobertos e os não cobertos, a franquia e o seu impacto no preço, as penalizações e bonificações do prémio, os países onde é válido o seguro, entre outros critérios.

7. O que garante o Fundo de Garantia Automóvel?

O Fundo de Garantia Automóvel, garante, por exemplo, a reparação dos danos materiais e corporais quando o responsável pelo acidente é desconhecido ou então, caso não tenha cumprido a obrigação de ter um seguro de responsabilidade civil automóvel.

8. Tive um acidente e fiz a declaração amigável de acidente automóvel. Para que serve?

A declaração amigável de acidente automóvel actua quando os condutores que estiverem envolvidos no acidente estão de acordo sobre a forma como ocorreu o sinistro. Após o preenchimento da declaração, deverá entregá-la na sua entidade seguradora para que o sistema IDS – Indemnização Directa ao Segurado actue rapidamente. Este sistema IDS é apenas desenhado para acidentes entre duas viaturas que ocorram em território nacional, que não envolvam danos corporais e cujos danos materiais não ultrapassem os 15 mil euros por viatura.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

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30
Ago 11

Seguro automóvel ficou 71€ mais barato em quatro anos

O prémio médio do seguro automóvel caiu 71 euros nos últimos quatro anos, uma queda histórica de acordo com a APS.

O prémio médio do seguro automóvel caiu 71 euros nos últimos quatro anos, uma queda histórica de acordo com a Associação Portuguesa de Seguradores (APS).

Esta evolução equivale a uma poupança anual na ordem dos 500 milhões de euros para os consumidores portugueses.

Pedro Seixas Vale, presidente da APS, atribui esta queda dos prémios cobrados à redução dos sinistros graves. O custo médio por sinistro desceu de 2.381 euros em 2006, para 1.663 euros em 2010, num sinal de que "os portugueses estão a conduzir melhor", comenta o presidente da APS. E adianta: "Se os custos médios dos sinistros diminuem é normal que o prémio cobrado também desça". Uma conjuntura que levou o sector a somar 1,67 mil milhões de euros em prémios de seguro directo no último ano, bastante abaixo dos quase dois mil milhões de euros produzidos em 2005.

A APS acredita que a tendência de redução do total dos prémios cobrados tenha começado a inverter este ano, mas referem ainda não ter números que permitam perceber se esta inversão resulta de uma subida dos prémios cobrados ou do simples aumento do parque automóvel seguro.

Sobre a possível subida dos prémios cobrados, Seixas Vale, que falava hoje à margem de uma apresentação a jornalistas, considera que este "não é um momento favorável para o aumento de preços".

fonte:http://economico.sapo.pt/

 

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21
Jun 11

A arte de bem negociar o seguro automóvel

Se não muda de companhia há três anos ou mais, está na altura de sondar a concorrência.

Nuno Gonçalves, de 41 anos, e Fernando Sá, de 51, têm duas características em comum: mantêm o seguro do carro na mesma companhia há oito e três anos, respectivamente, e ambos estão a perder dinheiro. São clientes fiéis, não por lealdade cega à seguradora, que nunca os deixou ficar mal, ou medo de arriscar o incerto, mas por falta de tempo para procurar alternativas mais baratas.

A equipa da Dinheiro & Direitos (D&D) deu-lhes uma ajuda. Os especialistas da revista simularam quanto pagariam com as Escolhas Acertadas, para o pacote de coberturas que têm hoje, e descobriram que podem reduzir bastante a anuidade: 300 euros, no caso do Nuno (seguro obrigatório e danos próprios), e 40 euros, no do Fernando (só obrigatório).

Se não está convencido, faça você mesmo o teste. O estudo da Deco a 192 preços revela que um condutor experiente pode economizar até 1.088 euros por ano na companhia certa, face à média de mercado. No caso dos jovens, a diferença é mais significativa: 1.207 euros anuais.

Qualidade das apólices pesa
Com uma boa apólice pode não poupar muito dinheiro, mas evita algumas dores de cabeça. Se vai contratar só o seguro de responsabilidade civil, não tem de preocupar-se pois é igual em todas as companhias. Pelo contrário, a qualidade do seguro facultativo varia. Para ajudar na selecção, foram analisada as apólices das 11 companhias que participaram no estudo com base num conjunto de critérios que os especialistas da Dinheiro & Direitos consideraram essenciais. Algumas, apesar de muito boas, são caras. Ao optar pelas Escolhas Acertadas tem duas vantagens garantidas: anuidades baixas e apólices de boa qualidade.

