02
Abr 13

Os melhores seguros low-cost

Depois das marcas de produtos, dos voos e das gasolineiras, chegaram os seguros low-cost. Na análise feita pela revista Dinheiro&Direitos, a DECO fez um check-up e analisou 44 apólices, que dividiu em dois níveis de cobertura: um pacote básico, que inclui hospitalização (na base de todos os seguros), e assistência ambulatória; e um pacote alargado que, além das anteriores, inclui parto e estomatologia.

Contas feitas, a DECO aconselha quatro apólices: duas para uma proteção simples (Allianz Saúde Hospitalização e Ambulatório, e a Ocidental Saúde Médis Opção 3 (Base); e duas para uma proteção mais alargada (Generali + Saúde Familiar Maestoso, e a Victoria Saúde Base - Franquia 150).

Pacotes Simples
Allianz Saúde Hospitalização e Ambulatório
Em termos de custos anuais, se tiver 30 anos esta apólice custa 378,92 euros, enquanto que se tiver 60 anos o valor aumenta para os 833,07 euros.

Ocidental Saúde Médis Opção 3 (Base)
Nesta apólice, o custo mensal para quem tem 30 anos é de 740,87 e ascende a 1.166,06 euros caso tenha 60 anos.

Nestas duas apólices não está coberta a estomatologia e apenas a da Allianz não tem a cobertyra de parto.

Pacotes Alargados
Generali + Saúde Familiar Maestoso
Em termos de custos anuais, se tiver 30 anos esta apólice custa 1.112,85 euros, enquanto que se tiver 60 anos o valor aumenta para os 1.706,07 euros.

Victoria Saúde Base - Franquia 150
Nesta apólice, o custo mensal para quem tem 30 anos é de 536,85 e ascende a 1.254,48 euros caso tenha 60 anos.

Se pretende uma alternativa ao Serviço Nacional de Saúde e não pode pagar um seguro individual ou quer um produto que garanta sobretudo o pagamento de consultas da especialidade (em caso de cirurgia, prefere ser atendido no público), os cartões de saúde são uma opção a considerar.

Os associados da Cruz Vermelha Portuguesa, do Automóvel Club de Portugal e da própria DECO podem ter acesso a um destes produtos com condições vantajosas.

Antes de contratar, analise a rede de prestadores para apurar se a sua área de residência está bem servida. A maioria das redes disponibiliza esta informação nas suas páginas online. Faça também contas ao custo anual do cartão e ao desconto a que tem direito nos serviços médicos da rede. Se o primeiro for muito elevado, pode não compensar a redução no preço dos serviços.

Tenha também em conta o valor das despesas comparticipadas pelo seguro, consoante seja atendido dentro ou fora da rede de profissionais e estabelecimentos com os quais aquele tem acordo. Em regra, dentro da rede convencionada, o cliente paga apenas uma pequena quantia por cada ato.

Se for atendido fora da rede, por médicos ou em locais da sua confiança, é reembolsado entre 35% e 70% da despesa,  consoante se trate de um seguro de assistência ou misto, respetivamente.

De acordo com a análise da DECO, as apólices mais abrangentes são a Help Executive (Opções 1, 2 e 3), da Victoria, com Qualidade global entre os 79 e 84%.

Têm menos exclusões do que a concorrência, são válidas em todo o mundo, podem ser contratadas até aos 60 anos e não definem um limite de idade para permanência no seguro (a maioria das companhias fecha a porta ao segurado a partir dos 65 ou 70 anos). Em caso de doença, as coberturas podem ser ativadas de imediato.

Contudo, o preço destas apólices não está ao alcance de todas as carteiras: custam entre 7150 e 8720 euros por ano para um casal de 35 anos com um filho de 5 anos.

Se não pode gastar tanto, opte por um dos quatro planos que, segundo a análise da DECO, reúnem a melhor qualidade ao melhor preço. Com esta decisão poupa até 2000 euros anuais.

Para mais informações ou simulações veja no site da DECO a página dedicada aos seguros de saúde emhttp://www.deco.proteste.pt/saude/seguro-saude

 

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 21:35 | comentar | favorito
24
Nov 11

Como renegociar os seus seguros: saúde e casa

Nos seguros facultativos, como é o caso do de saúde, o foco deve incidir nas apólices que cubram as grandes despesas. O resto pode cair, se houver necessidade de poupar.

A cobertura para despesas de hospitalização e ambulatório (que permitem o acesso a consultas de especialidade, por exemplo) são, para a Deco, das mais relevantes nos seguros de saúde. Mas as restantes podem e devem ser reavaliadas se a palavra de ordem é cortar despesa.

Entre as coberturas facultativas, não tão necessárias, Mónica Dias inclui as que permitem o acesso a consultas e tratamentos de estomatologia ou a comparticipação de medicamentos.

“O nosso conselho, nestes casos é que se opte apenas pelas coberturas principais”, refere aquela especialista, lembrando que deve também ser estudadas com precisão as possibilidades que o cartão de crédito oferece a este nível. Mais uma vez para evitar duplicações.

Poupar na casa
A aquisição de um seguro multiriscos faz quase sempre parte do pacote do crédito à habitação. Mas a cobertura e respectivo prémio devem reflectir o valor de reconstrução do imóvel e não o valor da sua aquisição ou do empréstimo.

Muitas vezes o prémio do seguro multiriscos da casa está calculado com base no valor do empréstimo. Se é este o seu caso, tente redimensionar a cobertura e faze-la aproximar do custo de reconstrução da casa em caso de sinistro (incêndio, por exemplo).

Porque em caso de destruição do imóvel, o seguro “apenas lhe vai pagar as despesas associadas à reconstrução e não o valor do empréstimo que pediu ou o valor de mercado da casa”, diz a Deco.

O seguro de vida é outro dos que são sugeridos/exigidos a quem compra ou comprou casa com recurso a crédito. Também aqui há soluções para baixar a factura com o prémio, principalmente se o consumidor em questão trabalha numa empresa que oferece seguro de vida aos seus trabalhadores.

É possível, nestes casos, associar este seguro ao empréstimo e se a cobertura em questão não for suficiente para cobrir o valor do crédito, Mónica Dias sugere a subscrição de um seguro de vida apenas pelo valor remanescente.

fonte:http://www.dinheirovivo.pt/

publicado por adm às 20:03 | comentar | favorito