Comecemos pelo pior dos cenários. Caso tenha de declarar um acidente pelo qual é responsável, como é que a seguradora ajusta o prémio? As percentagens de agravamento divergem, bem como as coberturas que influenciam o sistema de ‘bónus-malus'. A Liberty e a Ocidental destacam-se pela positiva neste critério: se o cliente participar sinistros enquadráveis nas coberturas de responsabilidade civil, choque, colisão e capotamento ou incêndio, raio e explosão, só aumentam o prémio da cobertura activada. Já a Mapfre e a Açoreana agravam-no por sinistros que não dependem da intervenção do segurado, como o roubo do carro. Por falar em roubo ou furto, esta cobertura é idêntica em todas as seguradoras. A diferença está no tempo que demoram a pagar a indemnização. A maioria fá-lo até 60 dias depois de participar o desaparecimento do carro. A Liberty e a Generali reduzem este prazo para 40 e 15 dias, respectivamente. Relativamente às franquias, a Mapfre é a seguradora mais "generosa" nos descontos. Além disso, só aplica a franquia à cobertura de choque, colisão e capotamento, com um valor mínimo de 250 euros.

A apólice da Liberty oferece uma boa assistência em viagem. Esta cobertura paga despesas médicas por doença ou acidente em qualquer parte do mundo, mesmo que viaje sem carro. Paga também o reboque, a estada dos ocupantes e um carro de substituição se o seu avariar num país da União Europeia, Marrocos ou Tunísia. Em Portugal, a maioria dá assistência se tiver um furo, falta de combustível ou perder as chaves.


Menos 1.207 euros para jovens
Seguro Directo, OK! Teleseguros e protocolo da Deco lideram lista de Escolhas Acertadas.

A "inexperiência" paga-se cara no seguro automóvel. Para as companhias, ter menos de 25 anos é um factor de risco agravado, mesmo que já tenha carta desde os 18. A falta de traquejo na estrada custa aos jovens titulares entre 40 e 100% mais do que aos condutores com provas dadas. São, por isso, o segmento que mais beneficia com uma escolha certeira da seguradora.

Foram pedidos os preços para um jovem de 19 anos e carta há um ano, de Lisboa, sem acidentes nem bonificação (ou seja, primeiro contrato).

Conclusão: se conduz carros novos, a Escolha Acertada é a Seguro Directo. Esta cobra 1.331 euros (Renault) e 1.666 euros (Audi) por ano pelo pacote alargado, ou seja, menos 1.088 euros e 1.207 euros do que a média das seguradoras. Para carros com cinco anos de idade, o protocolo que a Deco negociou com a OK! teleseguros é a opção mais barata. Cobra 1.271 euros (Renault) e 1.903 euros (Audi) por ano, o que representa uma poupança de 790 euros e 848 euros face à média das companhias do estudo.

Para evitar o agravamento no prémio, é frequente os pais contratarem o seguro em nome próprio, declarando-se condutores habituais. A Deco 
não o recomenda: em caso de sinistro, a seguradora pode negar a indemnização ou aplicar franquias superiores.


O que faz variar a anuidade

São vários os factores que fazem variar o prémio do seguro. Mas uma parte do que o cliente paga são custos administrativos e taxas que revertem para o Estado ou outros organismos.

1 - Características do veículo
O custo da responsabilidade civil depende do tipo de veículo (ligeiro de passageiros ou de mercadorias) e da utilização (particular ou profissional), da cilindrada e do combustível usado.

2 - Capital seguro
No seguro de danos próprios, o prémio baseia-se ainda no valor comercial do veículo, que diminui ao longo dos anos e varia consoante a tabela de desvalorização da seguradora.

3 - Idade e sexo do condutor
Condutores com menos de 25 anos e carta há menos de dois são penalizados. Algumas companhias fazem descontos para mulheres, mas esta prática deverá terminar em 2012.

4 - Zona de residência
As tarifas são mais elevadas em cidades com mais sinistralidade, como Lisboa e Porto. As zonas e o risco variam consoante as companhias.

5 - Parqueamento
O local onde o carro pernoita também entra nas contas: parqueamento na rua tem mais custos do que na garagem.

fonte:http://economico.sapo.pt/

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10
Abr 11

10 coisas a saber sobre seguro automóvel

Antes de contratar um seguro automóvel, ou mesmo que já o possua, existem alguns detalhes inerentes ao contrato que celebrará (ou que já celebrou) com a seguradora, que convém relembrar. É certo que a companhia de seguros deve informá-lo de forma clara sobre as coberturas contratadas, limites de cobertura do capital, o que fazer em caso de sinistro, valor do prémio e formas de pagamento, assim como de todos os pormenores inerentes ao seguro. No entanto, é sempre conveniente estar bem informado sobre alguns pontos determinantes na sua apólice

 

Saiba o que tem de fazer em caso de acidente.

Que coberturas possui?
Ao contratar um seguro, informe a sua seguradora sobre os riscos que pretende segurar e tome conhecimento das coberturas abrangidas, principais exclusões e restrições.

O que cobre o seguro automóvel obrigatório?
Segundo o Instituto de Seguros de Portugal, o seguro obrigatório de automóvel assegura o pagamento de indemnizações por danos corporais e materiais causados a terceiros e às pessoas transportadas, com excepção do condutor do veículo. A quantia mínima que o seguro obrigatório deve cobrir por danos corporais que o segurado cause a terceiros, é de 2,5 milhões de euros e para os danos materiais é de 750 mil euros.

O seu seguro cobre tudo?
Ao contrário do que habitualmente dizemos, este tipo de seguros não é contra todos os riscos, pois na realidade não existe nenhum seguro automóvel que cubra todos os riscos. Os seguros de danos próprios cobrem os danos sofridos pelo veículo seguro, mesmo que o condutor tenha sido responsável pelo sinistro. As coberturas incluídas abrangem furto ou roubo, raio e explosão, incêndio, capotamento, choque e colisão.

Franquia alta ou baixa?
Não se esqueça de verificar os valores da franquia, ou seja, a importância que fica a seu cargo em caso de sinistro. A franquia permite de facto reduzir o prémio do seguro, mas por outro lado, pode aumentar os custos de reparação dos danos para o tomador do seguro, em caso de sinistro.

Factores que influenciam o prémio a pagar
A idade do segurado, a antiguidade da carta de condução e o valor comercial da viatura, são alguns factores que determinam que o prémio do seguro varie de cliente para cliente. Contudo, o valor do seguro também pode ser alterado de ano para ano. Pode aumentar se o segurado cometer muitos sinistros e pode diminuir se isso não acontecer ou existir desvalorização da viatura com o passar dos anos.

Carta verde para viajar
A carta verde é um certificado internacional que comprova que o veículo possui o seguro obrigatório, válido em território internacional nomeadamente nos países não riscados no documento. Se viajar na sua viatura para o estrangeiro, verifique se a carta verde é válida para todos os países que vai visitar e durante todo o período da viagem. Se existir algum país não abrangido, peça à sua seguradora uma extensão territorial.

A Declaração Amigável de Acidente Automóvel (DAAA)
É um formulário que se preenche em caso de acidente automóvel, como meio de o participar à companhia de seguros. É conveniente que a declaração seja preenchida no local do acidente e pouco tempo depois deste ter ocorrido. O preenchimento da DAAA não implica o reconhecimento do segurado como culpado. Todavia, é uma forma de facilitar a regularização do sinistro por parte da seguradora, tornando mais célere o processo.

O que fazer em caso de sinistro?
O segurado deve obter, no local, os elementos de identificação dos condutores, das matrículas das viaturas, do nome da seguradora, dos número da apólice e ainda os contactos das testemunhas que assistiram ao acidente. De seguida, o tomador do seguro, se entrar em acordo com os restantes condutores, deve preencher com eles a mesma declaração amigável e cada um ficar com um exemplar para entregarem ao seu segurador. Caso o acordo não seja possível, cada condutor deve preencher o seu próprio formulário e entregar à companhia de seguros. Sempre que seja possível, devem ser anexadas fotografias dos danos e do local do acidente. A presença da polícia poderá ser solicitada, quando existe pleno desacordo entre as partes envolvidas e quando existem danos pessoais.

Prazos de pagamento do prémio
Tenha em conta que se não pagar o prémio do seguro dentro dos prazos que constam na factura/recibo, a seguradora cessará o contrato e terá de celebrar um novo.

O que acontece com a venda do automóvel?
O seguro termina nas 24 horas posteriores à venda da sua viatura.

fonte:http://www.saldopositivo.cgd.pt/

 

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